Mais alguma coisa?
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sábado, 6 de abril de 2013
Também tenho um amigo que demora duas vidas a arranjar-se, por isso não digam que são só as mulheres!
Mais alguma coisa?
quinta-feira, 4 de abril de 2013
A emancipação dos Jonas Brothers
"Baby, put your pom poms down for me"? Quem canta este refrão são os mesmos três irmãos que, ainda há um par de anos, exibiam os seus anéis da castidade, virgens que só eles (com alguma sorte, virgens do nariz!), que defendiam a espera pelo casamento até deixarem de o ser. Bem... aqui fica mais uma prova da emancipação sexual dos Jonas Brothers, a seguir, por exemplo, ao penúltimo videoclipe do Joe. É que já não era sem tempo! E, deixemo-nos de tretas, agora sim, eles atingiram o sex appeal desejável. Reapareceram com muito mais carisma e confiança, uma imagem mais adulta e... eu gosto. Gosto sim! A música fica no ouvido, não é a minha preferida mas, mantendo-se na mesma onda musical que a de sempre, torna-se muito mais interessante com uma letra cujo significado vem quebrar o gelo da "ingenuidade" presente nos álbuns anteriores.
Acaba-se a vinculação à Disney, surge a oportunidade de crescerem enquanto artistas. O caminho que foi percorrido pela Britney, pela Miley Cyrus e tantos outros artistas é, agora, iniciado pelos Jonas Brothers. Mantendo a "decência" que lhes é característica, revelam, por fim, o seu amadurecimento. Previsivelmente, libertaram-se da ideia de "sonsos", o que viria a acontecer, mais cedo ou mais tarde. Já nem as fãs são miudinhas pré-púberes facilmente iludidas por músicas sobre amor eterno e verdadeiro, sobre rapazes perfeitos. Elas cresceram e querem mas é ouvir e ver qualquer coisa comercial e cativante, que dê no olho (ei, e porque não haveria eu de estar a falar a partir de uma perspectiva pessoal?).

sábado, 23 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
O que eu ouvia (além de High School Musical) aos 11 anos
Eis o hino à perversão musical, ao terrível ruído urbano, aos players, às "garinas" fáceis, à sociedade decadente e, em geral, à anarquia. Não me digam que não eram viciados nesta música ou que nunca a ouviram, porque eu sei que é mentira. Com 11 anos, até podia não entender as indirectas sexuais e a dinâmica das referidas "relações humanas", mas sabia a letra de cor e salteado. Mais velhos ou mais novos, não se acanhem, pois estivemos todos no mesmo barco! :D
segunda-feira, 11 de março de 2013
Prato do dia: Belieber com tatuagem
"Tenho a certeza de que não me vou arrepender disto [...] o meu amor por ele vai sempre crescer!"
Eu não costumo ser tão rude para outras raparigas em plena Internet, mas a miúda aos 2:16, apesar de precisar URGENTEMENTE de um namorado, nenhum Ser - humano ou não, do sexo feminino ou masculino, ou mesmo hermafrodita - lhe vai alguma vez pegar. Não com aquelas tatuagens e aquela obsessão toda a transbordarem-lhe pelos poros (literalmente!).
Só espero que nenhuma força divina ou diabólica me castigue por este meu menos simpático pensamento e não me venha a reservar, num futuro a longo prazo, uma filha como ela.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
A tarde em que passei a gostar de leões de papel
Não sei muito sobre os Paper Lions, mas foi amor ao primeiro acorde com esta música, quando a ouvi hoje à tarde. Para minha alegria - e a de quem lhes der uma oportunidade - têm uma EP disponível para download gratuito no seu site (e disponibilizo a aplicação já aqui). Música como a que criam é que devia passar na MTV e noutros canais. Dêem lá a reforma ao Gangnam Style e ao Justin Bolacha...!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Cultura 'tuga - lição nº1
Não subestimar o poder da dinastia Malhoa no mundo da música 'tuga* (ou lá o que eles pensam que fazem). Se não tiverem cuidado, ainda acabam como eu: perdendo 40 segundos da vossa vida a testarem os limites da foleirice nacional.
* Atenção: "música 'tuga" é diferente de "música portuguesa", designando realidades quase opostas.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
"We used to be friends"
Esta publicação é, featuring The Dandy Warhols, sobre e para (principalmente "para") os amigos que eu tive e que já não tenho. A determinada altura, foram realmente meus amigos (penso eu, do pico da minha ingenuidade), mais ou menos superficialmente, mas as circunstâncias guiaram-nos até às actuais, em que se dispensam lamechices e outros aditivos ou conservantes, tal como na comida. Acabou, acabou. 'Bora recorrer ao sarcasmo para enfrentar o assunto.
A música acima colocada - estrategicamente - faz-me lembrar bastante deles. Ou de vocês, caso vos sirva o boné. Algures no tempo, já fomos muito compinchas e uns para os outros, não foi? É que eu já nem certezas tenho - corrijam-me se estiver enganada. Éramos amiguinhos, confidenciávamos até a cor das nossas cuecas e partilhávamos experiências muito mais profundas do que simples fodas (sim, eu escrevi fodas, mas só para parecer sofisticada; pai, eu estou inocente!). O que nos unia era absolutamente inquebrável, pelo menos, até ao dia em que...
De vez em quando, penso nesses amigos - vocês, ou tu, se calhar - e lembro-me imediatamente do refrão "a long time ago, we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". Até o cantarolo. Está presente um certo tom de ironia que me satisfaz o ego. Eh pá, ainda existe quem escreva cenas destas e as inclua numa música que, por acaso, fazia parte do genérico da Veronica Mars. Trivialidades. Se atentarmos no resto da letra, é mais do mesmo. Fofo!
Deixo-vos, deste modo, a sós com os TDW, dedicando-vos esta sua adorável musiquinha, sem mais assunto. Foi só porque "a long time ago we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". E hoje pensei.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Ehn... it's alright
Kika, 15 anos, do Porto. Estão a fazer um grande alarido por ter sido descoberta pelo mesmo produtor da Lady GaGa e da Jennifer Lopez, mas, se querem saber (não querem?, ok), não vejo/ouço que seja alguma coisa de outro mundo. Tem um timbre interessante, está bem. Porém, transmite pouca emoção. É um bocadinho pão sem sal e eu não vou muito à bola com personalidades insípidas. Felizmente para a rapariga, ainda é nova e tem muito que aprender. Digo eu.
Pronto, atirem-me lá pedrinhas. Que insensível que sou!
(E ainda estou para saber de quem é que a moça é filha ou afilhada!)
(E ainda estou para saber de quem é que a moça é filha ou afilhada!)
sábado, 19 de janeiro de 2013
Tom Riddle é baleado
Se tiver sido assistido num hospital de Portugal, de certeza que já está morto. Não do tiro, que provavelmente lhe acertou no apêndice, mas sim de uma infecção por causa de uma batéria que só se consegue encontrar numa qualquer unidade de serviços de urgência nacionais, com um nome extremamente esquisito e que, provavelmente, poderia ser curada com Brufen.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Aulas pós-refeição
Não sei quem foi o idiota que autorizou horas de almoço de apenas 45 minutos/1 hora antes de uma tarde de aulas, mas eu cá, se mo apresentarem, sou bem capaz de lhe ir aos miolos. Cá se fazem, cá se pagam. Sinto-me no direito legítimo de o fazer, porque ele também tem dado cabo dos meus. Graças à sua genialíssima ideia, sou obrigada a digerir os meus almoços de quinta-feira - sempre baguetes de atum com batatas fritas, devido a uma "tradição" que mantenho com o meu grupo de amigos - durante uma extremamente interessante aula de Psicologia B (sem ironia, desta vez). Ao invés do desejável (estar atenta e concentrada), sinto-me permanentemente que nem uma tartaruga em hibernação. E a tartaruga ainda pode dormir, eu é que não! É injusto adorar a matéria da disciplina e não ter alternativa senão entrar num estado de plena dormência cerebral. É injusto não conseguir emergir da sonolência a que me submetem. Dito isto, só consigo imaginar-me como sósia comportamental do Mr Bean. O pior é que sei que não sou só eu a queixar-me, mas sim toda a minha turma. It really sucks, má frénds.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
A música que o Governo, o FMI e a União Europeia nos dedicam, secretamente
LETRA
(com pertinentes chamadas de atenção)
Entrei fora de mão
Fiz a maior confusão
Correndo no passeio
Foi como um tiro certeiro
Do outro lado da portagem
Vi alguém disse-lhe adeus
Queria eu seguir viagem
Falei-lhe não respondeu
Está tudo bem (então não está?!)
Tudo bem
Mesmo que os outros nos olhem com desdém (exemplo: toda a gente)
Está tudo bem, tudo bem
De vez em quando
Todos somos uns bons filhos da mãe (principalmente vocês)
Parei no apeadeiro
Tudo tinha para ver
Vi-te logo a ti primeiro (que macabra sorte a nossa!)
Aqui ficas a saber
E seguindo o meu caminho
Perco-me antes de chegar (antes fosse...)
Por ali fico eu sozinho
Com ganas p`ra te encontrar (...)
Posso esconder-me no escuro
Encostar-te à parede (ai, não...)
Esbarrar-me contra um muro (pois podiam esbarrar-se... mortalmente)
Faço trapézio sem rede (também serve)
Se depois de tudo isto
Não consegues entender
Melhor fora não ter visto
Não te dares a conhecer (nem às nossas pobres bolsas!)
domingo, 13 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
OH DEAR JESUS!

Um deles sozinho já é assaz lamechas. Os dois juntos são um exagero. Se deste amor nascer um rebento, no que se tornará a criança...? Na maior lame shit legend da música anglo-saxónica do século XXI??!
Enfim. Apresento-vos o casal mais inesperado mas, porventura, o mais compatível: HAYLOR! (A sério, e eu a pensar que ninguém suplantaria o Bieber e a Selena...)
PARODY TIME INCLUDED:
sábado, 29 de dezembro de 2012
Já percebi o jogo da Fanny!
Com isto
a Fanny tentava conquistar o Ricky Martin, pensando que poderiam ser almas gémeas, tendo a mesma tendência para a "bidá lócá".
Só não lhe disseram que ele é homossexual e tem dois filhos pequenos. E um namorado extremamente atraente.
Então, Fanny, apresento-te o gay mais DILF de sempre... ou o DILF mais gay de sempre - Ricky Martin!!!
domingo, 23 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Rick's stuff #3
De vez em quando, faz bem ouvir qualquer coisa alternativa e deixar as popzadas e as rockalhadas de parte. Diga-se de passagem que é sempre boa ideia ter um namorado com uma vasta cultura musical que nos faça inovar os nossos gostos quando os ouvidos pedem mais variedade.
Ultimamente, tenho andado a viciar em The Tallest Man on Earth.
Ultimamente, tenho andado a viciar em The Tallest Man on Earth.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
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