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quinta-feira, 4 de abril de 2013

A emancipação dos Jonas Brothers


"Baby, put your pom poms down for me"? Quem canta este refrão são os mesmos três irmãos que, ainda há um par de anos, exibiam os seus anéis da castidade, virgens que só eles (com alguma sorte, virgens do nariz!), que defendiam a espera pelo casamento até deixarem de o ser. Bem... aqui fica mais uma prova da emancipação sexual dos Jonas Brothers, a seguir, por exemplo, ao penúltimo videoclipe do Joe. É que já não era sem tempo! E, deixemo-nos de tretas, agora sim, eles atingiram o sex appeal desejável. Reapareceram com muito mais carisma e confiança, uma imagem mais adulta e... eu gosto. Gosto sim! A música fica no ouvido, não é a minha preferida mas, mantendo-se na mesma onda musical que a de sempre, torna-se muito mais interessante com uma letra cujo significado vem quebrar o gelo da "ingenuidade" presente nos álbuns anteriores.

Acaba-se a vinculação à Disney, surge a oportunidade de crescerem enquanto artistas. O caminho que foi percorrido pela Britney, pela Miley Cyrus e tantos outros artistas é, agora, iniciado pelos Jonas Brothers. Mantendo a "decência" que lhes é característica, revelam, por fim, o seu amadurecimento. Previsivelmente, libertaram-se da ideia de "sonsos", o que viria a acontecer, mais cedo ou mais tarde. Já nem as fãs são miudinhas pré-púberes facilmente iludidas por músicas sobre amor eterno e verdadeiro, sobre rapazes perfeitos. Elas cresceram e querem mas é ouvir e ver qualquer coisa comercial e cativante, que dê no olho (ei, e porque não haveria eu de estar a falar a partir de uma perspectiva pessoal?).

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Pancadas que se nos dão durante essa coisa da adolescência

Como costuma acontecer à maioria das pessoas numa certa altura da adolescência, também eu sofri uma pancada de fanastismo por umas certas "estrelas da música". No meu caso, foi pelos Jonas Brothers. Na altura, tinha 13 anos, eles estavam a tornar-se cada vez mais conhecidos e, coitadinha de mim, até enchi uma parede inteira do meu quarto, quase de cima abaixo, com posters deles. Quantas revistas Super Pop e Bravo comprei, para os conseguir arranjar! Ouvia Jonas Brothers quando me levantava, quando estava na escola, quando voltava para casa, enquanto lia, enquanto escrevia, enquanto estudava, enquanto adormecia. Só não os ouvia enquanto comia porque a minha família já vomitava Jonas Brothers pelos ouvidos. Enfim... que pancadas que nós temos!
Mas, apesar de toda essa púbere maluqueira, sempre achei que eles tinham algum talento. Todos eles cantavam e tocavam vários instrumentos, além de comporem e produzirem as suas próprias músicas. Talvez ainda continue a achar! Evidentemente, eles mesmos eram, na altura, bastante novos, e isso reflectia-se no que criavam. Ainda assim, tinham piada e andei embevecida pelos meninos durante quase dois anos, tal como a minha melhor amiga (o Joe para mim, o Nick para ela e o Kevin ficava sem ninguém porque tinha ar de totó e era demasiado velho para nós, trololol).
Agora, se me perguntarem se me arrependo de ter passado horas e horas a pensar neles e a conjecturar como haveria de arranjar dinheiro para um possível concerto que pudessem vir dar a Lisboa (nunca vieram, só o Joe, mas eu nem disso soube), tendo tudo sido, aparentemente, nada mais, nada menos do que uma perda de tempo, eu mando-vos dar uma volta. Voltar a ouvir, de vez em quando, o que foi a banda sonora de uma certa época (ainda mais irresponsável e aluada) da minha curta existência, é como reviver o tempo em que andava no colégio e os meus colegas não gostavam de mim, tinha mais acne do que cara, papava todas as séries do Disney Channel (o que eu gostava de Hannah Montana!), aprendia Inglês decorando as letras de músicas lamechas e em que descobri que gostava de escrever. Como se a minha idade justificasse tamanha nostalgia...! Mas, afinal, não serei a única, pois não? (Por favor, não me venham é dizer que têm dezoito anos e sentem o mesmo pelo Bieber! Há idades e idades...)

E, mesmo depois de ter ultrapassado essa fase, continuo a ter outras. Só já não nutro nenhuma crush por músicos ou actores...

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