quarta-feira, 17 de abril de 2013
"Ranho", um poema quase horizontal
Enfim, suspiro. Quem me dera um espirro, mas isto é só obstrução. Uma danação!
Alergia, constipação, insolação.
É ranho, é ranho, é ranho, senhores!
É ranho que eu tenho!
quinta-feira, 21 de março de 2013
Ai querem festejar a poesia?
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
dos outros #11 [e quem fala assim não é gago!]
" O amor é que é essencial.
O sexo é só um acidente.
Pode ser igual
Ou diferente.
O homem não é um animal:
É uma carne inteligente
Embora às vezes doente. "
Fernando Pessoa [1935]
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
eu, prodígio (cof, cof)
[O poema que se segue foi escrito por mim, segundo me lembro, por volta dos oito anos - e encontrado hoje à tarde, no meio da papelada cá de casa. Já nessa altura mostrava uma queda para o dramatismo e para o romance barato de faca e alguidar. Nem vou referir o meu emergente talento, coisa mai' linda! A qualidade da imagem não é a melhor, mas a minha digitalizadora também não.]
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
mais da mesma gabarolice
Ganhei uma menção honrosa no concurso de criatividade Grande C, categoria de Escrita Criativa, sub-categoria de Poesia!!! (Na vida real, uma exclamação destas valeria um colapso dos pulmões por falta de ar ou qualquer coisa do género, já que, de medicinas, percebo apenas o suficiente para entender a Anatomia de Grey - digamos, NADA.) Portanto, pelo que a ocasião "obriga", decidi mostrar-vos um dos poemas que compõe a colectânea com que ganhei o prémio. Aqui fica:
PAIXÃO PRIMAVERIL
Não sei se te amo ou se sei amar,
pois de ti guardo ténues lembranças do que fomos.
Eu era feliz em teus braços (e as fotografias o dizem, o repetem, o lamentam...)
Belos tempos, idos e voltados e enterrados,
mas a beleza éramos nós, não negues.
O meu vestido era verde, a pele ainda fresca do banho,
debaixo dos teus dedos de homem, coração mole de menino...
Que lindo!
Reconhece a felicidade que te dei, pois dei
se em vão ou não, não sei, pouco sei.
Foi curto mas eterno, que dizes tu?
A tua voz ficou presa às paredes, em eco falando,
e o teu aroma suave e juvenil ainda gorjeia, ditando
o que, de ti, jamais esquecerei.
