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terça-feira, 21 de maio de 2013

Confissão

Como é óbvio, a maior procrastinadora que conheço sou eu mesma. Portanto, quando é suposto estudar para um teste, digo para com os meus botões que eu sou mas é uma rapariga de trabalhos, que eles implicam muito menos esforço de concentração. Pelo contrário, quando preciso de fazer um trabalho (como agora), testes são comigo, que eu estudo para todos os que houver e vierem! (Neste ponto da parada, limpar o quarto também já foi comigo, arrumar todas as minhas gavetas já foi comigo, dormir já foi comigo, ver um filme já foi comigo, cuscar todo o perfil de Facebook já foi comigo... Imaginem o meu desespero!)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

1/15 - "O Ilusionista"


Eis o primeiro filme totalmente visto do meu desafio dos 15 filmes: "O Ilusionista" (também conhecido como pretexto-para-estar-abraçada-ao-meu-cobertor-humano-durante-hora-e-meia-sem-parecer-estar-a-abusar-da-sorte-perto-da-minha-avó).
Não é uma história de amor, não é uma história sobre magia, não é uma história sobre História - é uma mistura. Não tem muito suspense, mas também não é demasiado previsível. Principalmente a partir da segunda metade, começou, por um lado, a deixar-me intrigada com algumas "pontas soltas" sobre os truques do ilusionista; por outro, fiquei desiludida por não terem sido desvendados ou minimamente explicados - o que, bem visto, acaba por ser o "segredo do negócio". Até o final foi imprevisível!
Portanto... dou-lhe 7 em 10!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

15

Eis um novo desafio a que me proponho! Da enorme quantidade de filmes em DVD que tinha cá por casa, escolhi os 15 que mais me agradaram pela sinopse e pu-los de parte, para os ir vendo durante as próximas semanas. Menos procrastinação, mais cultura cinematográfica!


1 - "Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar": já estou a ler o livro e só verei o filme depois de o acabar.

2 - "Matrix": já o devo ter visto, mas não me lembro muito bem da história.

3 - "Matriz Reloaded": idém.

4 - "Matriz Revolutions": aspas, aspas.

5 - "Bom Dia, Tristeza": há uns meses atrás, comecei a ler o livro em Francês, ou seja, na sua versão original. Infelizmente, na altura andava em tempo de testes e acabei por devolvê-lo na biblioteca. Talvez o filme me dê motivação para o voltar a trazer para casa.

6 - "A Última Legião": um pouco de História, um pouco de ficção e aventura. Promete!

7 - "Parnassus, o homem que queria enganar o Diabo": o último filme do Heath Ledger, com outros actores de que não desgosto (Jonny Depp, Jude Law, Christopher Plummer, ...). Cheira-me a fantasia e a intriga.

8 - "Homem de Ferro": inspirado num herói da Marvel?! Tenho de ver!

9 - "Homem de Ferro 2": ... e, quem vê um, vê dois.

10 - "Drácula 2001": quando os vampiros ainda não brilhavam e eram os maus da fita.

11 - "X-Men": in the mood for Marvel.

12 - "X-Men 2": já agora...

13 - "Slipstream": com o Anthony Hopkins a assumir o papel de protagonista, deve valer a pena. Além disso, o enredo parece-me fantástico (um escritor cujas personagens que cria começam a tomar vida).

14 - "O Ilusionista": na contracapa, bastou-me ler duas palavras para me render - realidade e magia.

15 - "Cyrano": amor, confusões no amor, história de outra época, de nacionalidade francesa, com o Gerard Dépardieu... Porque não?


E, como não poderia deixar de ser, hei-de escrever uma pequena crítica sobre cada um deles. Portanto, esperem só um bocadinho, que hoje ainda sou capaz de ver o "Matrix" (afinal, os professores de Filosofia recomendam-no, sempre que se referem às teorias cartesianas, e amanhã tenho teste sobre essa matéria!).

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

The Perks of Being a Wallflower: oficialmente rendida



Ultimamente, tenho tentado diversificar as minhas preferências (em especial, no que toca a literatura), incluindo o tipo de filmes que vejo. É que, sem diversidade, sem alterar a rotina, uma pessoa acaba, eventualmente, por ficar desinspirada. Até resisti bastante tempo até ver The Perks of Being a Wallflower... Já tinha lido tanta opinião sobre o filme/livro, que pensei que seria mais do mesmo, mais um exemplo claro da cultura de massas.
Então, ontem, rendi-me. Encontrei o filme na Internet e... toca a vê-lo, ainda ligeiramente céptica. Surpresa das surpresas: era tudo menos um resultado da generalizada mentalidade pop. Apesar de protagonizado por actores conhecidos do grande público, realizado e escrito, romance de base e argumento, pela mesma pessoa (Stephen Chbosky), o enredo era, no mínimo, curioso; achei a banda sonora brilhante e o pacote no geral pareceu-me bestial. Não tenho visto muitos filmes de qualidade superior recentemente, é certo, mas este foi, sem qualquer dúvida, o melhor que vi desde há algum tempo para cá. Inspirador. Comovente, sem ser demasiado foleiro. Nem muito nem pouco previsível. E mais não revelo!
São capazes de gostar deste hino à diferença e ao crescimento. Aconselho-vos a darem-lhe uma oportunidade, tal como eu fiz. (Por exemplo... agora. Ou, em todo o caso, quando tiverem disponibilidade para o verem de uma ponta à outra, sem interrupções. Não se vão arrepender.)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

"O Hobbit"

Não gosto nem nunca gostei de filmes demasiado compridos. Para mim, duas horas de duração já é muito e, se as excederem, começam a perder o interesse. Talvez eu me aborreça facilmente!
Hoje, fui ver "O Hobbit" e sei que não serei a primeira a mostrar-se bastante desapontada. Já tinha lido algumas críticas e opiniões de amigos que o apontavam. É um filme com cerca de duas horas e meia (ou mais!) e as cenas são demasiado longas para o meu gosto. Parece que os diálogos nunca mais acabam e a dinâmica perde-se um bocado... ou um bocadão. A partir do início, comecei logo a perceber que isso iria acontecer e que - PIOR - a história não acabaria neste filme. A aventura que se nos apresentava dava pano para mangas. "Voltem para o ano!", gritou o final em aberto. Pois... Mais tarde, pensarei no assunto. 7 valores em 10 (e estou a ser mais benevolente que o meu namorado, que deu 6).

sábado, 8 de dezembro de 2012

Say what?

Apesar de não ser das bandas que mais ouço, sempre gostei muito dos Green Day. Penso que tiveram os seus altos e baixos mas que, nos últimos anos, têm mostrado ter alcançado a maturidade musical. O estilo de canções que criam não é demasiado agressivo, nem demasiado suave, tem boas letras e melodias, a voz do Billie Joe Armstrong é singular e existe coesão entre todos os temas e, atrevo-me a dizer, todos os álbuns (baseando-me nos que conheço, pelo menos).
Hoje, quando mudei para a MTV Music (aquela que transmite videoclipes 24 horas por dia, ao contrário da decadente MTV Portugal), apareceu-me o seguinte:


A minha reacção instantânea: "O QUÊ?! GREEN DAY E TWILIGHT?! ESTÁ TUDO MALUCO?!"
Não me censurem. Não desgosto de Twilight, mas... por favor, não me contradigam quando digo que não poderia existir no mundo uma mistura menos previsível. Se ontem me tivessem dito que a nova música dos GD fazia parte da banda sonora do Amanhecer, parte II, eu mandá-los-ia dar uma voltinha ao bilhar grande com um valente olhar de reprovação - estariam doidos? Ah, como se fosse possível. Mas foi... E não digo que tenha sido uma má estratégia de marketing, apenas me sinto confusa quanto a este "casamento" improvável. Depois disto, só falta a Tina Turner e a Cher começarem a contribuir para as bandas sonoras de filmes como Die Hard ou Velocidade Furiosa.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Na companhia de Anna Karenina

Por vezes, é preciso termos presente a ideia de que existe uma adaptação cinematográfica de um romance antes de nos aventurarmos a ler as suas cerca de mil páginas. Funciona como um incentivo, pelo menos para mim, que adoro comparar a história original ao filme que lhe corresponde, produzido mais de um século depois de ter sido escrita. Adoro os clássicos criados entre o fim do século XIX e o início do século XX e sinto-me um pouco fascinada pela literatura dessa época. A minha autora preferida da altura é, até agora, a Jane Austen, capaz de tornar uma descrição exaustiva num deleite para o coração e de construir personagens como poucos conseguem. Há uns dias, quando soube que "Anna Karenina", de Liev Tolstói, já foi adaptado e está quase a estrear nos cinemas, peguei, finalmente, no exemplar do romance que existe na biblioteca da minha escola e comecei a lê-lo. Surpreendi-me bastante: a escrita é relativamente simples, o vocabulário não é muito exigente e há grande destaque para a descrição das emoções e das relações entre as personagens. Poderia tratar-se de algo escrito em pleno século XXI, apenas retratando tempos passados! Entretanto, vou continuar a ler o livro, para depois ver o filme e cumprir a minha mania das comparações.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

"Para Sempre, Talvez"

Há uns dias, o filme "Para Sempre, Talvez" foi transmitido na TVI e eu, naturalmente atraída por histórias com títulos lamechões, ainda mais se forem protagonizados pelo Ryan Reynolds (que, além de ser um trintão gostoso, também é um excelente actor de comédias românticas) e pela Isla Fisher (umas das actrizes mais bonitas de Hollywood) tive mesmo de o gravar para o poder ver mais tarde. Esse "mais tarde" foi hoje à hora do lanche e soube-me mesmo bem enrolar-me na manta a comer torradas e a reflectir sobre a ficção que em tanto aldraba a vida real.
Mas como por vezes a ficção, desde que não em doses excessivas, não faz mal ninguém, lá me alapei no sofá, como se a minha vida sentimental fosse um caco (não é) e não houvesse nada de mais útil para fazer em casa (mentira).
Para variar, o Ryan Reynolds não conseguiu conquistar-me no papel de pai, dada a sua aparência demasiado juvenil para quem já está mais perto dos quarenta que dos trinta. Lá tive de fazer um esforço e imaginar que a Abigail Breslin era filha dele. Contudo, não deixei de gostar do seu desempenho, pois é humanamente impossível alguém ter outra opinião. Quanto à Isla Fisher e às restantes actrizes, a Rachel Weisz e a Elizabeth Banks, também estiveram bem, principalmente a Rachel, que eu já conhecia de outros filmes. O enredo podia não ser genial, mas não se pode dizer que um romance lamechas cinematográfico exija muito. Estava no ponto. Nem demasiado previsível, nem demasiado elaborado, envolvendo um conflito engraçadito (amigos que passam anos e anos a tentarem ser mais do que isso, acontecendo sempre algo que os impede) e, como eu também não sou uma espectadora demasiado rígida, assim passei uma boa hora e meia. Recomendo, 4/5.


sábado, 17 de novembro de 2012

TWILIGHT - porque eu também já guinchei pelos abdominais do Taylor Lautner

Não me considero a maior apreciadora da saga, mas também nunca desgostei dela, muito pelo contrário.

Tinha catorze anos quando surgiu o primeiro filme, que foi um sucesso enorme na altura, apesar de, em Portugal, nenhum dos livros da Stephenie Meyer ainda ser muito conhecido. Fui ver o “Crepúsculo” no aniversário de um amigo e lembro-me de todos os que lá estavam comigo, na mesma sala de cinema, terem vibrado imenso. No entanto, eu não me lembro de ter vibrado grande coisa. Sim, achei que era uma história de amor engraçada, o enredo não era mau, mas, se não tivesse lido os livros posteriormente, não me teria interessado como cheguei a interessar.

Nos meses que se seguiram, devorei todos os livros que já estavam publicados, emprestados por duas colegas, e, perto do meu aniversário seguinte, calhou ser publicada a tradução portuguesa do “Amanhecer”. Quase exigi que fosse uma das minhas prendas e até consegui um bom preço de lançamento – quinze euros e pouco, enquanto noutras lojas o vendiam a dezoito. Antes do dia em que era suposto recebê-lo, se tivesse seguido as regras dos aniversários, já acabara de o ler. Na verdade, devorei-o em menos de quarenta e oito horas.

Julgo que poucos foram os livros que tiveram o mesmo efeito em mim que os quatro romances “base” da saga escrita pela Stephenie Meyer, apesar de não ter lido mais nenhum da mesma autora. Recomendaram-me imenso o “Nómada”, mas não o cheguei a ler. Na altura, tive pena; agora, já não.

Porque, se formos a ver, tudo isto foi grandemente influenciado pela idade que tinha e pelo que me estava a acontecer na época em que me interessei por vampiros, lobisomens e amores impossíveis: estava infeliz, sentia-me incompreendida, um bicho feio, vivia na ignorância do que era uma relação amorosa, não fazia a mínima ideia do que fazer com a minha vida, sabendo apenas que adorava ler e escrever, e a ficção ajudava-me a manter a minha auto-estima em níveis decentes. Tinha catorze anos, já não era uma criança, mas ainda pecava em falta de maturidade. Actualmente, já não revelo tanto entusiasmo quando me falam no Edward Cullen, na Bella Swan ou no Jacob Black porque, resumidamente, arranjei uma vida. E não o digo de uma maneira negativa face à ficção! Fui muito feliz na companhia de tais personagens! Acontece que cresci, conheci outro tipo de histórias e deixaram de ser, do meu ponto de vista, o suprassumo que outrora foram.

Portanto, se me perguntarem se me sinto empolgada por já ter estreado o “Amanhecer, parte II”, o último filme da sua espécie, dir-vos-ei que estou curiosa, mas que poderei esperar até à próxima semana para o ver e que até sobreviveria se não o visse, de todo. A minha curiosidade advém mais do facto de ter seguido atentamente toda a saga, ter lido todos os livros, ter visto todos os filmes e, como é normal, querer saber se a adaptação cinematográfica faz jus ao que li. Raramente pego num dos romances, mas o novo filme parece-me um bom pretexto para ir ao cinema.

 

Eu sei que vocês gostam, deixem-se lá de tretas! :)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

TWILIGHT - sobre os pobres dos namorados que sofrem à custa do sonho da Stephenie Meyer

Estreia hoje o último filme da saga "Crepúsculo", ou seja, "Amanhecer, parte II". Graças a este acontecimento, milhares de rapazes/homens serão levados a testar os seus próprios limites de lamechice e paciência, de modo a poderem acompanhar as suas namoradas, potenciais candidatas a namorada, mulheres ou amigas ao cinema, porque elas gostam de ter companhia para apreciar as capacidades de sedução do Edward Cullen (interpretado pelo mais que famoso Robert Pattinson) ou o corpanzil do Jacob Black (dispensando apresentações, Taylor Lautner), rebaixando-os e questionando-se, nem que seja intimamente, "por que é que tu também não podes ser como eles?". Se eu pertencesse a esse grupo de pobres sacrificados, a minha resposta seria "porque eu sou real e vim contigo ver esta porcaria de filme, logo, sou muito melhor que esse bando de panhonhas ficcionais!". 

Claro que ir ver um filme direccionado para o público feminino adolescente não faz parte da lista de coisas mais perigosas e indesejáveis de se fazer, o que não invalida que o esforço dos rapazes que se submetem a tal suplício não seja de mérito. Devem haver por aí miúdas bastante satisfeitas por terem o namorado do seu lado enquanto vêem o que leram anteriormente nos livros materializar-se na tela, disso não tenho dúvidas.

Ainda assim, acho que me custaria imenso levar um namorado ou amigo para qualquer uma das cinco guilhotinas do "Twilight", numa sala de cinema cheia de miúdas de doze anos com as hormonas aos saltos, aos gritinhos, mesmo que ele se voluntariasse. Sentir-me-ia algo culpada pelos 6€ que o faria gastar no bilhete, dinheiro esse que poderia investir, por exemplo, na minha prenda de Natal. Há ocasiões em que devemos escolher bem a nossa companhia, não é verdade?

Cá para mim, penso ser muito mais inteligente levar uma data de amigas estridentes e com quem possa discutir o quão já admirei a saga e o quão pouco familiar ela me parece agora, apesar de estar curiosa acerca da adaptação cinematográfica e não desgostar da trama emocional envolvente.

Da minha parte, boa sorte aos mártires que se sacrificam perante tanta vampiragem deslavada e canídeos bem constituídos! Que a vossa vontade de agradar seja devidamente justificada! (Nem que seja pelo decote da Kristen Stewart naquele vestido azul.)

 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Breaking Dawn - part II

Aposto que, tal como eu - que já cheguei a gostar mais da saga do que gosto actualmente - muitos de vocês vão correr a participar neste passatempo da Fórum Estudante, cujo prémio é (*rufos*) bilhetes duplos para a antestreia da segunda parte do filme "Amanhecer", da saga "Crespúsculo", em Lisboa e no Porto! A cada 40 respostas correctas à questão colocada (quem é a actriz que interpreta a personagem Renesmée?), a Fórum premeia os leitores. Não se esqueçam que têm de estar inscritos no site para participarem. Aqui fica a ligação. Boa sorte!

 

(E quem é amiga, quem é? Sou euuuuuuu, não sou?! Não, por acaso é a Fórum Estudante, xisdê.)

 

domingo, 28 de outubro de 2012

werewolf vs. animagus

Poderia ter-me limitado a partilhar esta imagem no Facebook, mas, desta vez, pareceu-me bastante adequado partilhá-la aqui. A sabedoria de Sir Severus Snape continua a deslumbrar-me. Filho da mãe sabichão e arrogante...! E prova-se que a saga Harry Potter é de tal modo genial que os conhecimentos do seu mundo se aplicam a outras sagas! Fantástico!

sábado, 22 de setembro de 2012

The Hunger Games

   Talvez tenha sido a última adolescente à face da Terra a ver o filme "The Hunger Games" e aviso, desde já, que até poderia estar arrependida, se o arrependimento fizesse parte da minha personalidade - que não faz, neste caso. Portanto, para que conste, adorei cada segundo do que vi e mal posso esperar por ter o respectivo livro na mão (aceitam-se ofertas ou empréstimos, seja o que for), porque uma história destas também merece ser apreciada a partir do original.

   A Katniss é uma rapariga de garra, sim senhora, ensina-nos a viver e a "sobreviver" sendo nós próprios, porque haverão sempre pessoas a gostar de nós e outras a não irem com a nossa cara, independentemente de quem sejamos (eu já andava a precisar dessa lição) e, como em todo o filme que se preze, há uma trama de amor lá pelo meio, para adoçar a boca aos românticos. Já eu, fiquei bastante aborrecida pelo final que a história conheceu nessa matéria e cheguei mesmo a berrar para a televisão "oh rapariga, não sejas burra, tu tens o outro moço à espera em casa!, olha que o teu amigo fofo vai ficar triste se ficares com esse!".

   Como já referi, o enredo é de ver e chorar por mais, correspodendo tal e qual às expectativas que a opinião alheia me obrigava a ter. Inclusivamente, a Cara de Panqueca tinha-me avisado que havia uma parte do filme que seria mais entediante e eu nem dei por nada. O final também foi genial, deixando aquele cheirinho a incompleto, como que a cativar-nos para nos mantermos atentos ao seguimento (temos um longo ano pela frente até à sua estreia).

   Entretanto, vou procurar os livros todos e tentar devorá-los (ou não fossem eles sobre os Jogos da Fome).

The Hunger Games Wallpaper