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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Do tédio

Este ano lectivo, sinto-me entediada. Estou sem acção, não tenho vontade de estudar e, quanto a tenho, parece que nunca se reflecte totalmente nos resultados. Já no nono ano me aconteceu o mesmo: desmotivação a nível 3500. No quase culminar de mais uma etapa, fico farta do ambiente, do ritmo, do que tenho de aprender sem lhe encontrar utilidade directa, das pessoas - de que não gosto nem deixo de gostar, de todo, e que são apenas apanhadas na minha onda de negativismo - e de tudo o que se traduza na constatação "ainda aqui estás e aqui ainda ficarás durante mais uns meses".
Acho que, pela minha natureza dinâmica, rapidamente me ressinto pela falta de mudança. Preciso desesperadamente de entrar em contacto com a novidade para, assim, voltar a ser posta à prova. Por agora, ainda tenho que ser paciente e esperar.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Cena que me faz comichão

Pessoas que escrevem diminutivos com apóstrofo antes da terminação... como "diminutivo'zinhos". *tiro nos miolos*

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Inscrição de emprego

Preencho todos os campos, linhas e quadradinhos com a máxima atenção. Sou milimetricamente cuidadosa com as minhas cruzes e com cada letrinha ou número, para que não hajam dúvidas acerca da minha identidade, características e preferências.
No fim, engano-me na assinatura.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

É Carnaval e eu não vos levo a mal (nem vocês a mim)

Sendo o Facebook o portal sagrado para a coscuvilhice alheia e o pavoneamento socialmente obrigatório, já o meu mural de novas notícias se enche de fotos onde figuram meninas em trajes menores e brilhantes, sambando, ou adoráveis palhacinhos que em menos de um esgar assustariam o mais corajoso dos coulrofóbicos (tive de ir verificar esta palavra ao sábio Google, shame on me). 
E quem desdenha quer comprar, já me ensinava a minha professora da primária.
Até ao ano passado, só não festejei o Carnaval uma vez ou outra. Podia não ter um grande disfarce, mas munia-me sempre de papelinhos e serpentinas e ria-me e permitia-me ser pateta, mesmo que não o mostrasse nos restantes dias.
Este ano, chove, faz frio, venteja e só tenho é vontade de hibernar até meados de Março, altura em que se assistirá ao degelo do pára-brisas do carro, simbolizando o renascer de toda uma espécie de gente moribunda que até já implora por meia dúzia de raios de sol a meio da manhã - como eu. O que se recomenda por estes lados é arranjar um bom cobertor e andar a passear dentro do trajecto cama-sofá, de preferência, perto de uma lareira ou de um aquecedor, se é que nos levantemos de qualquer um deles. Benditas mini-férias!

Ao longo dos últimos dezasseis Carnavais, fui-me mascarando de palhaça, bailarina, fada, gato, bebé e, provavelmente, de um qualquer animal a que os meus pais acharam piada quando eu não estava plena das minhas capacidades reinvindicativas. Ao décimo sétimo, sou apenas Beatriz, a empijamada.

Badass clown em 2002.
Estão a ver aquela flor que tenho ao peito? Distantes vão os dias em que ela esguichava água... misteriosamente. MUAHAHAHA! (Coulrofóbicos, watch out!)

domingo, 10 de fevereiro de 2013

É Carnaval e ninguém há-de levar-me a mal

Acho que, mesmo não festejando propriamente o Halloween, chego até a dar-lhe mais importância do que ao Carnaval. Pois... não ligo ao Carnaval. Que triste!
Acho que, se conhecesse alguém com quem me pudesse mascarar e brincar e atirar papelinhos, pregar partidas, sentir a folia da época, era capaz de também o fazer. No entanto, anda tudo tão deprimido, tão sem entusiasmo, preocupado com o futuro e com a falta dele, com trabalhos, testes, com a sua própria existência - tal como eu - que nem me atrevo a destoar do rebanho. Como se já não bastasse, está frio e a chover.
O Carnaval é, em primeiro lugar, um estado de espírito. Se não o temos, apenas agradecemos os três dias de pausa escolar para pôr o sono em dia.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Existem dois tipos de pessoas:

a) Aquelas que já se colocaram de pernas afastadas por cima de um aquecedor e largaram uma bufinha voadora;
b) Aquelas que ainda hão-de arranjar maneira de tentar.

Divertimento garantido.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

E, se não for muito incómodo, MORRAM!

Origem: http://dre.pt/pdf2sdip/2013/02/025000001/0000200005.pdf

Caríssimos responsáveis pelo GAVE e Ministério da Educação,

Vocês são feios - uns meninos muito, muito feios! Eu, menina bonita (cof, cof), bem-comportada e moderadamente simpática, ou seja, a personificação do que existe de mais agradável no mundo (cof, COF!), desejaria celebrar o início da minha idade adulta (pff... big deal) no próximo dia 16 de Junho, sem estar subterrada debaixo de apontamentos, livros e coisas que tais. Pelo contrário, graças ao vosso divinal sentido de oportunidade, vejo o meu caso um bocadinho para o escuro, assim numa tonalidade entre o negro e o... NEGRO-A-CAPS-LOCK. Ah, pois... No 9º ano, já me tinham pregado a alegre partida de marcarem o exame de Português na data do meu aniversário, mas, como eu ainda não estava suficientemente contente, PIMBAS, enfia lá mais um exame de Português, (só que ainda pior) no dia seguinte àquele em que devias fazer o que mais te desse na real-gana, com os teus amigos. PIMBAS OUTRA VEZ, esquece lá isso, Beatriz, porque, mesmo que tu não precises de estudar, eles hão-de precisar!

Obrigadinha. 
Com uma facada e um tiro,
Beatriz, a Desconsolada

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Epifania!

Falando em pizzas e preservativos, tive uma ideia brilhante para um novo produto. Tal como as batatas fritas vêm com tatuagens, os Bollycaos com tazos, os ovos Kinder com um brinquedo para montar e o Happy Meal com uma ranhosice plástica qualquer Made in China, podiam arranjar um menú especial de pizza entregue ao domicílio, cujo brinde poderia ser, adivinhem lá... PRESERVATIVOS! (Digam lá que não teria sucesso...!)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

PRESERVATIVOS (e pronto, captei a vossa atenção)



Aposto que a situação "do you have a condom? (and not having it)" aconteceu a um dos publicitários da Durex. É o único modo pelo qual vejo que alguém se lembre de criar uma rede de distribuição de preservativos ao domicílio. Só falta virem embebidos em lubrificante com sabor a pizza ou a comida chinesa.

Procrastinar é...

... ter de estudar Filosofia (URGENTE: teste na segunda-feira) e não ter vontade, pelo que opto, enquanto ela não chega, por actualizar o meu CV. Sou tão anormal que adio uma tarefa desagradável com outra não menos desprezível.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"We used to be friends"


Esta publicação é, featuring The Dandy Warhols, sobre e para (principalmente "para") os amigos que eu tive e que já não tenho. A determinada altura, foram realmente meus amigos (penso eu, do pico da minha ingenuidade), mais ou menos superficialmente, mas as circunstâncias guiaram-nos até às actuais, em que se dispensam lamechices e outros aditivos ou conservantes, tal como na comida. Acabou, acabou. 'Bora recorrer ao sarcasmo para enfrentar o assunto.
A música acima colocada - estrategicamente - faz-me lembrar bastante deles. Ou de vocês, caso vos sirva o boné. Algures no tempo, já fomos muito compinchas e uns para os outros, não foi? É que eu já nem certezas tenho - corrijam-me se estiver enganada. Éramos amiguinhos, confidenciávamos até a cor das nossas cuecas e partilhávamos experiências muito mais profundas do que simples fodas (sim, eu escrevi fodas, mas só para parecer sofisticada; pai, eu estou inocente!). O que nos unia era absolutamente inquebrável, pelo menos, até ao dia em que... 
De vez em quando, penso nesses amigos - vocês, ou tu, se calhar - e lembro-me imediatamente do refrão "a long time ago, we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". Até o cantarolo. Está presente um certo tom de ironia que me satisfaz o ego. Eh pá, ainda existe quem escreva cenas destas e as inclua numa música que, por acaso, fazia parte do genérico da Veronica Mars. Trivialidades. Se atentarmos no resto da letra, é mais do mesmo. Fofo!
Deixo-vos, deste modo, a sós com os TDW, dedicando-vos esta sua adorável musiquinha, sem mais assunto. Foi só porque "a long time ago we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". E hoje pensei.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quando a rotina é interrompida (à parte os motivos)

É estranho não ter ido às aulas ontem nem hoje. É estranho acordar num quarto que não é o meu, numa casa que não é aquela em que vivo, noutro ponto do país, a quatrocentos quilómetros da rotina e das pessoas que a fazem. Nem bom, nem mau: estranho. Esquisito. Não estar na escola; ter um cão convencido de que é uma criança humana, mais pequeno do que um recém-nascido, a saltitar-me em cima da cama; não estar perto do meu namorado para o abraçar como se o quisesse desfazer em pedacinhos e rir-me com o que faz e diz; não estar com os meus colegas na parvolhice, empregando expressões inglesas a cada três portuguesas; não ensaiar com a banda; não comer o meu Nestum de bolacha maria ao pequeno-almoço; não estar preocupada com as horas num dia de semana de Janeiro.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

(Outra vez as) dores de dentes

Dão-me vontade de morrer de overdose de Brufen. Tipo agora.

Ressaca dentária

Beatriz vai ao dentista colocar novos elásticos no aparelho. A seguir, Beatriz vai ao supermercado. Beatriz compra chocolate. Beatriz come-o. Beatriz trinca-o e mastiga-o, nhaque, nhaque, nhaque. Beatriz arrepende-se, porque Beatriz não esperava que lhe ficassem a doer tanto os dentes.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Aulas pós-refeição

Não sei quem foi o idiota que autorizou horas de almoço de apenas 45 minutos/1 hora antes de uma tarde de aulas, mas eu cá, se mo apresentarem, sou bem capaz de lhe ir aos miolos. Cá se fazem, cá se pagam. Sinto-me no direito legítimo de o fazer, porque ele também tem dado cabo dos meus. Graças à sua genialíssima ideia, sou obrigada a digerir os meus almoços de quinta-feira - sempre baguetes de atum com batatas fritas, devido a uma "tradição" que mantenho com o meu grupo de amigos - durante uma extremamente interessante aula de Psicologia B (sem ironia, desta vez). Ao invés do desejável (estar atenta e concentrada), sinto-me permanentemente que nem uma tartaruga em hibernação. E a tartaruga ainda pode dormir, eu é que não! É injusto adorar a matéria da disciplina e não ter alternativa senão entrar num estado de plena dormência cerebral. É injusto não conseguir emergir da sonolência a que me submetem. Dito isto, só consigo imaginar-me como sósia comportamental do Mr Bean. O pior é que sei que não sou só eu a queixar-me, mas sim toda a minha turma. It really sucks, má frénds.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A música que o Governo, o FMI e a União Europeia nos dedicam, secretamente


LETRA
(com pertinentes chamadas de atenção)
Entrei fora de mão
Fiz a maior confusão
Correndo no passeio
Foi como um tiro certeiro

Do outro lado da portagem
Vi alguém disse-lhe adeus
Queria eu seguir viagem
Falei-lhe não respondeu

Está tudo bem (então não está?!)
Tudo bem
Mesmo que os outros nos olhem com desdém (exemplo: toda a gente)
Está tudo bem, tudo bem
De vez em quando
Todos somos uns bons filhos da mãe (principalmente vocês)

Parei no apeadeiro
Tudo tinha para ver
Vi-te logo a ti primeiro (que macabra sorte a nossa!)
Aqui ficas a saber

E seguindo o meu caminho
Perco-me antes de chegar (antes fosse...)
Por ali fico eu sozinho
Com ganas p`ra te encontrar (...)

Posso esconder-me no escuro
Encostar-te à parede (ai, não...)
Esbarrar-me contra um muro (pois podiam esbarrar-se... mortalmente)
Faço trapézio sem rede (também serve)
Se depois de tudo isto
Não consegues entender
Melhor fora não ter visto
Não te dares a conhecer (nem às nossas pobres bolsas!)

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Poucaterra um caraças!

Como assídua utilizadora das suas infraestruturas, venho por este meio evidenciar o ultraje que sinto pela falta de tacto dos Comboios de Portugal na planificação e construção das estações. Ora vejamos: é certo que a estação de Coina (onde passam maioritariamente comboios da Fertagus - aquela ao pé da recta com o mesmo nome, com a fama que vocês já lhe conhecem) é bastante movimentada e, portanto, é legítimo que tenha um café e uma churrasqueira (com esplanada), bem como, porque não?, uma loja de acessórios de moda. Quanto a isso, tudo bem. Mas, agora tentem lá explicar-me, por que raio existe somente um café absurdamente ranhoso na estação de Setúbal, onde só podemos estar à bancada ou em mesas altas, sem cadeiras, e onde estão sempre plantados homens de meia-idade, cada um com um ar mais suspeito do que o anterior (possíveis pedófilos...?), barba por fazer e linguagem futebolística permanente? Afinal, Setúbal é a capital do distrito e uma cidade enorme, enquanto a sua estação de caminhos-de-ferro não só serve a Fertagus, mas também todos os serviços da CP, merecendo umas condições melhorzinhas, não é verdade? (E não se esqueçam de ampliar as casas-de-banho, se não for pedir muito!) 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Diz que é uma espécie de bichinho

Dos dez aos quinze anos, fiz sempre parte de grupos de dança. Foi a única maneira que arranjei para gostar de exercício físico e de sentir que fazia parte de algum projecto de grupo. Primeiro, quase até aos catorze anos, fiz parte de um grupo de dança contemporânea com o qual me fui desidentificando progressivamente. Era um grupo em mutação, em vias de ter mais visibilidade, e eu não consegui acompanhar o ritmo de exigência - inclusivé, fiz de tudo para subir do escalão intermédio para o avançado, mas não consegui. Além disso, para mim, aquilo já não era dança, não só pelo estilo de coreografias, pela maneira como o "professor" nos obrigava a exprimir facial e fisicamente, como também pelo desinteresse e sentido de obrigação que eu começava a sentir por aquilo. Então, saí desse grupo e juntei-me a outro, igualmente de dança contemporânea, mas que, no seu interior, se dividia noutras duas modalidades: dança do ventre e hip-hop. Na altura, a primeira pareceu-me a pior ideia possível, onde eu jamais me encaixaria, pelos complexos que tinha com o corpo e a minha auto-estima demasiado baixa. Porém, hip-hop não me pareceu mal de todo e alinhei, espatifando-me ao comprido. Inicialmente, detestei o novo grupo, pois nunca pensara que fosse tããão exigente, além de que não me sentia à vontade no hip-hop. Ainda assim, acho que foi a melhor opção que poderia ter tomado e que fiz bem em não ter desistido, até subir ao palco ter voltado a trazer-me boas sensações.
No final, fazendo um balanço, a única coisa de que me arrependo é de não ter continuado a ir aos ensaios, a praticar e a actuar. Desisti definitivamente (nessa altura) da dança porque estava cansada mental e fisicamente. Pior - estava cansada porque dei por mim, quase da noite para o dia, numa relação conflituosa que, consequentemente, me desgastava muito, muito mais do que o estritamente necessário (daí eu ter aprendido a lição de que não devemos abandonar projectos de que gostemos por causa de alguma paixão assolapada e inconsciente).
Nos últimos tempos, o bichinho da dança tem andado a teimar-me o juízo outra vez. Nunca fui grande dançarina, mas, pelo menos, era algo que me dava gozo praticar e que me divertia. Agora, quando vejo outros dançarem, apetece-me juntar-lhes. Principal e ironicamente se for hip-hop. Portanto, espero, um dia, voltar a ter a oportunidade que recusei por mera parvoíce. É algo que, sem eu ter previsto, me voltou a fazer falta.

HP stuff

Curiosidade: a J. K. Rowling começou a escrever a saga Harry Potter em Portugal.
Nome do "pai" de todos os seus vilões: Salazar Slytherin
Nome do "pai" da Pátria portuguesa (também uma espécie de vilão): António de Oliveira Salazar.

Coincidência?! Depois não me digam que não existe ficção sobre a História de Portugal.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Como sair da Friendzone

No Verão, quando estive em Braga, vi vários episódios da série "Friendzone" da MTV, uma vez que a única alternativa que tinha era subjugar-me aos gostos televisivos da minha prima. Já conhecia o programa, já conhecia o método do organiza-me-um-blind-date-que-afinal-é-para-ti e nunca entendi muito bem qual era a sua piada. Mas pronto, uma pessoa até engole aquilo das declarações repentinas e inesperadas, principalmente se ninguém for rejeitado a meio do processo.
Ainda assim, cada vez fico mais céptica quanto à legitimidade de tais situações. Quer dizer... ah e tal, tenho muita vergonha de dizer-te o que sinto por ti, por isso vou mas é declarar-me em frente das câmaras para um reality show transmitido a nível mundial, em que, se isto correr para o torto, milhares de pessoas poderão ver-te a dar-me uma tampa. Não encontro o mínimo sentido nisso. Pela lógica da batata, se alguém tem dificuldade em expressar os seus sentimentos, tenta fazê-lo de uma maneira mais recatada, não expondo-se internacionalmente, DE TODO, certo?

Certo...?!

O método da MTV é do mais foleiro possível e, pessoalmente, acho que se alguém se me declarasse desse modo, eu mandava-o era plantar couves. Mas que noção de privacidade é esta, expondo a vida pessoal perante o mundo inteiro? Ainda por cima, depois da declaração, o loved one ou fica "fixe, também sinto o mesmo por ti, e agora espetava-te uma granda beijo e declamava-te seis mil poemas de amor, mas é estranho ter de o fazer em frente de uma equipa de filmagem inteira", ou fica "e agora, como é que te rejeito impiedosamente sem parecer que te estou a humilhar à escala planetária?". Não acham isso muito mais complicado do que uma pessoa declarar-se simplesmente num momento íntimo, sem pressões?! Enquanto alguém que já saiu da friendzone (felizmente, com resultados positivos), após algum tempo a tentá-lo, pela maneira natural e sem a (des)ajuda de terceiros, não compreendo como é que dezenas de jovens acham que precisam de um programa de televisão para conseguirem conquistar o loved one. A sério que não compreendo essas cabecinhas (não) pensadoras...