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quarta-feira, 17 de abril de 2013

"Ranho", um poema quase horizontal

Ranho. Substância consubstanciada nas minhas vias respiratórias, no meu nariz - entupido - e a respiração a falhar-me, a boca que arfa, sem fôlego. Resfolego.
Enfim, suspiro. Quem me dera um espirro, mas isto é só obstrução. Uma danação!
Alergia, constipação, insolação.
É ranho, é ranho, é ranho, senhores!
É ranho que eu tenho!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

a ranhosa da Beatriz

Sr. Pedro Chagas Freitas,

Acho que o senhor só está a complicar o que é simples. Eu nunca precisei dos seus cursos para aprender a usar vírgulas. Bastou a minha professora do 5º ano ensinar-me que só precisamos de nos guiar pela entoação com que falamos para que consigamos escrever um texto gramaticalmente correcto. Se soubermos falar, também sabemos escrever, dizia-me ela. E, se as pessoas não souberem falar, o que será delas nas ocasiões mais banais do dia-a-dia?
Já agora, a sua é uma das piores publicidades que vi nos últimos tempos. Nota-se logo que, com tanta falta de modéstia, quer impingir os seus cursos à força toda a um público que julga minimamente estúpido, dado o discurso que nos prega. Vá mas é pregar para outra freguesia, amigo! Pare de se intitular o "Mourinho da Escrita Criativa", porque ela é isso mesmo: criativa. Se me apetecer encavalitar vírgulas, pontos de exclamação e travessões, isso é cá da minha conta!

E, no entanto, como eu sou muito solidária para com os outros (cof, cof), ainda o ajudo na sua demanda pelas vírgulas, através da minha ranhosice, já viu?

Votos de boa sorte,

Beatriz