domingo, 11 de setembro de 2011

« caríssimos amigos de "Beatriiz' Helena" no Facebook, » OU « o 11 de setembro é uma cena séria »

 

Por favor, parem de lançar, copiar e colar mensagens correntes sobre o 11 de Setembro a torto e a direito. Primeiro, tentem lembrar-se se têm conhecimento do verdadeiro significado do atentado ao World Trade Center (Uarled Treide quê??). Depois, reflitam bem se o vosso mural do Facebook é sítio onde se tratem assuntos sérios com este grau de leviandade. Eu sei que os genes Tugas vos impelem a cometer erros desta magnitude, mas não se deixem levar pela onda, minha gente. O que vocês andam a fazer não são pequenas homenagens - são pequenos atentados ao bom senso. Nem sequer devem conhecer o verdadeiro significado dos ataques terroristas...! Nós somos a geração Y, ou Rasca, ou lá o que nos andam a chamar, mas não somos Ydiotas (wtf?) e muito menos de má qualidade.

 

Agradecida.

Cordialmente,

Beatriz H. V. C. Mendes

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

nova filosofia de vida.

 

Sê quem queres ser, ama quem não deves, chama nomes ao teu ex, odeia-o, ri-te com as tuas amigas, lembra-o, chora baba e ranho, dá uns mergulhos na praia, ouve música no quarto e faz figuras parvas em frente do espelho, salta, salta, salta, dá umas gargalhadas, conhece pessoas novas, apaixona-te por ti, abraça quem puderes, acarinha os que te são próximos, aproveita a vida, as tuas capacidades e as oportunidades que surgem - e nunca esqueças o teu valor. ♥

terça-feira, 6 de setembro de 2011

controvérsia

 

Slogan da RFM: "só grandes músicas".

 

Pergunta: Então, porque continuam a passar "What's my name" do Drake e da Rihanna??

senhor anónimo,

 

há quanto tempo não recebo sinal de vida seu! Costumava dar sempre um ar da sua existência, como da vez em que me ligou, ao meu ex-namorado e a dois amigos nossos, à uma e dez da manhã, para aí trinta vezes seguidas a cada um, qual bomba, qual metrelhadora, ou quando ligava ocasionalmente, fossem seis da tarde ou da manhã..! Ora, mas que saudades! Nunca mais ouvi nada sobre si, que pena. E eu que gostava tanto da sua atençãozinha!

Olhe, eu cá não desanimo. Tenho a certeza de que, em breve, voltará a surpreender-me, quando menos esperar. Calculo que também precise de férias, certo? Pois, de dia 15 em diante, tem nove mesinhos de escola para me incomodar. Não se aflija, que eu sou paciente e esperarei eternamente por si.

 

A sua amiga,

Beatriz

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

eureka

 

De acordo com a teoria "as mulheres conseguem fazer imensas coisas ao mesmo tempo, mas apenas os homens conseguem fazer algo na perfeição", concluo, sabiamente, que o meu computador é um aparelho do sexo feminino - COM MUITO ORGULHO.

 

 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

cliquem, cliquem!

 

" S-wizzle começou por colocar vídeos no Youtube durante o Verão de 2010, optando primeiro por covers e, mais tarde, por músicas originais. No princípio de 2011, criou o seu primeiro nome artístico - Sdreezy - mas, mais recentemente, alterou para S-wizzle. Com apenas 19 anos, começa a ganhar uma notória popularidade e uma base de fãs que o seguem incansavelmente. Brevemente, lançará uma mixtape intitulada "GIO - Game Is On", contando com as participações de MárioJCsinger, R'M, PF, BD e Alvez. "

 

 

Criei esta página de fãs no Facebook e queria meeesmo que vocês aderissem, depois de conhecerem melhor o artista! Dêem uma vista de olhos, pelo menos. Siim? Obrigada (:

domingo, 28 de agosto de 2011

a sombra, o ombro, a almofada, o sorriso - ELA -

 

Margarida - sim, tu, porque eu não conheço mais nenhuma - não tenho muito jeito para explicar coisas destas, como já deves saber. Uma das grandes razões por que considero a nossa amizade TÃO importante é porque... EU PRECISO DE TI! Sou irracional e racionalidade é contigo. Na verdade, convém que todos os meus amigos sejam racionais, senão, eu ainda acabo mal. Enfim. Manter uma amizade como a nossa é, realmente, uma tarefa de enorme responsabilidade - falo por mim. Não sei se é insegurança ou parvoíce, mas tu fazes demasiado por mim e pelos meus problemas. Sejam dez ou três da manhã, estás à distância de uma mensagem, de um telefonema, de um pensamento. Quando não consigo pensar, chego a tentar raciocinar como tu. O que farias, como reagirias, porque me censurarias? Margarida, Margarida... Mereces todo o bem que te tem acontecido! Tens sido uma heroína. Tens um feitio da treta, minha linda, tens mesmo! És rija e de ideias fixas, mas, afinal, isso é o que te define, para o bem e para o mal. És uma referência e tens muita força.

 

 

Obrigada. My life would suck without you.

Ela passa-se. É bom ter amigos passados. Tipo eu...!

 

O que é que se pode fazer?! ENFIM!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

um bom conselho

 

" Tenta ser original na tua obra e tão diligente quanto te seja possível, mas não tenhas medo de te mostrar pateta. Devemos ter liberdade de pensamento e só é um pensador emancipado aquele que não tem medo de escrever patetices. (...) a brevidade é irmã do talento. Lembra-te, a propósito, que declarações de amor, de infidelidades de maridos e esposas, viúvos, órfãs e outras desditas vêm sendo descritas desde há muito.

(...) e o principal é que o pai e a mãe devem comer. Escreve. As moscas purificam o ar e as obras a moral. 

 

A. Chekov, Letters on the Short Story, the Drama and other literary topics 

 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

um princípio *

   " Do terraço da minha casa, consigo ver o pôr-do-sol. Vou para lá, sempre que me sinto sozinha – a luz é a minha companhia. Observo o sol a descer sobre a orla do horizonte, criando a ilusão de que se desloca, todos os dias, a toda a hora, à nossa volta.

   Até as estrelas nos tentam iludir, penso, afastando a poeira do assento da cadeira de praia e sentando-me lá, observando o céu onde predomina um fundo cor-de-rosa berrante cheio de laivos laranjas e avermelhados. O amanhã promete calor, decerto.

   Os últimos dias de Junho têm sido os mais quentes de que me lembro, desde o início do ano e, todas as noites, sou obrigada a afastar as cortinas e os vidros para que a brisa nocturna me afague, durante o sono. O ar saturado raramente dá tréguas e dou por mim a virar-me na cama até meio da madrugada, quando, por fim, a atmosfera consegue arrefecer.

   Ainda que o calor seja praticamente insuportável fora de casa, ver o pôr-do-sol tornou-se algo de que me vejo incapaz de prescindir. De certa forma, acalma-me e fascina-me, até, como pode a Natureza deliciar-nos com tamanhos fenómenos artísticos. Já antes tentei retratar o pôr-do-sol em aguarela, lápis de cera, de cor ou de óleo, mas nunca consegui captar a emoção que me é transmitida todas as tardes sob uma aura mágica. Nenhum artista, por muito dotado que seja, conseguirá, alguma vez, reproduzir um perfeito pôr-do-sol, quanto mais uma mera estudante de Artes, como eu, tão inexperiente, não só na pintura, mas também na vida.

   A seguir, desperta o anoitecer, tal como todos os sons da noite. Cigarras a cantar, pequenos gafanhotos aos saltos, mochos e corujas piando incessantemente e a aragem a rasar a vegetação.

   Em grande parte, eu revejo-me neste cenário pacífico. Foi aqui que cresci, numa pequena vila, em casa dos meus tios. Na pequena casinha à beira da estrada, vivem eles, eu e, por vezes, as minhas primas mais velhas, que voltam à casa dos pais sempre que a vida lhes permite. Vivem ambas no estrangeiro e só nos visitam pelas Festas e no Verão, se é que encontram condições para isso.

   Por fim, já as nove horas vão longas, o céu escurece totalmente. Concentro-me em absorver a energia do momento, fechando os olhos e ouvindo o silêncio. Não se ouvem carros, não se ouvem conversas, não se ouve nada, excepto a noite em si.

 

  Sonhei que pintei o pôr-do-sol no horizonte, depois de adormecer a imaginá-lo, mais uma vez. Onde terá o Criador encontrado aquelas cores magníficas, magnificentes e belas? Cheguei à conclusão de que o problema reside em não existir paleta alguma que se compare à dele. "



* pedido pela Free Soul

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

olhumpeixinhuuuu

 

 

(verão 2011, descobrindo as praias fluviais)

" amor,

 

estou tão feliz.

 

« Porquê, amor? 

 

Porque te pude abraçar. "

libertando-me

 

Quem

Quem faz o que eu faço

Desfaz-se em lágrimas

Choros derramados

Olhos afogados

Sentimentos reprimidos

De momentos tão sentidos.

 

Vem oprimir-me, passado!

Passa-me por cima

Mas não magoes

Ou não seja a dor fria

Demasiado quente para mim.

« o tempo corre »

De mão dada com o vento a passear por vales e montes
Uma coisa é aquilo que eu vejo, outra coisa é aquilo que escondes
Por isso, procuro sozinho, abrigo no caminho
Para poder dormir e imaginar que estás comigo
Suspiro e fujo do tempo para que ele não me veja
Mas coração que suspira não tem o que deseja
Mala às costas, à procura de uma vida nova
Sou cego e não via a hora de me ir embora
Tive tantas oportunidades, nem sei porque é que esperei
Antes era indeciso... agora não sei
Corri, escolhi um caminho que poucos pisam
Não existem opiniões estúpidas...mas sim estúpidos que opinam
Por isso silencio-me e levo-te comigo como um tesouro
A palavra é prata, o silêncio é ouro
O amor é cego e acabei mesmo por cegar
Embebedei-me para te esquecer, mas agora vejo-te a dobrar!

 

O tempo vago corre, o tempo para estar contigo não quer passar
Quando quiseres esquecer-me, esquece antes de pensar
A gritar o que sinto e o que o tempo não esqueceu
E se a dor não passa é porque tudo isto valeu


Se quisesse uma mão amiga, tenho duas, uso uma minha
Vê quem pisas na subida, porque irás encontrá-los na descida
Deixa-me ler a historia que fizemos à sombra do serão
Para bons amigos, não podia haver má relação
Ainda cheguei a pedir ajuda, mas muitos nem abriram a porta
De graça só o relógio trabalha e assim mesmo quer corda
Construi uma base para nós, só que não te vi a apoiar
Trabalhar nunca matou ninguém, mas mesmo assim preferiste não arriscar
Já não penso em nada, pensei muito em voltar para casa
Lutar era suicídio e eu quase que me matava
Por cada segundo desperdiçado para poder estar ao teu lado
Dizer 100 vezes que tinha saudades, e outras 100 que não era exagerado
Se a Montanha não vem até ti, corre, não a deixes passar
Mas se a montanha vem a ti... corre porque vai desmoronar
Capitulo roubado, do álbum que fiz na memoria
O tempo está perfeito, faltas tu para acabar a história

 

O tempo vago corre, o tempo para estar contigo não quer passar
Quando quiseres esquecer-me, esquece antes de pensar
A gritar o que sinto e o que o tempo não esqueceu
E se a dor não passa é porque tudo isto valeu



Roubaste-me o tempo e usaste-o como querias
Eu dei-te o momento e tu moldaste-o como querias
Eu dei-te o mundo e tu mudaste-o como querias
Mas se eu te tivesse dado o que sou, o que é que fazias?
Já nem penso no nada, porque o nada sou eu
Eu nem entro em apostas, mas fiquei sem o que era meu
E agora não tenho espaço para voltar atrás
Já não tenho os teus objectivos para mostrar do que sou capaz
Escondido entre muros, que construi na areia
O mar está longe e eu não consigo derrubar esta barreira
A esforçar-me enquanto o sol ainda brilha para mim
A lua desapareceu no meio, quando eu pensava que desaparecia no fim
E eu nem faço o esforço para não relembrares o que eu faço
Relembro o teu rosto, a franqueza da amizade de um abraço
Por cada gesto que eu te dediquei sem te cobrar
Vou-te dizendo as coisas no silêncio do meu olhar

O tempo vago corre, o tempo para estar contigo não quer passar
Quando quiseres esquecer-me, esquece antes de pensar
A gritar o que sinto e o que o tempo não esqueceu
E se a dor não passa é porque tudo isto valeu

(Pirralho, « O Tempo Corre », Uma Palavra, Dois Significados, 2009)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Abaixo o HI5 e o seu top de amigos.

  Imaginem que se dedicam de corpo e alma a uma amizade, independentemente da opinião dos vossos outros amigos. Eles dizem que não vale a pena, que essa relação já deu o que tinha a dar, é só seguir em frente e esquecer. Mas, ao contrário do esperado, eu não me conformo com essas opiniões e tento sempre levar a minha a melhor. Tento sempre mostrar que essa pessoa mudou e que está disposta a dar tanto quanto eu para que nos demos bem.

  Só que, infelizmente, por muito que tente, há sempre qualquer coisa que me deixa descontente. Eu dou sempre mais do que devo. Não é que as minhas expectativas sejam muito elevadas, mas... Porquê? Porque é que há, permanentemente, uma sensação de desconforto e descontentamento? Porque, se analisar bem a situação, é como se nunca fosse suficientemente boa para merecer um lugar de destaque, lugar esse que sei que, no fundo, talvez até tenha, mas que não está realmente implícito no visível.

 

  Porquê este título? Porque, na minha honesta e humilde opinião, o top de amigos do hi5 é o melhor exemplo para mostrar que existem aqueles amigos que vão e vêm, e que, na maior parte das vezes, os que realmente importam nunca ocupam o lugar devido ou, em último caso, nem figuram na lista. Há que concluir que o único lugar onde devemos guardar os amigos é no coração.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Eu, extremamente.

  Tomei consciência de que sempre fui extremamente de extremos. Nunca encontrei o equilíbrio, nem nunca encontrarei, segundo creio. Faz parte da minha persona e, intimamente, é assim que me vejo - alguém indeciso e desorientado, muitas das vezes, apenas porque a tendência é a de viver no limbo. Entre tantas certezas, devo gostar de ter uma dúvida (ou milhares), apenas porque costumo atrair - e prender, principalmente - todo o género de situações em que o exercício emocional é colocado à prova. Há quem aprecie correr a maratona para testar a sua resistência física; há quem prefira viver em constante desassossego interior para testar os efeitos da pressão emocional sobre o corpo.

  Nunca ninguém me viu num estado de absoluto entediamento em relação à vida - ora rio, ora choro, mas nunca deixo de fazer uma das duas, a menos que esteja a reflectir (actividade frequente) ou, é claro, a dormir.

  A mesma música é capaz de me pôr a dançar e a saltar no meio do quarto, sem razão aparente, enquanto, noutro dia, me enterra num estado profundamente depressivo.

  As pessoas que me conhecem costumam ter uma opinião bastante positiva sobre mim... Se é que não me odeiam de morte. Eu própria tenho a perfeita noção de que não consigo ter uma opinião relativamente neutra sobre quem quer que seja. Chego a odiar alguém pela manhã e, por volta do jantar, ter voltado a adorá-la, tal como há três, quatro dias.

  Já devo ter assustado, provavalmente, muitos amigos, dado ser, durante 80% do tempo, enjoativamente positiva, sendo, durante os restantes 20%, completamente derrotista e dramática. Não costumo ser muito racional, muito menos encontro o ponto médio entre estados de louca euforia e excruciante sofrimento. Sou inconstante.

    Os meus antigos colegas do colégio descrevia-me como "aborrecida" e "anti-social". Desde que saí de lá, passei a ser mais conhecida pela facilidade com que encaro desconhecidos e por nunca estar calada. Parece que, agora, sou uma espécie de bicho social, imparável e incontrolável.

  No entanto, não deixo de valorizar a minha faceta de extremos. Mesmo que, exteriormente, não se apercebam da sua existência, eu cá não sobreviveria sem ela. Apesar de já me ter valido uma data de discussões desnecessárias, desgostos anexos e um monte de questões sem resposta... Não faz mal.

  É pena é não me conseguir decidir se prefiro esbarrar contra o equilíbrio, um dia destes, e, finalmente, aprender com os erros, ou se prefiro não quebrar a rotina de bater com a cabeça nos extremos da vida.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dúvida existencial? Não. Uma estranha relação.

Já lá vão sete meses desde as primeiras palavras, os primeiros elogios e os primeiros sorrisos parvos. Foi uma época muito feliz, essas primeiras semanas de Janeiro.

 

Agora, em Agosto, o levantamento de tudo o que se passou entretanto não me deixa parar de pensar. Houve sempre alguma coisa a dizer, elogios e ofensas incluídos, sorrisos parvos e soluços de profunda tristeza, mares de lágrimas e muitas recordações. Muitas primeiras coisas, sem dúvida.

 

Amor? Amizade? Simplesmente os cacos de algo especial? O medo de quebrar a rotina?

Ainda hei-de descobrir.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Grow up, LADIES!

  Sabem qual é uma das coisas que mais me irrita em gente crescida? VESTIREM-SE COMO SE AINDA TIVESSEM QUINZE ANOS! Ele é mini-saias conjugadas com altas plataformas, tops estampados de cor q.b., calças de ganga rotas... Enfim, um nunca mais acabar de autênticos CRIMES ao bom senso.

   Aqui vai um conselho - se os 15 e os 25 já lá vão, não abusem da sorte, ou serão confundidas com... mulheres menos dignas, se é que me faço entender. Senhoras maiores de 35, peço-vos que tenham cuidado com o vosso look. Não se queiram vestir à força como a vossa filha adolescente. Vocês não são a vossa filha adolescente. São ladies respeitáveis que devem fazer compras em lojas como a Cortefiel, a Promod e a Springfield. Por favor, desimpeçam os corredores da Pull&Bear e da Bershka, principalmente os provadores, que estão sempre ocupadíssimos, e as filas para a caixa, que são uns valha-nos Deus de impaciência.

 

Então, recebam, de bom grado, uma ajudinha de alguém que, não vos querendo desvalorizar - ou seja, dizer que já estão fora de prazo, fora de estação, que ESTÃO VELHAS E DE PÉS PARA O CAIXÃO (não, nada disso!) - vos deixa uma respeitável review sobre as vossas imprudências. Afinal, seria uma pena que a Massimo Dutti, a Lanidor e a Decenio fossem à falência por vossa causa!

 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

« why does it rain down on Utopia? » #2

Ultimamente, tem-se previsto céu limpo e muito sol. Basta ter cuidado com possíveis queimaduras solares por excesso de confiança. Mais vale usar um protector de factor 50. Como se costuma dizer, quanto maior o salto, maior a queda.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

(in)Descritível

   Tenho saudades dos abraços. Sinto falta dos suspiros e dos sussurros. Perco-me nas (ainda) nítidas lembranças imensamente coloridas - consigo descrever cada pormenor pertencente a todo e qualquer momento. Lembro-me das roupas, dos sítios, do toque, das sensações, de deitar abaixo todas as barreiras emocionais e de ignorar as regras. Dei tudo o que pude e sei que também recebi muito em troca.

   Tento não me esquecer de nada, faço o impossível por manter cada recordação intacta e no seu lugar. Apenas o futuro me dirá o que fazer com elas.

. i just don't get it .

Se digo que já não amo, estou a mentir a mim própria,

se digo que odeio, odeio-me por ainda amar,

se digo que voltei a apaixonar-me, talvez eu precise de fugir do que realmente sinto,

se não me arrependo de nada, isso sim, é de valor,

se parece que já não quero saber, não acredites,

se ainda choro, não é porque lamente alguma coisa,

se me exalto de cabeça quente, é porque, lá no fundo, estou confusa,

se deixei de verbalizar o que sinto, é porque já não acredito que venha a mudar seja o que for.

Olá, eu sou a Beatriz e não gosto de ti.

De vez em quando, calha conhecer certas pessoas a quem só apetece dizer isto, logo após a primeira impressão.

 


sexta-feira, 29 de julho de 2011

O SAPO (inspira-me) pediu a sugestão de uma leitura para o Verão, mas é mais barato aos pares.

E eu respondo, sem dúvida, os dois livros mais cliché-chique que já li na minha vida:

 

Princesas de Nova Iorque - um drama muito engraçado sobre uma Herdeira-Loura-Falsa-Milionária e a sua Melhor-Amiga-Que-Acaba-Com-O-Menino-Bonito-da-História. Com um final docemente inesperado.

 

Até que ele nos separe - fiquei tão impressionada e senti-me tão dentro da própria história que já pedi desculpa antecipadamente à minha melhor amiga se vier a dormir com o noivo dela na noite do meu 30º aniversário. Não fazia a mínima ideia de que tinham feito recentemente uma adaptação cinematográfica do romance COM A KATE HUDSON até procurar uma imagem do livro, o que me obriga automaticamente a tentar obter (provavelmente, fazendo batotice na Internet) o bem dito filme nas próximas 36 horas.

 

 

 

 

 

 Boas leituras, girls!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

. i . don't . know . [dúvida existencial] #2

Náá. Eu não estou novamente apaixonada.

. incrivelmente nostálgica .

Estive a ler as publicações anteriores e comecei a reflectir sobre elas...

 

   É com extrema admiração que me vejo obrigada a concluir que nada do que escrevi na altura corresponde ao que escreveria neste momento. É incrível, o que as pessoas de cabeça quente são capazes de exprimir - raiva, ódio, negação, obcessão pelas três primeiras, ... - e, quanto mais tento compreender o Meu-Eu-De-Cabeça-Quente, menos o compreendo. Melhor, compreender é fácil, mas perceber como cheguei àquele ponto de negatividade já é mais complicado.

   Num feliz momento de bom senso, eu nunca odiaria ninguém - sublinho, NUNCA. Porém, a verdade é que, nos últimos tempos, ando a questionar-me demasiado sobre coisas bastante triviais. O que é amar? ; o que é odiar? ; será que amo? ; será que odeio? ; será que não consigo viver sem ___ ? ; qual a diferença entre adorar e amar? ; porque é que me sinto tão confusa? ; o que me trouxe a este estado? 

 Mais uma vez, nada disto faz sentido.

 


domingo, 17 de julho de 2011

Mais outras duas que me fazem chorar.

Duas músicas que me fazem chorar.

. i . don't . know . [dúvida existencial]

É possível sentirmo-nos completamente aparvalhados, sorrirmos para o nosso reflexo no espelho quando nem nos penteámos, saltar que nem doidos, dançarmos ao ritmo e sem ser ao ritmo da música, não conseguirmos adormecer e nunca pararmos de sorrir sem estarmos obrigatoriamente, digamos... APAIXONADOS?!

 

E será normal sentir medo, não sei bem de quê, que seja cedo demais para tal acontecer, depois de determinados acontecimentos passados, medo de arriscar, medo de sermos apanhados por estas sensações várias, infantilidades de gente crescida?

 

... i don't know, but i like it, baby ...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

- sweet 16 - OU - a minha melhor amiga faz anos -

Eu sei que ela vai ter um ano fantástico.

 

CORRECÇÃO: nós vamos ter um ano fantástico.

 

REFLEXÃO: começamos a contar um novo ano a partir do dia do nosso aniversário ou a partir de 1 de Janeiro?

 

CONCLUSÃO: none. This is f*cking stupid.

 

 

Parabéns, Inêsinha. {#emotions_dlg.rainbow} Obrigada por tudo e, como tal, continuarei a fazer o impossível para minimizar as tuas azias.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu sou do tempo em que ver o Harry Potter e a Pedra Filosofal metia medo.

  Passada essa fase, seguiu-se a do autêntico fascínio pela saga, uma obcessão que me levou a colar, desesperadamente, posters e mais posters do Daniel Radcliffe (quando ele ainda tinha cara de puto...porque era um puto), tal como da Emma Watson (o meu ícone da moda, o meu role model em atitude) e do Rupert Grint, entre outros alusivos aos filmes nas paredes do meu quarto.

  Seis anos depois, o bichinho continua cá dentro e anseia por ir ver o capítulo final MAL ELE ESTREIE! Ou não tenha eu lido todos os livros umas boas cinco vezes cada um e tenha aprendido Inglês com o filme "Harry Potter e o Cálice de Fogo"...

  As pessoas crescem, mas nunca mudam definitivamente nem descartam completamente os antigos interesses.

 

 

 

sexta-feira, 8 de julho de 2011

« i found time can heal most anything and you just might found who you're supposed to be »

  E eu irei para a faculdade tirar uma licenciatura, estudarei no estrangeiro, viajarei pelo mundo, tornar-me-ei uma óptima jornalista ou editora, serei a autora de uma boa quantidade de livros (uns melhores que outros, talvez), continuarei a cantar e a tocar por pura diversão, arranjarei o homem perfeitamente imperfeito, com quem constituirei a família dos meus sonhos...

 

 

... e, o resto, logo se vê!

 

  Se fosse tão fácil concretizar esta utopia quanto é escrevê-la, a vida perderia a piada.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it » #4

  Oh fofinho, eu sei que tens saudades minhas, mas, sinceramente, eu não tenho saudades tuas... Talvez tenha saudades dos momentos e da pessoa que mostravas ser - há uns tempos. Vou guardar essas recordações com muito carinho, amor, cuidado, blábláblá (...) e fingir que existe um corte temporal entre a altura em que tudo corria (relativamente) bem e o presente. Vou apoiar-te nos teus sonhos, como sempre prometi, mas à margem. Mesmo quando pensares que já me esqueci de ti, estarei a observar-te. Não quero cair no erro de te sobrevalorizar para depois voltar a desiludir-me, não achas?

 

  Espero que também te lembres de mim, de vez em quando... Nem que seja em memória do que signifiquei para ti.

 

 

domingo, 3 de julho de 2011

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it » #3

Beatriz: "Tenho medo de não conseguir (enfrentar os obstáculos)."

Margarida: "Se quiseres, consegues!"

 

A sério?! Porque não disseste isto antes?? Incrivelmente, nunca tinha chegado a tal conclusão...

 

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it » #2

  ELE deve estar a GOZAR COMIGO! Estará a brincar com a vida? Fofinho, ou me apagas completamente da tua vida ou não apagas. Ires-te afastando de mim às prestações não é funcional, penso eu. No entanto, se o consideras uma opção lógica, FORÇA! Depois, não me venhas outra vez pegar por um pé e fazer-me cair, porque não hás-de conseguir nada - ESPERO EU, pela minha sanidade mental.
  Nunca pensei conseguir dizer isto, mas odeio-o. ODEIO-TE! Posso ainda amar-te, pensar em ti, ... Mas também passei a odiar-te. Temos pena. Afinal, não és assim tão perfeito quanto eu idealizava. Que parvo...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it »

  Ainda não entendi porque fazes de mim parva. Achas, sinceramente, que mereço que me enroles com histórias e mais histórias, numa bola de neve que me prende cada vez mais a ti? Acho que nunca te fiz um mal tão grande que o justifique, até pelo contrário. Passo a vida a tentar agradar-te. Serás assim tão difícil de satisfazer? Nunca estás contente, nunca sou boa o suficiente para ti.
  Ora, bolas... Que problema, não é? No fim, a culpa é sempre minha ou, pelo menos, dás a ideia de pensar assim. Não consegues pôr o orgulho de lado por mim, que estou sempre do teu lado - até demais - e faço tudo para não te desiludir?
  Na verdade, já lá vai o tempo em que me atingias e me fazias sofrer com as tuas ditas crises existenciais. Porém, isso já foi há tanto tempo que já nem te deves lembrar. Foi na altura em que corríamos riscos um pelo outro, não apenas eu por ti, o que parece ser habitual nos últimos tempos.
  E, se já não significo nada na tua vida, porque não o dizes logo? Talvez seja porque, apesar de tudo, essa mentira é demasiado grave para ser dita, estarei certa? Tenho a certeza que, lá no fundo, só não admites por causa da porcaria desse orgulho, que a cada dia me repugna mais.
  Eu tenho a certeza que sabes ou tens a mínima noção do quanto me mudaste. Primeiro, por umas razões ; mais tarde, por outras. Deixei de ser a menina que se deixava controlar para passar a ser a miúda intragável que já não consegues influenciar como antes. Já não sou manipulável, por muito que te ame e por muito que pense em ti e por muito que te queira por perto e por muito que sonhe que, um dia, voltaremos ao ponto onde começámos. Apesar de te desejar o melhor e que sejas feliz, não o serás rebaixando-me e brincando com os meus sentimentos.
  Deixa-me que te diga - não te surpreendas quando, um dia, deixar de te responder, deixar de te ligar e seguir desenfreadamente. Não te admires quando ouvires da minha boca que o lugar que há algum tempo ocupaste já não se encontra à tua disposição.
  EUNÃO me encontro à TUA disposição. Por enquanto, ainda podes considerá-lo mentira, mas não julgues que será assim por tempo indefinido. Tudo tem limites e eu tenho objectivos e prioridades, os quais podem não incluir-te a longo prazo.
  Tenho imensa pena por termos chegado onde chegámos, mas, se ficámos por aqui, não foi por minha causa. É possível existirem dois culpados numa situação que só um criou - tu. Desculpa, mas não sei por mais quanto tempo aguentarei observar-te a afastares-me.



16 & smile

É preciso acordar todos os dias com o pensamento "eu tenho muita sorte em ser saudável, acarinhada, amada, em já ter encontrado as minhas verdadeiras vocações e ter estabelecido tantos objectivos, em sentir-me incompletamente completa, em estar rodeada de pessoas fantásticas e encontrar-me numa situação propícia à concretização de tantos sonhos!".
Posso dizer que, aos 16 anos, apesar de me terem acontecido anteriormente imensas coisas adversas à minha felicidade, consegui tornar-me uma boa pessoa e tomar decisões de que nunca me arrependerei, tenham sido elas boas ou más.

Começando da "melhor" forma...

Aí está a prova de como ainda tenho muito que aprender na vida... Nomeadamente, na música.