Mostrar mensagens com a etiqueta natal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta natal. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

MIMOS! (Rick's stuff #7)

E eis que chegou (e já quase que passou) um dos dias mais adorados, mas também odiados (costuma sempre haver quem morra por vivê-lo todo o santo ano e, por outro lado, quem fiquei um bocado para o eriçado, não tendo com quem festejar), de sempre: o Dia de S. Valentim - ou, para os mais românticos, o Dia dos Namorados! 
E o que implica uma data como a de hoje? Presentes? Tréguas nas discussões?! Mais presentes???!
Costumo pensar que o Dia dos Namorados tem bastante em comum com o Natal. Ambos celebram o amor e a partilha, mas a sociedade actual acabou por transformá-los numa bela desculpa para se aumentar o consumismo em épocas aleatórias do ano. Além disso, segundo as minhas mais ou menos humildes convicções, se não se celebra o amor e a partilha no resto dos meses, não será pontualmente que a sua exaltação valerá de alguma coisa. Vale, sim, se consistir num maior número de oportunidades para se demonstrar o que se sente, sem que seja necessário fazerem-se umas compras apressadas de lembranças impregnadas de corações até ao vómito, só para não parecer que se foi desleixado. E até nem vejo mal nesses corações se forem dados com intenção, mas... vocês entendem... São prendas materiais. Gastam-se rios de dinheiro em presentes que não se oferecem noutras ocasiões, quando o Dia dos Namorados e o Natal são só pretextos para nos relembrarmos da importância dos nossos loved ones e para lhes oferecermos canecas com motivos facebookianos...

Wait... what?

Momento para exibicionismo pessoal:


Iei! O meu amor deu-me uma caneca personalizada para a minha colecção! E, como não vinha embrulhada e me esqueci da chave do cacifo, andei a passeá-la na mão desde as oito e meia da manhã até ao final da tarde... As pessoas que passaram por mim devem ter pensado que eu andava maluquinha, mas, pelo menos, fui uma maluquinha feliz!
E é nessas palavras que sintetizo o Dia dos Namorados: um bando de maluquinhos felizes e aluados que , a 14 de Fevereiro, recebem peluches, presentes, flores e, acima de tudo, muito mimo - não há nada melhor do que esse mimo! Especialmente se nos for dado 365 dias por ano.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Natal e o Tolkien

Ora, muito boas noites! Que tal foi o vosso Natal? O meu passou-se benzinho, obrigada pela preocupação!
E as prendas? Quantas e quais facturaram este ano? Já que perguntam, eu recebi, além do que já vos contei, um BabyLiss (um ferro que serve para encaracolar ou esticar o cabelo, que eu já tinha catrapiscado há um tempo atrás), um par de luvas, um lenço acachecolado (daqueles grossos que combatem mesmo o frio) e três livros. (Pois é, que felicidade! Nem eu esperava tanto!)
E um desses livros foi uma biografia do autor d'O Hobbit e d'O Senhor dos Anéis, J. R. R. Tolkien. Desta vez, uma salva de palmas para o meu pai, que conseguiu acertar em cheio no material que eu andava a precisar de ler - sobre a vida de um autor conhecido mas, acima de tudo, de um homem que viveu ao extremo a paixão que nutria, não só pela literatura, como também pela sua família e amigos! Afinal, eu sou daquele tipo de pessoa que necessita de referências e inspiração para a escrita, senão a coisa da criatividade corre menos razoavelmente. Preciso de uma mãozinha de incentivo... Então, acabei por passar o dia de hoje, desde manhã à noite, a ler The Man Who Created The Lord Of The Rings. Achei absolutamente interessante! Foi uma leitura leve (127 páginas em inglês, com algumas fotografias pelo meio) e consegui ganhar fôlego suficiente para recomeçar a escrever textos mais substanciais, para os quais me tem faltado paciência ultimamente. Apesar de ainda não ter lido nenhum dos livros escritos por Tolkien, fiquei com uma excelente impressão sobre o seu trabalho. Prova disso é que não me sentia tão entusiasmada com um livro, como me senti com este, há já alguns meses! Só parei de ler para almoçar e ver um filme à tarde...!
Bem... Adoro biografias! Adoro ficar a saber mais sobre as vidas de figuras relevantes porque gosto de perceber quem eram e como conquistaram o que conquistaram. Penso que é isso que me fascina nelas. Se mais alguém partilhar este interesse, que se chegue à frente!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

MENSAGEM NATALÍCIA GERAL

Ao contrário da maioria das pessoas, a minha mensagem de Natal só se escreve no Natal propriamente dito e não será enviada por outra via. Portanto, aqui vai:

Desejo um felicíssimo Natal a todos os meus familiares, amigos e leitores, e que o passem da melhor maneira, independentemente do número de prendas que receberem (mas, se pertencerem a uma elite de sortudos, good for you!), porque o que mais interessa é conviver, partilhar e tirar a barriga de misérias dos doces! Aproveitem! Feliz Natal!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A minha primeira prenda de Natal deste ano

Ah! Roam-se! Já recebi a minha primeira prenda de Natal. Eu sei, ainda estamos a dia 19, mas a Cara de Panqueca (a.k.a. a minha melhor amiga, a.k.a. Inês) também não me impediu de a abrir. Afinal, ela estava ainda mais curiosa acerca da minha reacção do que eu por saber que raio estava por baixo daqueles dois embrulhos. E pronto, foi isto:


... um bloco grande, com uma chinoca na capa (como eu!) e uma caneta toda sofisticada! Fiquei completamente deliciada, rendida a uma prenda que já me fazia imeeeeeesa falta (está bem, alguma) e que me manterá entretida até à última página. A ideia é tentar escrever, pelo menos, algumas linhas por dia, sem ser no computador. Talvez seja desta que me afasto um bocado dele e retomo o hábito de escrever à mão! Comecei logo, mal cheguei a casa!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Publicidade pela qual não serei remunerada

Ah e tal, o Natal está quase aí e nenhum de vocês está para gastar muito dinheiro em prendas. Melhor: nenhum de vocês ainda se atreveu sequer a ir comprar o que quer que fosse, com medo do dinheiro que terá de largar. Pois bem, aqui estou eu para alimentar o espírito natalício consumista! Ou, dependendo das perspectivas, para o aliviar!
Ontem, fui à procura de potenciais presentes para a família e tive, não sei se a sorte, se o azar, de encontrar os que acabei por comprar para as minhas amigas. Parei na H&M; já tinha visto a maioria das lojas do centro comercial e não se encontrava nada cuja qualidade fosse proporcional ao preço, excepto os bombons "I Love Milka", que custavam um euro e qualquer coisa (mas eu nunca ofereceria a ninguém uma caixa com tão poucos chocolates, pois o receptor da prenda correria sempre o risco de ficar sem parte dela à pala da minha gulodice). A H&M tem uma grande variedade de produtos de beleza, perfumes e bolsas para rapariga desde 2,89€ que valem realmente o que custam. Mesmo os de 3,89€ não são nada maus. São presentes bonitos, cheirosos e, pelo que me pareceu, de qualidade. Como não estamos em época de gastar ao desbarato em prendas, o importante é mostrarmos que não nos esquecemos de quem se lembra sempre de nós, por muito que nos doa na carteira (na nossa ou, ainda pior, na dos nossos pais!).
Para o desapontamento de alguns, não vou poder mostrar o que comprei, uma vez que as amigas a quem oferecerei as tais prendas lêem o blogue. No entanto, se a minha não-requisitada opinião vos interessar, o que encontrei de melhor na H&M foram as bolsas de renda (2,89€), os frascos de perfume pequenos que vêm dentro de umas latinhas práticas para se terem dentro da mala (também a 2,89€) e as bisnagas douradas e pretas de loção corporal (3,89€).


A mim, ainda me falta comprar a prenda para a minha melhor amiga. Sem serem cosméticos, perfumes, peluches ou molduras, e partindo de um orçamento muito limitado, têm sugestões?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Querido Pai Natal,

Deixemo-nos de tretas: por muito que eu peça paz no mundo, e união universal, e que os políticos passem a ser competentes, e paciência quando ela não me assiste, e 20 a Português, e as propinas da universidade totalmente pagas, e umas maminhas maiores (e naturais), tu nunca me realizarás tais pedidos, seu velho barbudo. Portanto, vamos mas é directos ao assunto, que ambos temos mais que fazer da vida.
Em primeiro lugar, este ano só te peço um único livro - o novo do José Luís Peixoto, "Dentro do Segredo"   - e menciono, em todo o caso, o novo CD da Aurea.
Para adoçar a boca, EXIJO um stock anual ilimitado de Pringles, Toblerone, Ferrero Rocher ou, quem sou eu para rejeitar?, quaisquer batatas fritas, bombons ou barras de chocolate (desde que não sejam picantes ou tenham aqueles recheios esquisitos de licor and shits like that) que existam no mundo. Preciso urgentemente de engordar... e de bombas de hidratos de carbono e açúcar no sangue para melhor irrigar este pobre cérebro disfuncional (principalmente esta última).

(Esperaaaa, não passes já à carta da Margarida Rebelo Pinto, porque a minha ainda vai a meio, eu sou pobrezinha e nem sequer estou a tentar fazer um "downsizing do meu lifestyle"!)

Quanto à roupa (ai, que fútil que eu sou, atirem-me lá pedrinhas...), oferece-me a que quiseres. Todas as peças serão bem-vindas! Acessórios, maquilhagem, vernizes, sapatos, idém-aspas-aspas. Já agora, meias e pantufas quentinhas é que não caíam nada mal!
Mas agora, falando bem a sério, o que eu peço mesmo do fundo do coração são umas estantes novas do IKEA (por favor, por favor, POR FAVOR!, eu tenho mais livros do que a família Carreira tem em êxitos musicais lamechas plagiados de canções americanas e francesas e não tenho onde os arrumar!). Poderás escolher a minha prenda entre estes exemplos:

Prateleiras

IKEA Estantes

IKEA Estantes

Em jeito de conclusão, oh Pai Natal, tu não te esqueças que eu me portei muito bem durante todo o ano (excepto aquelas vezes em que falei mal e torto no meu blogue ou quando não contei ao meu pai da vez em que estava cheia de sono e lavei os dentes com a escova dele, pois às sete da manhã até o azul parece cor-de-rosa) e que mereço tudo o que a sociedade consumista me possa proporcionar! Essa é que é essa!

Agora, vai lá, já podes passar para a carta da MRP (apesar de ela ser uma vaca presumida que não escreve um corninho de veado bebé). (Pronto, é a última vez em 2012 que eu falo mal de alguém do meu blogue!)
Beijinhos, abraços e... fogo, votos de uma dieta à base de chá!

Beatriz

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

É (quase) Natal, é (quase) Natal, tudo bate o pé! Vamos dar muitos presentes, mesmo sem ter fé!

Na última publicação, contei-vos sobre o meu passeio por Lisboa no sábado passado e, por alto, referi o "grandioso fenómeno do exagerado consumismo natalício". Por esta altura, já anda tudo mais que frenético à procura das prendas ideais para dar aos pais, avós, filhos, netos, enteados, vizinhos, cães e gatos, como pude constatar pela movimentação nas lojas de Lisboa, e até os bolos e doces da época já se vendem, enchendo as montras das pastelarias e fazendo-nos sonhar quase pornograficamente com eles (não me venham dizer que nunca estiveram perto de ter um orgasmo visual face a umas rabanadazinhas, uns sonhos ou um bolo rei, porque eu sei que isso é mentira!)
É certo que, com a crise, as compras propriamente ditas diminuíram, mas ainda existe muito boa gente - eu incluída - que se contenta com o simples facto de poder entrar livremente nas lojas e regalar os olhos, sem sair com sacos na mão. Levamos o coração um pouco mais apertado, pensando, muitas vezes, "quem me dera ter dinheiro para trazer isto e aquilo", mas a realidade chama-nos e pronto... Não se pode ter tudo na vida.
Nunca fui muito materialista nem consumista e, à medida que fui crescendo, fui-me apercebendo do verdadeiro significado do Natal. Este ano, à semelhança do que acontece com a maior parte dos portugueses, não conto com nenhuma prenda significativa. Atenção: não digo que não haja quem me ofereça alguma lembrança; contudo, tenho a perfeita noção de que o importante é reunir a família, acarinhar os que me querem bem, relembrar o espírito da quadra, reflectir sobre os valores que realmente importam e dar graças por ter saúde e pessoas que me adoram e amam por perto para me aconchegarem o coração.
E há que ser positivo! Se, desta vez, a mesa estiver um pouco menos recheada do que nos últimos anos, temos que ter esperança de que a situação poderá melhorar até ao próximo Natal, nem que seja por mera ilusão festiva.
Dar presentes sem apreciar realmente o Natal pelo que ele é não faz sentido. Infelizmente, todos nós havemos de conhecer alguém com essa falta de tacto, o que até nos chega a entristecer um bocado. No entanto, espero que, apesar de todos os aspectos negativos da presente conjuntura económica, ela sirva de lição para os pobres de espírito - estamos na altura certa para colocar tudo o que temos numa balança e atribuir-lhe o merecido valor. O resto... são prendas (e nós agradecemos!).

sábado, 24 de novembro de 2012

a prenda mais desejada

Está claro que a melhor altura do ano para se pôr aparelho nos dentes é o Natal, não é verdade?
Não, não é. No entanto, nada invalida que eu vá passar as festas a comer tudo trituradinho, devido ao novo pára-choques (nome pelo qual o dito cujo já é conhecido cá em casa) com que me vão presentear no dia 22. Para desculpar o meu dentista pela sua (falta de) pertinência, utilizarei a esfarrapada desculpa de que ele é um grande pão (com idade para ser meu... irmão muito, muito mais velho, digamos), um argumento que, ainda assim, é deveras abalado pela minha impressão de que sua excelência deve preferir os homens às mulheres (mas é só uma impressão!).

Façam-me só um favor: se, alguma vez, por mera sorte do destino, o meu blogue for transformado em livro, não incluam esta publicação. Agradecida!

sábado, 3 de novembro de 2012

não estávamos ainda em Novembro?

Hoje, fui ao El Corte Inglés. Do tecto já pendiam grinaldas e decorações que tais, douradas, prateadas e "Feliz Natal!", "Merry Christmas!", fazendo-me temer, por momentos, ouvir os jingles natalícios, com publicidade festiva à mistura. Mas esses também não devem tardar. Esperem até à próxima semana e depois digam-me se a coisa já não chegou a esse ponto!