domingo, 19 de maio de 2013
Famílias confusas, crianças "confundidas"
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Real opinião sobre a realeza de Espanha
quinta-feira, 28 de março de 2013
"Carpe diem"
domingo, 6 de janeiro de 2013
Relações e relações
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Dos outros #17
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
É (quase) Natal, é (quase) Natal, tudo bate o pé! Vamos dar muitos presentes, mesmo sem ter fé!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
potatoe's logic
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Argumentação, falácias e discussões do arco da velha
sábado, 3 de novembro de 2012
não estávamos ainda em Novembro?
Hoje, fui ao El Corte Inglés. Do tecto já pendiam grinaldas e decorações que tais, douradas, prateadas e "Feliz Natal!", "Merry Christmas!", fazendo-me temer, por momentos, ouvir os jingles natalícios, com publicidade festiva à mistura. Mas esses também não devem tardar. Esperem até à próxima semana e depois digam-me se a coisa já não chegou a esse ponto!
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Marquemos a diferença! - #Blog Action Day
Vivemos num mundo enorme e, à partida, representamos algo quase invisível nele. Há quem acabe por se subestimar a si mesmo e ao próximo no meio desse mar de gente, cidades e culturas, mas também há quem saiba dar valor a cada recurso humano existente. E é principalmente desse tipo de pessoas sobre quem desejo escrever desta vez.
A nossa sociedade encontra-se em constante mudança. Nem sempre foi bem assim, é certo, pois as tecnologias vieram aproximar-nos uns dos outros, facilitando a comunicação à distância, logo, a constante adesão e difusão de ideias com os mais diferentes conteúdos
Tenho um blogue – este – porque gosto de transmitir a minha mensagem, seja ela qual for, sobre o que for. Gosto de saber que, ao fim do dia, existe alguém a concordar ou a discordar de mim mas que, apesar de tudo, e o mais importante, tomou conhecimento da minha opinião. Em muito pequena escala, penso que poderei chamar a este processo “tentar fazer a diferença”. Em primeiro lugar, é aqui que exponho os meus valores e opiniões; em segundo, estou certa de que estarei a incentivar outros, indirectamente, a exporem os seus também, nem que seja intimamente – o que já não é nada mau! Possuir opinião sobre algo é extremamente importante! Todos nós temos uma voz e todos nós devemos usá-la, nem que seja uma vez na vida! Até enquanto escrevo estas palavras tenho o objectivo de colocar este assunto em reflexão para quem as lerá, mais tarde…!
Não digo que seja preciso ter um blogue público para que tentemos fazer a diferença. Longe disso! Existem imensas maneiras de deixar a nossa marca no mundo, sem nos limitarmos a ser mais um indivíduo de tantos outros biliões com as mesmas características. Eu própria não encaro a Internet como o único meio para atingir tal fim, apesar de se tratar de um instrumento imprescindível na divulgação de informação na actualidade, assim como para tornar a nossa voz audível.
Fazer a diferença pode começar pela iniciativa própria. Devemos perguntar-nos o que podemos nós alcançar com as nossas capacidades? Sem vontade, nada se concretiza, pelo que devemos analisar-nos criticamente. Por vezes, mais valem actos pequenos e de bom coração do que grandes demonstrações sem significado. E o dinheiro?! Ele também é importante, sem dúvida, mas não vejo por que razão não haveremos de cumprir os nossos objectivos sem ele, se temos realmente vontade e uma voz que sabemos usar, que nos guia e que nos permite interagir com o mundo. Podemos fazer voluntariado, tentar auxiliar alguém em momentos menos felizes, lutar por uma causa digna de ser colocada em relevância, entre tantas outras acções que, simples ou não, demonstram a nossa vontade.
E um bom método para começar a tentar marcar a diferença é, como já referi, pensar em pequena escala.
Eu, por exemplo, prefiro tomar mais atenção, em primeiro ligar, à comunidade em que me insiro. Sou uma cidadã portuguesa, jovem e estudante, pelo que me concentro maioritariamente no panorama de Portugal, na actual conjuntura económica e política (e na crise, presente não só nesses domínios, como também, por consequência, em toda a realidade nacional, seja na Educação, na Saúde, na Justiça, …) e no que o futuro no meu país me poderá reservar ou recusar. Se sou directamente influenciada pela minha comunidade, tomarei mais atenção, evidentemente, ao que se passa dentro dela.
Porém, como é igualmente óbvio, não me deixo de preocupar com o exterior, dado que é ele que influencia, em grande parte, a realidade em que vivo. Procuro manter-me informada sobre uma data de temas sobre os quais convém qualquer cidadão minimamente consciente estar informado. Não deixo de tomar atenção às situações de guerra entre povos e as suas motivações; não deixo de me sentir sensibilizada com a falta de condições de vida (fome, trabalho precário e analfabetização são apenas algumas) nos países subdesenvolvidos, que tanto são explorados por nós, os países desenvolvidos; não deixo de me sentir escandalizada com os crescentes problemas ambientais, ignorados pela sociedade consumista e capitalista onde eu própria me insiro; não deixo de me sentir insultada pelas desigualdades que persistem em certas sociedades, porque todos os Homens merecem o mínimo de respeito, sejam de que género, religião ou raça forem.
Mas, repito – por agora, a minha área de possível influência no mundo cinge-se apenas à minha comunidade, ou seja, Portugal e, no máximo, a Europa. E pode ser que, um dia, eu consiga que a minha voz e a minha vontade cheguem para batalhar não só pelo que me é mais próximo, como também por todo o mundo, um pedacinho de cada vez!
Já nem digo todos, mas se uma parte de nós - cidadãos do mundo com capacidade e vontade para deixar uma marca indelével em toda a imensa comunidade que nos rodeia – se juntar, em nome de uma realidade mais favorável e sustentável, em nome de uma sociedade que não se esqueça de ninguém, mesmo que a sua voz seja, porventura, mais fraca ou inaudível no meio da multidão, julgo que poderemos transformar o Planeta Terra num local ainda mais desejado e amado do que ele já é.
Através da minha voz, continuo a almejar fazer a diferença.
Beatriz Canas Mendes, Portugal
October 15th, 2012
Blog Action Day #powerofwe

Marquemos a diferença! - #Blog Action Day
Vivemos num mundo enorme e, à partida, representamos algo quase invisível nele. Há quem acabe por se subestimar a si mesmo e ao próximo no meio desse mar de gente, cidades e culturas, mas também há quem saiba dar valor a cada recurso humano existente. E é principalmente desse tipo de pessoas sobre quem desejo escrever desta vez.
A nossa sociedade encontra-se em constante mudança. Nem sempre foi bem assim, é certo, pois as tecnologias vieram aproximar-nos uns dos outros, facilitando a comunicação à distância, logo, a constante adesão e difusão de ideias com os mais diferentes conteúdos
Tenho um blogue – este – porque gosto de transmitir a minha mensagem, seja ela qual for, sobre o que for. Gosto de saber que, ao fim do dia, existe alguém a concordar ou a discordar de mim mas que, apesar de tudo, e o mais importante, tomou conhecimento da minha opinião. Em muito pequena escala, penso que poderei chamar a este processo “tentar fazer a diferença”. Em primeiro lugar, é aqui que exponho os meus valores e opiniões; em segundo, estou certa de que estarei a incentivar outros, indirectamente, a exporem os seus também, nem que seja intimamente – o que já não é nada mau! Possuir opinião sobre algo é extremamente importante! Todos nós temos uma voz e todos nós devemos usá-la, nem que seja uma vez na vida! Até enquanto escrevo estas palavras tenho o objectivo de colocar este assunto em reflexão para quem as lerá, mais tarde…!
Não digo que seja preciso ter um blogue público para que tentemos fazer a diferença. Longe disso! Existem imensas maneiras de deixar a nossa marca no mundo, sem nos limitarmos a ser mais um indivíduo de tantos outros biliões com as mesmas características. Eu própria não encaro a Internet como o único meio para atingir tal fim, apesar de se tratar de um instrumento imprescindível na divulgação de informação na actualidade, assim como para tornar a nossa voz audível.
Fazer a diferença pode começar pela iniciativa própria. Devemos perguntar-nos o que podemos nós alcançar com as nossas capacidades? Sem vontade, nada se concretiza, pelo que devemos analisar-nos criticamente. Por vezes, mais valem actos pequenos e de bom coração do que grandes demonstrações sem significado. E o dinheiro?! Ele também é importante, sem dúvida, mas não vejo por que razão não haveremos de cumprir os nossos objectivos sem ele, se temos realmente vontade e uma voz que sabemos usar, que nos guia e que nos permite interagir com o mundo. Podemos fazer voluntariado, tentar auxiliar alguém em momentos menos felizes, lutar por uma causa digna de ser colocada em relevância, entre tantas outras acções que, simples ou não, demonstram a nossa vontade.
E um bom método para começar a tentar marcar a diferença é, como já referi, pensar em pequena escala.
Eu, por exemplo, prefiro tomar mais atenção, em primeiro ligar, à comunidade em que me insiro. Sou uma cidadã portuguesa, jovem e estudante, pelo que me concentro maioritariamente no panorama de Portugal, na actual conjuntura económica e política (e na crise, presente não só nesses domínios, como também, por consequência, em toda a realidade nacional, seja na Educação, na Saúde, na Justiça, …) e no que o futuro no meu país me poderá reservar ou recusar. Se sou directamente influenciada pela minha comunidade, tomarei mais atenção, evidentemente, ao que se passa dentro dela.
Porém, como é igualmente óbvio, não me deixo de preocupar com o exterior, dado que é ele que influencia, em grande parte, a realidade em que vivo. Procuro manter-me informada sobre uma data de temas sobre os quais convém qualquer cidadão minimamente consciente estar informado. Não deixo de tomar atenção às situações de guerra entre povos e as suas motivações; não deixo de me sentir sensibilizada com a falta de condições de vida (fome, trabalho precário e analfabetização são apenas algumas) nos países subdesenvolvidos, que tanto são explorados por nós, os países desenvolvidos; não deixo de me sentir escandalizada com os crescentes problemas ambientais, ignorados pela sociedade consumista e capitalista onde eu própria me insiro; não deixo de me sentir insultada pelas desigualdades que persistem em certas sociedades, porque todos os Homens merecem o mínimo de respeito, sejam de que género, religião ou raça forem.
Mas, repito – por agora, a minha área de possível influência no mundo cinge-se apenas à minha comunidade, ou seja, Portugal e, no máximo, a Europa. E pode ser que, um dia, eu consiga que a minha voz e a minha vontade cheguem para batalhar não só pelo que me é mais próximo, como também por todo o mundo, um pedacinho de cada vez!
Já nem digo todos, mas se uma parte de nós - cidadãos do mundo com capacidade e vontade para deixar uma marca indelével em toda a imensa comunidade que nos rodeia – se juntar, em nome de uma realidade mais favorável e sustentável, em nome de uma sociedade que não se esqueça de ninguém, mesmo que a sua voz seja, porventura, mais fraca ou inaudível no meio da multidão, julgo que poderemos transformar o Planeta Terra num local ainda mais desejado e amado do que ele já é.
Através da minha voz, continuo a almejar fazer a diferença.
Beatriz Canas Mendes, Portugal
October 15th, 2012
Blog Action Day #powerofwe

sábado, 13 de outubro de 2012
há piercings e piercings
Não gosto de piercings no nariz. Pronto, já disse. Alguns de vós não concordarão comigo - desculpem, porque, a mim, faz-me impressão. Acho que fica inestético na maioria das pessoas. Parece que têm ali uma verruga ou um macaquinho gigante! Chamem-me mente retrógada, mas só o seria se não apreciasse piercings de todo, o que não é verdade. Além dos do nariz, só não aprecio os piercings atravessados horizontalmente por baixo do umbigo, no fundo das costas ou nos lábios, pois, do meu ponto de vista, não têm nexo nenhum e, no caso dos últimos, desgastam os dentes e magoam as gengivas.
No entanto, os da língua são totalmente aceitáveis e gosto bastante deles na cartilagem perto do ouvido ou até na orelha (desde que não sejam em quantidade desmedida, como algumas pessoas fazem - dois ou três bastam, e só de um lado!), no umbigo ou na sobrancelha. Até nem acho que fiquem mal em rapazes! O segredo, como em tudo, é não abusar.

E aqui está um excelente exemplo do que é perder a noção do exagero.
