Acho que, mesmo não festejando propriamente o Halloween, chego até a dar-lhe mais importância do que ao Carnaval. Pois... não ligo ao Carnaval. Que triste!
Acho que, se conhecesse alguém com quem me pudesse mascarar e brincar e atirar papelinhos, pregar partidas, sentir a folia da época, era capaz de também o fazer. No entanto, anda tudo tão deprimido, tão sem entusiasmo, preocupado com o futuro e com a falta dele, com trabalhos, testes, com a sua própria existência - tal como eu - que nem me atrevo a destoar do rebanho. Como se já não bastasse, está frio e a chover.
O Carnaval é, em primeiro lugar, um estado de espírito. Se não o temos, apenas agradecemos os três dias de pausa escolar para pôr o sono em dia.
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