quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O ponto de saturação - o pós-ebulição

Há alturas em que só me apetece atirar para a cama e apenas sair de lá quando o cheiro a suor for insuportável. A sério. O meu problema é que tenho a infeliz mania de que consigo fazer malabarismo com todas as actividades em que participo. Não tenho a noção dos limites no que toca à disponibilidade e caio constantemente no erro de pensar que sou capaz de chegar a tudo e a todos. Ora é a escola, ora é a Forum Estudante, ora são projectos paralelos, ora são as disciplinas extra-curriculares, ora é a banda, ora é o blogue...
E, depois, acabo como hoje - passadinha dos miolos até mais não. Só me apetecia mandar tudo às hortaliças e enfiar-me num buraco a dormir (mas um buraco confortável, de preferência). Quando me dá a travadinha, pareço um bebé chorão com cocó na fralda. A seguir, descanso durante umas horas, enfio-me dentro dos lençóis e dos cobertores e, por fim, acordo ligeiramente atabalhoada. Eventualmente, acaba por me passar.
Contudo, acho que, desta vez, tenho de estabelecer prioridades. Acontece-me o mesmo quando começo a ler demasiados livros em simultâneo: vou acumulando-os na mesa de cabeceira, até me esquecer de alguns. Ou seja, com tanta coisa para fazer, já não "acabo" nada nem lhe retiro proveito. Em primeiro lugar, preciso de me decidir pelo que é imperativo não abandonar e pelo que tem de ser largado em prol da minha sanidade mental. Não pretendo acabar o secundário com um esgotamento nervoso.
Já deixei de escrever no blogue todo o santo dia. Esse foi o início. O que se segue é deixar de passar tanto tempo na Internet, algo que já me tinha comprometido a concretizar, por muito difícil que me pareça. Em suma, tenho de deixar de procrastinar (tanto) e começar a ocupar-me com melhores actividades, para também poder ler, para escrever e para descansar e dormir na dose que mais me convier. 

Não sei se estou armada em drama queen ou se a pancada foi realmente forte. O certo é que, hoje, já via tudo turvo e mal conseguia manter-me consciente.
Felizmente (yeeey!), agora já estou melhor. Só não estou é pronta para outra, se não se importam!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Diversificação literária

Apesar de nunca ter gostado muito de ler outras variantes de português que não a do nosso país (como, aliás, já referi), aventurei-me num dos dois livros de contos do Mia Couto que tenho. E não é que até estou a gostar? Mais tarde, dou outros detalhes...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Repitam depois de mim - NÃO

Não, eu não vou opinar acerca das indumentárias dos Óscares. Não, eu não vou reclamar porque o filme X é que merecia ganhar a categoria A ou B e o que ganhou foi o Z. Não, eu não estive a noite inteira colada ao canal E! Entertainment a papar tudo o que era especial da passadeira vermelha. Não, eu nem gosto disso.
Não, não me matem. Por favor. Afinal, este é o blogue do contra, pelo que só se comenta o não comentar.

Noite de Óscares

Mural do Facebook como que entupido com comentários Pipoquianos e Arrumadinhos sobre os trapinhos de suas excelências, as estrelas de cinema.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

E o povo é que paga

A "segurança" de alguns dos membros do governo português - Passos Coelho em destaque, pois claro - e do Cavaco Silva foi reforçada com mais elementos efectivos. Despede-se a função pública e fazem-se cortes na defesa do país, mas há sempre dinheiro para zelar pelas tripas e pelos miolos dos fofos, só porque suas excelências têm medo das cada vez mais frequentes manifestações de descontentamento através da música "Grândola, vila morena" e das reacções que poderá despertar. Já sempre ouvi a minha avó dizer que quem tem cu, tem medo!

Pedro Passos Coelho

Pancadas que se nos dão durante essa coisa da adolescência

Como costuma acontecer à maioria das pessoas numa certa altura da adolescência, também eu sofri uma pancada de fanastismo por umas certas "estrelas da música". No meu caso, foi pelos Jonas Brothers. Na altura, tinha 13 anos, eles estavam a tornar-se cada vez mais conhecidos e, coitadinha de mim, até enchi uma parede inteira do meu quarto, quase de cima abaixo, com posters deles. Quantas revistas Super Pop e Bravo comprei, para os conseguir arranjar! Ouvia Jonas Brothers quando me levantava, quando estava na escola, quando voltava para casa, enquanto lia, enquanto escrevia, enquanto estudava, enquanto adormecia. Só não os ouvia enquanto comia porque a minha família já vomitava Jonas Brothers pelos ouvidos. Enfim... que pancadas que nós temos!
Mas, apesar de toda essa púbere maluqueira, sempre achei que eles tinham algum talento. Todos eles cantavam e tocavam vários instrumentos, além de comporem e produzirem as suas próprias músicas. Talvez ainda continue a achar! Evidentemente, eles mesmos eram, na altura, bastante novos, e isso reflectia-se no que criavam. Ainda assim, tinham piada e andei embevecida pelos meninos durante quase dois anos, tal como a minha melhor amiga (o Joe para mim, o Nick para ela e o Kevin ficava sem ninguém porque tinha ar de totó e era demasiado velho para nós, trololol).
Agora, se me perguntarem se me arrependo de ter passado horas e horas a pensar neles e a conjecturar como haveria de arranjar dinheiro para um possível concerto que pudessem vir dar a Lisboa (nunca vieram, só o Joe, mas eu nem disso soube), tendo tudo sido, aparentemente, nada mais, nada menos do que uma perda de tempo, eu mando-vos dar uma volta. Voltar a ouvir, de vez em quando, o que foi a banda sonora de uma certa época (ainda mais irresponsável e aluada) da minha curta existência, é como reviver o tempo em que andava no colégio e os meus colegas não gostavam de mim, tinha mais acne do que cara, papava todas as séries do Disney Channel (o que eu gostava de Hannah Montana!), aprendia Inglês decorando as letras de músicas lamechas e em que descobri que gostava de escrever. Como se a minha idade justificasse tamanha nostalgia...! Mas, afinal, não serei a única, pois não? (Por favor, não me venham é dizer que têm dezoito anos e sentem o mesmo pelo Bieber! Há idades e idades...)

E, mesmo depois de ter ultrapassado essa fase, continuo a ter outras. Só já não nutro nenhuma crush por músicos ou actores...

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Rick, the playboy

Toca um telemóvel na aula.
Lisete: Fogo, Ricardo! Desliga o telemóvel! Ah ah ah!
Eu: Deixa lá estar o rapaz, que deve ser a amante dele.
Solly: Mas eu não lhe liguei...

11 perguntas


Recebi, mais uma vez, o Liebster Award (yeeey, fico contente por ser nomeada tantas vezes para este tipo de desafios), mas, como já o completei noutras vezes, fico-me apenas pelas novas perguntas que me colocaram.

Estas são da Maria. Obrigada!


1. Um escritor(a) que aprecies muito.

Gosto muito do José Luís Peixoto, em particular das suas crónicas pessoais.


2. Fala-me de uma personagem à tua escolha.
Não me recordo, de momento, de nenhuma personagem de que gostasse de falar.
Talvez me permitam referir a genial heteronímia de Fernando Pessoa, sendo os seus próprios poemas ortónimos brilhantes. Dizem que o homem era assado do miolo, mas não há mérito que não se lhe possa dar! Pode ter criado mais de 70 alter-egos distintos, pode ter estado demasiado à frente no seu tempo... Não deixarei de o admirar.

3. És a favor ou contra o aborto? Porquê?
Sou a favor, pois é uma alternativa muito mais humana ao posterior abandono das crianças ou, podendo até chegar a ser pior - aos maus-tratos ou à negligência.

4. Praticas algum desporto?
Pratico o "sentar o rabo na cadeira e procrastinar ao computador".

5. Acreditas em Deus? Porquê?
Acredito numa entidade superior e, sim, posso-lhe chamar Deus, mas não me identifico exclusivamente com os princípios de uma só religião. Acho que, no fundo, ainda não conheço nenhuma bem o suficiente para me considerar parte dela. Sinteticamente, acredito num Deus universal.


6. Um livro que marcou a tua infância.
Lembro-me de ler muito as bandas desenhadas da Disney, de alguns dos heróis da Marvel, da Mafalda... Ainda assim, acho que nenhum livro me marcou realmente até ter começado a ler Harry Potter. Shame on me...

7. Porquê um blog?
'Cause I'm an attention whore.

8. Preferes os livros ou ficas pelos filmes?
Prefiro os livros, não denegrindo os bons filmes que já vi até hoje.


9. Como é que ganhaste a tua última nódoa negra?
É capaz de ter sido a saltar no plinto, em Educação Física. Ou a tentar.


10. Séries que andas a seguir.
Savage U, a série (ou será reality show?) com que mais me identifiquei nos últimos tempos! Não é apenas mais um cliché da MTV, com swag fags e horny bitches à mistura. É fixe e educativo. Bazinga!


11. Um local fictício que gostarias que existisse.
Uma casa com apenas uma cozinha, um quarto, uma casa-de-banho e um jardim bonito, onde houvesse sol durante o dia e céu aberto para se ver as estrelas de noite. Alguma mobília e um computador, montes de folhas de papel e uma ou duas canetas de marca recarregadas. Inspiração à tona. E alguns amigos e família poderiam visitar-me de vez em quando - mas sem exagerar!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O que acontece quando o Chocapic do supermercado tem uma "receita nova, agora com mais cacau", mas passa a saber aos cereais da marca branca

Eu descubro outros que, sendo tão bons, quase não chegam à taça (que é como quem diz "isto come-se que nem bolachinhas").

Do tédio

Este ano lectivo, sinto-me entediada. Estou sem acção, não tenho vontade de estudar e, quanto a tenho, parece que nunca se reflecte totalmente nos resultados. Já no nono ano me aconteceu o mesmo: desmotivação a nível 3500. No quase culminar de mais uma etapa, fico farta do ambiente, do ritmo, do que tenho de aprender sem lhe encontrar utilidade directa, das pessoas - de que não gosto nem deixo de gostar, de todo, e que são apenas apanhadas na minha onda de negativismo - e de tudo o que se traduza na constatação "ainda aqui estás e aqui ainda ficarás durante mais uns meses".
Acho que, pela minha natureza dinâmica, rapidamente me ressinto pela falta de mudança. Preciso desesperadamente de entrar em contacto com a novidade para, assim, voltar a ser posta à prova. Por agora, ainda tenho que ser paciente e esperar.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Cena que me faz comichão

Pessoas que escrevem diminutivos com apóstrofo antes da terminação... como "diminutivo'zinhos". *tiro nos miolos*

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Alvoroço na blogosfera portuguesa

Vem a caminho um pipoco arrumadinho. Ou um arrumadinho apipocado.
Agora é que isto se torna uma monarquia, já com direito a príncipe blogosférico e tudo.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

MIMOS! (Rick's stuff #7)

E eis que chegou (e já quase que passou) um dos dias mais adorados, mas também odiados (costuma sempre haver quem morra por vivê-lo todo o santo ano e, por outro lado, quem fiquei um bocado para o eriçado, não tendo com quem festejar), de sempre: o Dia de S. Valentim - ou, para os mais românticos, o Dia dos Namorados! 
E o que implica uma data como a de hoje? Presentes? Tréguas nas discussões?! Mais presentes???!
Costumo pensar que o Dia dos Namorados tem bastante em comum com o Natal. Ambos celebram o amor e a partilha, mas a sociedade actual acabou por transformá-los numa bela desculpa para se aumentar o consumismo em épocas aleatórias do ano. Além disso, segundo as minhas mais ou menos humildes convicções, se não se celebra o amor e a partilha no resto dos meses, não será pontualmente que a sua exaltação valerá de alguma coisa. Vale, sim, se consistir num maior número de oportunidades para se demonstrar o que se sente, sem que seja necessário fazerem-se umas compras apressadas de lembranças impregnadas de corações até ao vómito, só para não parecer que se foi desleixado. E até nem vejo mal nesses corações se forem dados com intenção, mas... vocês entendem... São prendas materiais. Gastam-se rios de dinheiro em presentes que não se oferecem noutras ocasiões, quando o Dia dos Namorados e o Natal são só pretextos para nos relembrarmos da importância dos nossos loved ones e para lhes oferecermos canecas com motivos facebookianos...

Wait... what?

Momento para exibicionismo pessoal:


Iei! O meu amor deu-me uma caneca personalizada para a minha colecção! E, como não vinha embrulhada e me esqueci da chave do cacifo, andei a passeá-la na mão desde as oito e meia da manhã até ao final da tarde... As pessoas que passaram por mim devem ter pensado que eu andava maluquinha, mas, pelo menos, fui uma maluquinha feliz!
E é nessas palavras que sintetizo o Dia dos Namorados: um bando de maluquinhos felizes e aluados que , a 14 de Fevereiro, recebem peluches, presentes, flores e, acima de tudo, muito mimo - não há nada melhor do que esse mimo! Especialmente se nos for dado 365 dias por ano.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Habemus likes procrastinadores!
THUMBS UP!

Inscrição de emprego

Preencho todos os campos, linhas e quadradinhos com a máxima atenção. Sou milimetricamente cuidadosa com as minhas cruzes e com cada letrinha ou número, para que não hajam dúvidas acerca da minha identidade, características e preferências.
No fim, engano-me na assinatura.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

É Carnaval e eu não vos levo a mal (nem vocês a mim)

Sendo o Facebook o portal sagrado para a coscuvilhice alheia e o pavoneamento socialmente obrigatório, já o meu mural de novas notícias se enche de fotos onde figuram meninas em trajes menores e brilhantes, sambando, ou adoráveis palhacinhos que em menos de um esgar assustariam o mais corajoso dos coulrofóbicos (tive de ir verificar esta palavra ao sábio Google, shame on me). 
E quem desdenha quer comprar, já me ensinava a minha professora da primária.
Até ao ano passado, só não festejei o Carnaval uma vez ou outra. Podia não ter um grande disfarce, mas munia-me sempre de papelinhos e serpentinas e ria-me e permitia-me ser pateta, mesmo que não o mostrasse nos restantes dias.
Este ano, chove, faz frio, venteja e só tenho é vontade de hibernar até meados de Março, altura em que se assistirá ao degelo do pára-brisas do carro, simbolizando o renascer de toda uma espécie de gente moribunda que até já implora por meia dúzia de raios de sol a meio da manhã - como eu. O que se recomenda por estes lados é arranjar um bom cobertor e andar a passear dentro do trajecto cama-sofá, de preferência, perto de uma lareira ou de um aquecedor, se é que nos levantemos de qualquer um deles. Benditas mini-férias!

Ao longo dos últimos dezasseis Carnavais, fui-me mascarando de palhaça, bailarina, fada, gato, bebé e, provavelmente, de um qualquer animal a que os meus pais acharam piada quando eu não estava plena das minhas capacidades reinvindicativas. Ao décimo sétimo, sou apenas Beatriz, a empijamada.

Badass clown em 2002.
Estão a ver aquela flor que tenho ao peito? Distantes vão os dias em que ela esguichava água... misteriosamente. MUAHAHAHA! (Coulrofóbicos, watch out!)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Google Chrome desafia Acordo Ortográfico



Afinal, não sou só eu.

1/15 - "O Ilusionista"


Eis o primeiro filme totalmente visto do meu desafio dos 15 filmes: "O Ilusionista" (também conhecido como pretexto-para-estar-abraçada-ao-meu-cobertor-humano-durante-hora-e-meia-sem-parecer-estar-a-abusar-da-sorte-perto-da-minha-avó).
Não é uma história de amor, não é uma história sobre magia, não é uma história sobre História - é uma mistura. Não tem muito suspense, mas também não é demasiado previsível. Principalmente a partir da segunda metade, começou, por um lado, a deixar-me intrigada com algumas "pontas soltas" sobre os truques do ilusionista; por outro, fiquei desiludida por não terem sido desvendados ou minimamente explicados - o que, bem visto, acaba por ser o "segredo do negócio". Até o final foi imprevisível!
Portanto... dou-lhe 7 em 10!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

É Carnaval e ninguém há-de levar-me a mal

Acho que, mesmo não festejando propriamente o Halloween, chego até a dar-lhe mais importância do que ao Carnaval. Pois... não ligo ao Carnaval. Que triste!
Acho que, se conhecesse alguém com quem me pudesse mascarar e brincar e atirar papelinhos, pregar partidas, sentir a folia da época, era capaz de também o fazer. No entanto, anda tudo tão deprimido, tão sem entusiasmo, preocupado com o futuro e com a falta dele, com trabalhos, testes, com a sua própria existência - tal como eu - que nem me atrevo a destoar do rebanho. Como se já não bastasse, está frio e a chover.
O Carnaval é, em primeiro lugar, um estado de espírito. Se não o temos, apenas agradecemos os três dias de pausa escolar para pôr o sono em dia.

Boa noite e durmam que nem uns ouriços!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Existem dois tipos de pessoas:

a) Aquelas que já se colocaram de pernas afastadas por cima de um aquecedor e largaram uma bufinha voadora;
b) Aquelas que ainda hão-de arranjar maneira de tentar.

Divertimento garantido.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

PSYCHOFACTZ

More Facts on Psychofacts :)

Até agora, segundo o "Teste de Qualidade" a que a malta procrastinadora tem respondido na barra lateral do blogue que a exalta...
  • 3 pessoas acham que é "o MELHOR dos blogues!";
  • 6 pessoas acham que é "muito bom" e que "tem pouco a melhorar";
  • 1 pessoa acha que é "o pior de todos".

De acordo com o PSYCHOFACTZ, se calhar tenho é de passar a ser ainda mais "maluca".

Mais ou outro "prémio"? - Liebster Award -

Fui presenteada pelo Tímido com o prémio Liebster Award. 

O prémio teve origem na Alemanha e tem como objectivo divulgar blogs com menos de 200 seguidores, blá blá, blá... Obrigada! Eu até que acho piada a estas patetices. Afinal, do que é que os patetas haveriam mais de gostar?

" AS REGRAS SÃO:

1. Postar 11 coisas sobre mim;


2. Responder às 11 perguntas que nos foram atribuídas;


3. Nomear 11 blogs com 200 ou menos seguidores, colocar o link do blog e avisar sobre o prémio;


4. Fazer novas 11 perguntas aos blogs nomeados.



Então, vamos lá embora... Vocês já me devem conhecer melhor do que eu a mim mesma, mas aqui vai disto...

  1. O meu namorado é o mais divertido de todos os tempos, o mais descontraído, o mais simpático, o mais racional, o mais-mais. E não, não sou como uma certa cadeia de supermercados que "iguala a oferta se encontrar mais barato" (neste caso, melhor). Este já é meu, arranjem outro.
  2. Caramba, está mais frio dentro da minha casa do que lá fora! Desta exclamação, poderão concluir que sou friorenta. Mais ou menos.
  3. Detesto jogar futebol, à semelhança de 4/5 da população humana do sexo feminino deste mundo.
  4. Por oposição, adooooooooooro jogar voleibol!
  5. Sou perfeccionista...
  6. ... mas tenho quase sempre o quarto desarrumado.
  7. Por vezes, dou numa de gritinhos histéricos e guinchos suspeitos.
  8. Gosto de misturar açúcar às pipocas salgadas que se preparam no microondas.
  9. Amanhã, quando voltar ao dentista, vou meter elásticos cor-de-rosa (ou de outra muito berrante) no aparelho.
  10. Gosto de ler quando acordo.
  11. O meu primeiro interesse amoroso foi o Daniel Radcliffe.
PERGUNTAS:

1. Tens carta?
Suponho que seja referida a de condução. Então, não. Nem tenho idade para a ter.

2. Qual o teu maior sonho?
Aquele em que a minha professora de Francês transformou o meu namorado num escaravelho. 

Ah, não era desses...

3. Qual o momento mais feliz da tua vida?
É com muita satisfação e orgulho que respondo que, durante a minha curta vida, já tive muitos momentos de rebentar de felicidade.

4. Quais as coisas que mais prazer te dão(e não, não é nesse sentido)?
Quão cliché seria se eu dissesse que é estar com as pessoas de quem gosto e partilhar umas boas gargalhadas...? E ler. E escrever. E ouvir música. E cantar.

5. O que mais te assusta?
Não ter, no futuro, alguém com quem partilhar as minhas patetices.

6. Quem não imaginas fora da tua vida?
A minha família e pouco mais.

7. De quem sentes mais falta?
Da minha cama, nove horas por noite.

8. Qual é o teu prato favorito? 
Carne de porco à alentejana, qualquer coisa com massa...

9. E qual é o que não consegues comer?
FÍGADO!

10. Tens animais de estimação?
Três cães, dois gatos e uma tartaruga. Os meus amigos não devem servir para efeitos de contagem. 


11. O que te levou a criar o Blogue?
Encontrar outros patetas para nos juntarmos a procrastinar.

***


Contudo, dado que recentemente já completei um destes inquéritos, não vou passar o testemunho a ninguém nem fazer perguntas (ou talvez as faça mais tarde, noutra publicação).
Au revoir, que vou ter aula de Franciú.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

E, se não for muito incómodo, MORRAM!

Origem: http://dre.pt/pdf2sdip/2013/02/025000001/0000200005.pdf

Caríssimos responsáveis pelo GAVE e Ministério da Educação,

Vocês são feios - uns meninos muito, muito feios! Eu, menina bonita (cof, cof), bem-comportada e moderadamente simpática, ou seja, a personificação do que existe de mais agradável no mundo (cof, COF!), desejaria celebrar o início da minha idade adulta (pff... big deal) no próximo dia 16 de Junho, sem estar subterrada debaixo de apontamentos, livros e coisas que tais. Pelo contrário, graças ao vosso divinal sentido de oportunidade, vejo o meu caso um bocadinho para o escuro, assim numa tonalidade entre o negro e o... NEGRO-A-CAPS-LOCK. Ah, pois... No 9º ano, já me tinham pregado a alegre partida de marcarem o exame de Português na data do meu aniversário, mas, como eu ainda não estava suficientemente contente, PIMBAS, enfia lá mais um exame de Português, (só que ainda pior) no dia seguinte àquele em que devias fazer o que mais te desse na real-gana, com os teus amigos. PIMBAS OUTRA VEZ, esquece lá isso, Beatriz, porque, mesmo que tu não precises de estudar, eles hão-de precisar!

Obrigadinha. 
Com uma facada e um tiro,
Beatriz, a Desconsolada

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Manifesto contra a intolerância literária

Na minha opinião, cada um tem direito a gostar de ler o que mais lhe apetecer, sejam romances, ficção científica, clássicos, banda desenhada... - o que for. Existem géneros para todas as preferências. Evidentemente, há livros que têm mais qualidade literária do que outros, mas, penso eu, o importante é ler. Ler desenvolve a nossa capacidade imaginativa, a nossa compreensão, diverte-nos, torna-nos mais tolerantes e susceptíveis de aceitar conhecer novas pessoas e realidades e, como se não bastasse, aumenta a nossa auto-estima (afinal, quem é que ainda não se sentiu orgulhoso e satisfeito consigo mesmo depois de acabar um livro?). Há quem goste da escrita da Margarida Rebelo Pinto, há quem goste da escrita do Lobo Antunes. Não percebo porque é que ainda existe quem se sinta obrigado a escolher leituras que não lhe interessam e que nem sequer entende, só porque "fica bem" dizer aos amigos que já leu não sei quantas obras do Saramago.
Por acaso, acho que não tenho nenhum estilo literário preferido. Normalmente, leio o que o meu estado de espírito me ditar que devo ler em determinado momento. Deve ser por causa disso que tenho quase dez livros à mesa de cabeceira (nomeadamente, O Hobbit, A Literatura ensina-se?, Terres des hommes, The Spanish Embassador's Suitcase, Homens que Matavam Cabras Só Com o Olhar, ... - quanta instabilidade literária!) e nunca mais acabo nenhum deles. Só sei que já apreciei mais aquele tipo de romance lamechas e previsível, com muita complicação amorosa pelo meio - a MRP herself, Nicholas Sparks, Dorothy Koomson... De qualquer modo, não lhes retiro mérito algum. À sua maneira, estes autores conseguiram ser bem sucedidos no que fazem e têm sempre quem lhes compre os seus livros (e eu seria tããão feliz se, no meu futuro, alcançasse metade do que eles alcançaram!).
Não costumo julgar ninguém pelo que lê e muito menos pelo que deixa de ler. Tal não é significado de se ser mais culto ou mais ignorante. Bem-vindos ao mundo da livre-concorrência e do livre-arbítrio literário, onde os livros do Eça de Queirós partilham as prateleiras de Literatura Portuguesa, nas bibliotecas, com os do Nilton!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A tarde em que passei a gostar de leões de papel


Não sei muito sobre os Paper Lions, mas foi amor ao primeiro acorde com esta música, quando a ouvi hoje à tarde. Para minha alegria - e a de quem lhes der uma oportunidade -  têm uma EP disponível para download gratuito no seu site (e disponibilizo a aplicação já aqui). Música como a que criam é que devia passar na MTV e noutros canais. Dêem lá a reforma ao Gangnam Style e ao Justin Bolacha...!

Epigénese = potencial genético + influência do meio envolvente

A minha avó...?
She's such a drama queen!

Estou a ficar como ela.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

15

Eis um novo desafio a que me proponho! Da enorme quantidade de filmes em DVD que tinha cá por casa, escolhi os 15 que mais me agradaram pela sinopse e pu-los de parte, para os ir vendo durante as próximas semanas. Menos procrastinação, mais cultura cinematográfica!


1 - "Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar": já estou a ler o livro e só verei o filme depois de o acabar.

2 - "Matrix": já o devo ter visto, mas não me lembro muito bem da história.

3 - "Matriz Reloaded": idém.

4 - "Matriz Revolutions": aspas, aspas.

5 - "Bom Dia, Tristeza": há uns meses atrás, comecei a ler o livro em Francês, ou seja, na sua versão original. Infelizmente, na altura andava em tempo de testes e acabei por devolvê-lo na biblioteca. Talvez o filme me dê motivação para o voltar a trazer para casa.

6 - "A Última Legião": um pouco de História, um pouco de ficção e aventura. Promete!

7 - "Parnassus, o homem que queria enganar o Diabo": o último filme do Heath Ledger, com outros actores de que não desgosto (Jonny Depp, Jude Law, Christopher Plummer, ...). Cheira-me a fantasia e a intriga.

8 - "Homem de Ferro": inspirado num herói da Marvel?! Tenho de ver!

9 - "Homem de Ferro 2": ... e, quem vê um, vê dois.

10 - "Drácula 2001": quando os vampiros ainda não brilhavam e eram os maus da fita.

11 - "X-Men": in the mood for Marvel.

12 - "X-Men 2": já agora...

13 - "Slipstream": com o Anthony Hopkins a assumir o papel de protagonista, deve valer a pena. Além disso, o enredo parece-me fantástico (um escritor cujas personagens que cria começam a tomar vida).

14 - "O Ilusionista": na contracapa, bastou-me ler duas palavras para me render - realidade e magia.

15 - "Cyrano": amor, confusões no amor, história de outra época, de nacionalidade francesa, com o Gerard Dépardieu... Porque não?


E, como não poderia deixar de ser, hei-de escrever uma pequena crítica sobre cada um deles. Portanto, esperem só um bocadinho, que hoje ainda sou capaz de ver o "Matrix" (afinal, os professores de Filosofia recomendam-no, sempre que se referem às teorias cartesianas, e amanhã tenho teste sobre essa matéria!).

Epifania!

Falando em pizzas e preservativos, tive uma ideia brilhante para um novo produto. Tal como as batatas fritas vêm com tatuagens, os Bollycaos com tazos, os ovos Kinder com um brinquedo para montar e o Happy Meal com uma ranhosice plástica qualquer Made in China, podiam arranjar um menú especial de pizza entregue ao domicílio, cujo brinde poderia ser, adivinhem lá... PRESERVATIVOS! (Digam lá que não teria sucesso...!)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

PRESERVATIVOS (e pronto, captei a vossa atenção)



Aposto que a situação "do you have a condom? (and not having it)" aconteceu a um dos publicitários da Durex. É o único modo pelo qual vejo que alguém se lembre de criar uma rede de distribuição de preservativos ao domicílio. Só falta virem embebidos em lubrificante com sabor a pizza ou a comida chinesa.

Procrastinar é...

... ter de estudar Filosofia (URGENTE: teste na segunda-feira) e não ter vontade, pelo que opto, enquanto ela não chega, por actualizar o meu CV. Sou tão anormal que adio uma tarefa desagradável com outra não menos desprezível.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cultura 'tuga - lição nº1

Não subestimar o poder da dinastia Malhoa no mundo da música 'tuga* (ou lá o que eles pensam que fazem). Se não tiverem cuidado, ainda acabam como eu: perdendo 40 segundos da vossa vida a testarem os limites da foleirice nacional.


* Atenção: "música 'tuga" é diferente de "música portuguesa", designando realidades quase opostas.