Oh fofinho, eu sei que tens saudades minhas, mas, sinceramente, eu não tenho saudades tuas... Talvez tenha saudades dos momentos e da pessoa que mostravas ser - há uns tempos. Vou guardar essas recordações com muito carinho, amor, cuidado, blábláblá (...) e fingir que existe um corte temporal entre a altura em que tudo corria (relativamente) bem e o presente. Vou apoiar-te nos teus sonhos, como sempre prometi, mas à margem. Mesmo quando pensares que já me esqueci de ti, estarei a observar-te. Não quero cair no erro de te sobrevalorizar para depois voltar a desiludir-me, não achas?
Espero que também te lembres de mim, de vez em quando... Nem que seja em memória do que signifiquei para ti.
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