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sábado, 6 de abril de 2013

Também tenho um amigo que demora duas vidas a arranjar-se, por isso não digam que são só as mulheres!


A propósito, nós não vamos à casa-de-banho juntas para ficarmos no mesmo cubículo a ver a outra fazer chichi; nós vamos à casa-de-banho juntas para podermos ir falando umas com as outras, cada uma de seu lado da porta, ok? E eu só tenho UM par de botins de salto alto que só usei uma vez, encontrando-se o resto dos meus sapatos em vias de irem para o lixo, tal é o uso, ou, pelo menos, em estado de contínua degradação. E nós, mulheres ou seres que ascenderão a tal num dia destes, precisamos de malas porque, ao contrário dos homens, usamos calças justas ou saias, ficando feio se se vir ali um telemóvel ou uma carteira a emergirem dos bolsos (ou a pedirem para serem "resgatados" por mãos alheias, além de que nos magoam as pernas); aproveitamos a fundura de algumas malas para despejar, por conveniência, aquilo que os homens não têm nos seus bolsos e hão-de precisar, eventualmente (lenços de papel, por exemplo). Quanto à demora e à picuinhice nas lojas, existem patologias e Patologias, sendo que, pessoalmente, tenho de argumentar que nem todos os seres humanos têm um corpo relativamente quadrado, tendo em vez disso curvas em tudo quanto é sítio, ou falta delas (factor pouco atractivo) pelo que é preciso saber escondê-las meticulosamente ou, pelo contrário, saber exagerá-las, daí os nossos dilemas no que toca a comprar nem que seja uma única peça de roupa. Quanto à síndrome da Primark, juntem o ponto anterior ao facto de nos encontrarmos numa das catedrais comerciais com preços mais baixos, não só em roupa, como igualmente em lingerie, malas, acessórios, maquilhagem, etc, etc.

Mais alguma coisa?

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A emancipação dos Jonas Brothers


"Baby, put your pom poms down for me"? Quem canta este refrão são os mesmos três irmãos que, ainda há um par de anos, exibiam os seus anéis da castidade, virgens que só eles (com alguma sorte, virgens do nariz!), que defendiam a espera pelo casamento até deixarem de o ser. Bem... aqui fica mais uma prova da emancipação sexual dos Jonas Brothers, a seguir, por exemplo, ao penúltimo videoclipe do Joe. É que já não era sem tempo! E, deixemo-nos de tretas, agora sim, eles atingiram o sex appeal desejável. Reapareceram com muito mais carisma e confiança, uma imagem mais adulta e... eu gosto. Gosto sim! A música fica no ouvido, não é a minha preferida mas, mantendo-se na mesma onda musical que a de sempre, torna-se muito mais interessante com uma letra cujo significado vem quebrar o gelo da "ingenuidade" presente nos álbuns anteriores.

Acaba-se a vinculação à Disney, surge a oportunidade de crescerem enquanto artistas. O caminho que foi percorrido pela Britney, pela Miley Cyrus e tantos outros artistas é, agora, iniciado pelos Jonas Brothers. Mantendo a "decência" que lhes é característica, revelam, por fim, o seu amadurecimento. Previsivelmente, libertaram-se da ideia de "sonsos", o que viria a acontecer, mais cedo ou mais tarde. Já nem as fãs são miudinhas pré-púberes facilmente iludidas por músicas sobre amor eterno e verdadeiro, sobre rapazes perfeitos. Elas cresceram e querem mas é ouvir e ver qualquer coisa comercial e cativante, que dê no olho (ei, e porque não haveria eu de estar a falar a partir de uma perspectiva pessoal?).

segunda-feira, 11 de março de 2013

Prato do dia: Belieber com tatuagem

"Tenho a certeza de que não me vou arrepender disto [...] o meu amor por ele vai sempre crescer!"


Eu não costumo ser tão rude para outras raparigas em plena Internet, mas a miúda aos 2:16, apesar de precisar URGENTEMENTE de um namorado, nenhum Ser - humano ou não, do sexo feminino ou masculino, ou mesmo hermafrodita - lhe vai alguma vez pegar. Não com aquelas tatuagens e aquela obsessão toda a transbordarem-lhe pelos poros (literalmente!).
Só espero que nenhuma força divina ou diabólica me castigue por este meu menos simpático pensamento e não me venha a reservar, num futuro a longo prazo, uma filha como ela.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A tarde em que passei a gostar de leões de papel


Não sei muito sobre os Paper Lions, mas foi amor ao primeiro acorde com esta música, quando a ouvi hoje à tarde. Para minha alegria - e a de quem lhes der uma oportunidade -  têm uma EP disponível para download gratuito no seu site (e disponibilizo a aplicação já aqui). Música como a que criam é que devia passar na MTV e noutros canais. Dêem lá a reforma ao Gangnam Style e ao Justin Bolacha...!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

PRESERVATIVOS (e pronto, captei a vossa atenção)



Aposto que a situação "do you have a condom? (and not having it)" aconteceu a um dos publicitários da Durex. É o único modo pelo qual vejo que alguém se lembre de criar uma rede de distribuição de preservativos ao domicílio. Só falta virem embebidos em lubrificante com sabor a pizza ou a comida chinesa.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"We used to be friends"


Esta publicação é, featuring The Dandy Warhols, sobre e para (principalmente "para") os amigos que eu tive e que já não tenho. A determinada altura, foram realmente meus amigos (penso eu, do pico da minha ingenuidade), mais ou menos superficialmente, mas as circunstâncias guiaram-nos até às actuais, em que se dispensam lamechices e outros aditivos ou conservantes, tal como na comida. Acabou, acabou. 'Bora recorrer ao sarcasmo para enfrentar o assunto.
A música acima colocada - estrategicamente - faz-me lembrar bastante deles. Ou de vocês, caso vos sirva o boné. Algures no tempo, já fomos muito compinchas e uns para os outros, não foi? É que eu já nem certezas tenho - corrijam-me se estiver enganada. Éramos amiguinhos, confidenciávamos até a cor das nossas cuecas e partilhávamos experiências muito mais profundas do que simples fodas (sim, eu escrevi fodas, mas só para parecer sofisticada; pai, eu estou inocente!). O que nos unia era absolutamente inquebrável, pelo menos, até ao dia em que... 
De vez em quando, penso nesses amigos - vocês, ou tu, se calhar - e lembro-me imediatamente do refrão "a long time ago, we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". Até o cantarolo. Está presente um certo tom de ironia que me satisfaz o ego. Eh pá, ainda existe quem escreva cenas destas e as inclua numa música que, por acaso, fazia parte do genérico da Veronica Mars. Trivialidades. Se atentarmos no resto da letra, é mais do mesmo. Fofo!
Deixo-vos, deste modo, a sós com os TDW, dedicando-vos esta sua adorável musiquinha, sem mais assunto. Foi só porque "a long time ago we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". E hoje pensei.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Ehn... it's alright


Kika, 15 anos, do Porto. Estão a fazer um grande alarido por ter sido descoberta pelo mesmo produtor da Lady GaGa e da Jennifer Lopez, mas, se querem saber (não querem?, ok), não vejo/ouço que seja alguma coisa de outro mundo. Tem um timbre interessante, está bem. Porém, transmite pouca emoção. É um bocadinho pão sem sal e eu não vou muito à bola com personalidades insípidas. Felizmente para a rapariga, ainda é nova e tem muito que aprender. Digo eu.
Pronto, atirem-me lá pedrinhas. Que insensível que sou!

(E ainda estou para saber de quem é que a moça é filha ou afilhada!)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Tom Riddle é baleado

Se tiver sido assistido num hospital de Portugal, de certeza que já está morto. Não do tiro, que provavelmente lhe acertou no apêndice, mas sim de uma infecção por causa de uma batéria que só se consegue encontrar numa qualquer unidade de serviços de urgência nacionais, com um nome extremamente esquisito e que, provavelmente, poderia ser curada com Brufen.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Aulas pós-refeição

Não sei quem foi o idiota que autorizou horas de almoço de apenas 45 minutos/1 hora antes de uma tarde de aulas, mas eu cá, se mo apresentarem, sou bem capaz de lhe ir aos miolos. Cá se fazem, cá se pagam. Sinto-me no direito legítimo de o fazer, porque ele também tem dado cabo dos meus. Graças à sua genialíssima ideia, sou obrigada a digerir os meus almoços de quinta-feira - sempre baguetes de atum com batatas fritas, devido a uma "tradição" que mantenho com o meu grupo de amigos - durante uma extremamente interessante aula de Psicologia B (sem ironia, desta vez). Ao invés do desejável (estar atenta e concentrada), sinto-me permanentemente que nem uma tartaruga em hibernação. E a tartaruga ainda pode dormir, eu é que não! É injusto adorar a matéria da disciplina e não ter alternativa senão entrar num estado de plena dormência cerebral. É injusto não conseguir emergir da sonolência a que me submetem. Dito isto, só consigo imaginar-me como sósia comportamental do Mr Bean. O pior é que sei que não sou só eu a queixar-me, mas sim toda a minha turma. It really sucks, má frénds.

sábado, 5 de janeiro de 2013

OH DEAR JESUS!

Um deles sozinho já é assaz lamechas. Os dois juntos são um exagero. Se deste amor nascer um rebento, no que se tornará a criança...? Na maior lame shit legend da música anglo-saxónica do século XXI??!
Enfim. Apresento-vos o casal mais inesperado mas, porventura, o mais compatível: HAYLOR! (A sério, e eu a pensar que ninguém suplantaria o Bieber e a Selena...)

PARODY TIME INCLUDED:

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Manifesto da vida - excelente!


(Ignorem os últimos segundos, em que descobrirão que se tratava de um spot publicitário.)

domingo, 16 de dezembro de 2012

"Margarita Rebel Little Chicken"


Finalmente, encontrei a entrevista à pseudo-Margarida Rebelo Pinto que passou no Estado de Graça da semana passada. Cliquem nesta hiperligação e coloquem o vídeo nos 14:55. Não se vão arrepender... Humor português: simples e forte. Façam-me o favor de rir!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Dezembro

Frio. Muuuuito frio.
E Natal também!

Taylor... is that you?!


Quem conhece o trabalho da Taylor Swift deve estar tão atrapalhado quanto eu, se também viu o novo videoclipe da música "I Knew You Were Trouble". Não sei quanto a vocês, mas eu não gostei. No mínimo, fiquei apreensiva. Acho que o único aspecto que me agradou foi o novo visual dela, com o cabelo mais curto e roupa descontraída. De resto, nada fez sentido. A começar naquele monólogo inicial, um prólogo bem ao estilo Twilight, tal como a Bella costuma fazer no início de cada narrativa/filme, e a acabar no enredo da história "contada", não antes de passar pelo rapazinho todo rockeiro e rebelde, cheio de tatuagens foleiras, não me pareceu que tivesse saído algo muito coeso. Talvez eu esteja demasiado habituada ao estilo clássico e romântico dos videoclipes da Taylor Swift, talvez este tenha saído mesmo mal. Desta vez, não engoli. Desculpem lá qualquer coisinha...

Adivinhem quem ainda não se levantou da cadeira desde há bocado.

Eu.