quarta-feira, 15 de maio de 2013
Beatriz ♥ Murakami
domingo, 12 de maio de 2013
"As saudades que eu já tinha da minha alegre casinha..."
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| O "hino" aciganado da Forum Estudante e seus criadores. |
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| A representação da Margem Sul feat. mega careta da Beatriz. |
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| O jogo dos patinhos OU como cair redondo no chão. |
sábado, 4 de maio de 2013
Isto hoje estamos numa de publicações curtas
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Irmandades e coisas que tais
Será que também há um dia dos filhos únicos??
quinta-feira, 28 de março de 2013
"Carpe diem"
sexta-feira, 8 de março de 2013
Conversas de boca cheia
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Rick, the playboy
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
"We used to be friends"
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Quando a rotina é interrompida (à parte os motivos)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
"Anon's fofos"
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Qualquer referência a actos violentos é puro sarcasmo e não deverá ser levada a sério
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
SAY WHAT?
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
os ignóbeis convencidos
Sabem o que me irrita? Entre muitas outras coisas, rapazes que são uns ignóbeis convencidos que, mesmo não tendo nada, mas mesmo na-di-nha de especial, se acham umas grandes figuras. E, mais do que isso, odeio que, sendo rejeitados por uma rapariga, fiquem sem saber bem porquê. Porque será…?!
Coitados. Não, a sério. Coitados! Tenho pena que existam desafortunados desses a caminhar pelo mundo fora. É que um pouco de humildade nunca fez mal a ninguém – nem um bom par de olhos na cara e um pedaço de bom senso. Se alguém já morreu de indigestão por causa deles, que se chegue à frente (ou que se levante da campa, neste caso). É que, da sua falta, derivam outras maleitas igualmente perigosas. Enumerando algumas: estupidez q.b., humilhação, parvoíce, humilhação, permanente ausência de relações amorosas, mais humilhação… tudo isto sendo uma causa/efeito de constantes rejeições, umas atrás das outras.
Tamanhos egos intrigam-me. Estas criaturas até podiam ter uma qualquer característica que os fizesse sobressair de entre as restantes do sexo masculino, mas não. Além de serem rapazes absolutamente normais, ainda são uns panhonhas do caraças. São pouco apelativos para o sexo oposto, a dobrar ou ao quadrado, venha o diabo e escolha. Não há nada que os salve de si próprios, a menos que exista por aí uma miúda igualmente totó e, desse modo, como se costuma dizer, “cada techo tem a sua panela”.
Eles tentam elogiar, eles tentam ser atenciosos, eles tentam ser homens (ai, minha nossa!) e só fazem porcaria. Não compreendem o sexo feminino, não reconhecem que não o compreendem e, consequentemente, nem fazem por compreendê-lo. Enquanto rapariga, isto poderia ofender-me, se eu me desse a tal importância. Não dando, apenas me faz comichão.
Conheço pelo menos dois casos de “bichos” como estes que vos descrevo. Podia não vos dizer que já fui o “alvo” de um deles, mas a situação até tem a sua piada (apesar de, na altura, não ter tido nenhuma, agora sim, até tem). O segundo já levou não sei quantas tampas (atrevo-me a chamar-lhes TAMPÕES!) de uma amiga minha e continua sem chegar lá, ao cume da montanha da iluminação, ou seja… à primeira, persiste-se; à segunda, insiste-se; à terceira, desiste-se. Algumas pessoas, incluindo eu, já lhe esmiuçaram a ideia de todas as formas e feitios concretizáveis e… o resto já vocês imaginam. Das duas uma: ou o rapaz se encontra em negação há catrefadas de meses, ou é mesmo tapadinho.
No que pensarão estas cabecinhas? Em que acreditarão elas?! Que são deuses em forma humana? Que são humanos com poderes divinos? Que são lindos, maravilhosos, desejáveis, irresistíveis? Mas não são. Será assim tão complicado chegar a uma conclusão de tamanha simplicidade? Será assim tão complicado olharem-se ao espelho, procederem a uma curtíssima introspecção e avaliarem-se como gente pensante? E até poderiam ser realmente criaturas fantásticas e deslumbrantes, estando conscientes disso, desde que conseguissem mentalizar-se de que, por muito perto da perfeição que alguém esteja, nem sempre poderá agradar a gregos e a troianos. Então, no amor, nem se fala!
Não escolhemos de quem gostamos ou por quem nos sentimos atraídos, portanto, os ignóbeis convencidos que tomem juízo. Não será por passarem meia vida a tentar conquistar uma rapariga que ela se vergará perante os seus esforços, não será por lhe perguntarem mil vezes como está que serão mais agradáveis, não será por se lamentarem infindavelmente aos seus amigos que eles lhes satisfarão a necessidade eminente de dar uma queca.
Porque, ao fim e ao cabo, tudo isto não passa de um assunto estritamente hormonal. Rapazes como os que retratei estão, como é evidente, desesperados. Não é que estejam realmente interessados em conquistar por razões amorosas. Na cabeça deles, o carinho e o desejo misturam-se. Não é de estranhar que anseiem por um relacionamento amoroso, dado o contacto físico ser uma das premissas incluídas no compromisso (supostamente).
Os ignóbeis convencidos que se enganem a si mesmos! Estejam à vontade. Toda a gente já lhes adivinhou as intenções. Do que precisam não é de alguém para amar, mas sim de uma companhia casual. Se fossem minimamente inteligentes, sabê-lo-iam de antemão e estariam quietinhos e caladinhos.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
as "loucas" conversas à hora de almoço (ou pura parvoíce)
Lisete (bebendo do copo do Ricardo): Isto parece chá.
Ricardo: Hum... porque é Ice Tea.

terça-feira, 6 de novembro de 2012
gosto #1
(Escrito em Agosto; na altura, esqueci-me de o publicar.)
Gosto de escrever, falar, comunicar, argumentar, enfim, gosto de me expressar. Gosto do fluir da caneta no papel ou do insistir das teclas que registam cada pensamento como se fosse o último, quando a musa o permite, e de medir o tamanho das minhas ideias pela quantidade de palavras.
Gosto de barras de chocolate, de cereais de chocolate, bolos de chocolate e gelados de chocolate, principalmente quando comidos à beira-mar ou na companhia dos meus amigos.
Gosto dos meus amigos e de os ter por perto, gosto de os ver sorrir. Gosto que eles sintam que os quero apoiar e proteger, apesar de nem sempre ser possível. Gosto da minha família de sangue, das minhas famílias emprestadas e dos meus animais de estimação – três cães, dois gatos e uma tartaruga – tal como gosto de ser a prima mais velha e encher os mais novos de mimos, antes que eles cresçam e passem a rejeitá-los.
Apesar de gostar das férias, também gosto muito do tempo de escola, porque tenho gosto em aprender e em sentir-me motivada e valorizada. Gosto de voleibol, de basquete e de dança, mas vivo bem sem a ginástica ou o futebol.
Há livros de que gosto mais e outros que dispenso. Gosto de crónicas, blogues, sarcamos, ironias, de pessoas normais que escrevem como génios e de génios que escrevem como pessoas normais. Gosto de José Luís Peixoto, de José Saramago, de Inês Botelho e de Rui Zink. Gosto ainda da J. K. Rowling, da Stephenie Meyer, do C. S. Lewis, do Christopher Moore e da Meg Cabot.
Gosto da minha maneira de ser e do meu irritante optimismo. Gosto de saber que sou a amiga parva e absurdamente extrovertida que é capaz de fazer figuras no meio de qualquer sítio. Gosto mesmo de as fazer! Gosto de ser criança e de, aos poucos, ir assumindo responsabilidades, direitos e posturas de adulta, tal como de ver o futuro de uma perspectiva risonha, apesar dos tempos difíceis por que estamos a passar.
Gosto de ter cuidado antes de atravessar a rua, quando desço escadas ou quando me apaixono. Gosto de gostar de alguém, mesmo que não valha a pena por não ser correspondida, porque a lamechice de que sou vítima sempre rende alguns textos. Gosto de me sentir protegida, pelo que é óbvio que gosto de abraços, em grau de preferência consoante o “abraçador”. Acho que também gosto de beijos e beijinhos, principalmente se forem completamente inesperados. E de dar a mão.
Gosto de palavras ditas com boas intenções, de declarações inesperadas e, por vezes, de surpresas.
sábado, 3 de novembro de 2012
faz parte
Mudamos de penteado, mudamos de e-mail, mudamos de meias. De vez em quando, gostamos de mudar de ares, conhecendo novos sítios e revisitando os antigos. Noutras alturas, cansamo-nos do que não nos interessa, abandonamos velhos hábitos e desistimos de certos desafios. Ao fim e ao cabo, achamos que toda a nossa vida é feita de metamorfoses constantes, umas rápidas, outras mais subtis, que nos levam à circunstância desconhecida que, mais tarde, será o agora.
E os amigos? Esses já não os trocamos ou, pelo menos, não deveríamos trocar. No entanto, é inevitável que tal vá acontecendo.
É a vida…
Não vou negar que existem por aí muitas amizades com prazo de validade. Talvez eu tenha algumas, mas, evidentemente, diferencio-as das que não o têm, categorizando-as: são as amizades por conveniência, as que nos interessam em determinado momento. E não me venham com moralismos, coisa nenhuma! Quem é que, a dada altura, não deixou de falar com o amigo X ou Y porque assim aconteceu, sem ressentimentos nem causas específicas? Parabéns – vocês já tiveram uma amizade por conveniência. Não lhe atribuam essa qualidade pejorativamente! Nem sempre podemos ter os nossos amigos-de-sempre-e-para-sempre por perto. Acontece…
Porém, lamento alguns “amigos” que fui perdendo pelos motivos mais patéticos. Às vezes, ainda dou por mim a perguntar-me como estarão e qual as decisões que vão tomando, se têm passado bem, se também se vão recordando de mim ou se, por outro lado, querem é ver-me bem morta e enterrada (ei, não julgo ninguém!).
Ainda assim, lembro-me deles principalmente porque, como já mencionei, as verdadeiras amizades não se deviam perder do pé para a mão. E é aí que o bom senso se me refresca: talvez tenham sido apenas meias mentiras e, apesar de o serem, não têm de constituir um drama descomunal. Se não deu, não deu - o que não impede que, numa ocasião ou noutra, sintamos uma qualquer nostalgia ou saudade.
Faz parte…
domingo, 14 de outubro de 2012
bfehjvevbhvbg, não desafiem a minha ira!
Quando ouvirem nas notícias que um rapaz de vinte anos foi assassinado à joelhada ou à bofetada na Margem Sul, denunciem-me. Fui eu que matei um amigo que acha que um bom exemplo de piada antes de ir dormir é comunicar-me que irá ser pai, mantendo a mentira a pés juntos durante praticamente cinco minutos. Se ele me queria matar de preocupação, quase conseguiu. A sorte dele é que estávamos a conversar pela Internet!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
parem lá com isso, rapazes
Os últimos rapazes com quem tenho travado conhecimento só me sabem desencaminhar - aparentemente, claro. Uma das coisas que me dizem mal começam a ter mais confianças comigo - e sabem que eu a) não vejo diferenças entre sair à noite ou sair de dia e b) não bebo - é algo do género "um dia, levo-te mesmo a sair à noite e vamos beber uns copos, vais ver como gostas", por vezes alternado com "fixe, vamos sair e pelo menos hei-de ter alguém para conduzir!". Recomendo-lhes que se deixem disso, porque, mesmo que não seja essa a intenção, parece que me querem embebedar e saltar para cima da espinha ou trancar-me dentro de um carro... saltando-me para a espinha, de qualquer maneira. Obrigada!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
anteontem
Anteontem (como o título indica) fui a Cascais receber a minha menção honrosa (Escrita Criativa, sub-categoria de poesia) do concurso de criatividade Grande C.
Digo-vos que achei tudo uma beleza até chegar ao local em questão. Acordei mais cedo dado que, supostamente, os vencedores teriam a oportunidade de conhecer pessoalmente o júri da sua categoria e... nada. Não houve encontro nenhum a não ser a cerimónia de entrega de prémios em si, onde estavam presentes algumas figuras conhecidas do público e outras que, não sendo tão conhecidas, são de ainda maior relevância. Dos nomes que poderão conhecer, eventualmente, vi os Amor Electro, a Carolina Deslandes, a Rita Redshoes, o Miguel Ângelo, a Paula de Carvalho, entre tantos outros de que não me recordo de momento. No entanto, a desorganização não se manifestou apenas pelo encontro que não encontrou. A cerimónia começou com mais de meia hora de atraso e as actividades que estavam agendadas para a tarde foram a derradeira prova da falta de brio nesta edição da Festa do Grande C. Nem os seus responsáveis sabiam onde as iriam dinamizar! (Tive a oportunidade, inclusive, de assistir a instantes de tensão e desorientação por parte da Paula de Carvalho, a cujo atelier de Escrita Criativa eu assitiria, caso tivesse havido organização e melhor coordenação de horários). Acabei por assistir apenas ao atelier de Escrita de Letra para Música, com o Nuno Miguel Guedes - jornalista, guionista e argumentista, além de escrever as letras das músicas de grandes artistas portugueses, como a Ana Moura - a quem tenho de dar os sinceros parabéns por ter mantido a calma, apesar de toda a confusão gerada pela situação.
Infelizmente, fui a única vencedora que não teve nenhum representante da sua escola a apoiá-la, o que considero que tenha sido um embaraço enorme. Ainda assim, fui com a minha avó, uma amiga dela e um amigo meu e tenho a dizer que não foi mau de todo. Acabou por ser um dia divertido e diferente!
Quando fui ao palco receber o prémio, também tive a oportunidade de dizer algumas palavras de agradecimento aos promotores do concurso, de encorajamento e felicitação aos meus colegas vencedores e cheguei até a entoar "somos a prova de que Portugal tem talento". Que plagiadora de programas televisivos, 'pá!




