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sábado, 8 de dezembro de 2012

Say what?

Apesar de não ser das bandas que mais ouço, sempre gostei muito dos Green Day. Penso que tiveram os seus altos e baixos mas que, nos últimos anos, têm mostrado ter alcançado a maturidade musical. O estilo de canções que criam não é demasiado agressivo, nem demasiado suave, tem boas letras e melodias, a voz do Billie Joe Armstrong é singular e existe coesão entre todos os temas e, atrevo-me a dizer, todos os álbuns (baseando-me nos que conheço, pelo menos).
Hoje, quando mudei para a MTV Music (aquela que transmite videoclipes 24 horas por dia, ao contrário da decadente MTV Portugal), apareceu-me o seguinte:


A minha reacção instantânea: "O QUÊ?! GREEN DAY E TWILIGHT?! ESTÁ TUDO MALUCO?!"
Não me censurem. Não desgosto de Twilight, mas... por favor, não me contradigam quando digo que não poderia existir no mundo uma mistura menos previsível. Se ontem me tivessem dito que a nova música dos GD fazia parte da banda sonora do Amanhecer, parte II, eu mandá-los-ia dar uma voltinha ao bilhar grande com um valente olhar de reprovação - estariam doidos? Ah, como se fosse possível. Mas foi... E não digo que tenha sido uma má estratégia de marketing, apenas me sinto confusa quanto a este "casamento" improvável. Depois disto, só falta a Tina Turner e a Cher começarem a contribuir para as bandas sonoras de filmes como Die Hard ou Velocidade Furiosa.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Na companhia de Anna Karenina

Por vezes, é preciso termos presente a ideia de que existe uma adaptação cinematográfica de um romance antes de nos aventurarmos a ler as suas cerca de mil páginas. Funciona como um incentivo, pelo menos para mim, que adoro comparar a história original ao filme que lhe corresponde, produzido mais de um século depois de ter sido escrita. Adoro os clássicos criados entre o fim do século XIX e o início do século XX e sinto-me um pouco fascinada pela literatura dessa época. A minha autora preferida da altura é, até agora, a Jane Austen, capaz de tornar uma descrição exaustiva num deleite para o coração e de construir personagens como poucos conseguem. Há uns dias, quando soube que "Anna Karenina", de Liev Tolstói, já foi adaptado e está quase a estrear nos cinemas, peguei, finalmente, no exemplar do romance que existe na biblioteca da minha escola e comecei a lê-lo. Surpreendi-me bastante: a escrita é relativamente simples, o vocabulário não é muito exigente e há grande destaque para a descrição das emoções e das relações entre as personagens. Poderia tratar-se de algo escrito em pleno século XXI, apenas retratando tempos passados! Entretanto, vou continuar a ler o livro, para depois ver o filme e cumprir a minha mania das comparações.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

"Para Sempre, Talvez"

Há uns dias, o filme "Para Sempre, Talvez" foi transmitido na TVI e eu, naturalmente atraída por histórias com títulos lamechões, ainda mais se forem protagonizados pelo Ryan Reynolds (que, além de ser um trintão gostoso, também é um excelente actor de comédias românticas) e pela Isla Fisher (umas das actrizes mais bonitas de Hollywood) tive mesmo de o gravar para o poder ver mais tarde. Esse "mais tarde" foi hoje à hora do lanche e soube-me mesmo bem enrolar-me na manta a comer torradas e a reflectir sobre a ficção que em tanto aldraba a vida real.
Mas como por vezes a ficção, desde que não em doses excessivas, não faz mal ninguém, lá me alapei no sofá, como se a minha vida sentimental fosse um caco (não é) e não houvesse nada de mais útil para fazer em casa (mentira).
Para variar, o Ryan Reynolds não conseguiu conquistar-me no papel de pai, dada a sua aparência demasiado juvenil para quem já está mais perto dos quarenta que dos trinta. Lá tive de fazer um esforço e imaginar que a Abigail Breslin era filha dele. Contudo, não deixei de gostar do seu desempenho, pois é humanamente impossível alguém ter outra opinião. Quanto à Isla Fisher e às restantes actrizes, a Rachel Weisz e a Elizabeth Banks, também estiveram bem, principalmente a Rachel, que eu já conhecia de outros filmes. O enredo podia não ser genial, mas não se pode dizer que um romance lamechas cinematográfico exija muito. Estava no ponto. Nem demasiado previsível, nem demasiado elaborado, envolvendo um conflito engraçadito (amigos que passam anos e anos a tentarem ser mais do que isso, acontecendo sempre algo que os impede) e, como eu também não sou uma espectadora demasiado rígida, assim passei uma boa hora e meia. Recomendo, 4/5.


domingo, 25 de novembro de 2012

oh não, é "true love"


Já existem vídeos sobre "amor verdadeiro" no Youtube, protagonizados por pré-púberes de catorze anos (sem miolos, por sinal)! À laia da experiência, decidi ver este e, sem surpresas, achei a coisa mais deprimente de sempre. Aquilo que mostra não é amor verdadeiro: são apenas dois adolescentes patetas, exibicionistas e sem nada para fazer que, querendo mostrar ao mundo o quão felizes são durante a primeira semana de namoro, resolveram filmar alguns momentos previamente encenados e ridiculamente parvos, descontextualizados. Porém, como a estupidez é pouca, os amigos ainda acrescentam comentários de comoção ao vídeo, para melhorar a festa. Sim, o amor é lindo e eles ficam tão fofos juntos. Ai, que inveja que eles têm do casalinho maravilha! Ai, tanta partilha no Facebook, "também quero, também quero!".

Oh gente, o amor não é isso, 'pá. O amor não é ser-se jovem e palerma, dar-se beijinhos, ter-se contacto físico e dizer-se "amo-te" porque fica bem, muito menos fazer de conta que tudo são rosas para iludir outros tantos palerminhas com falta de mimo. Não é fazer promessas de paixão eterna a alguém aos 14 anos, nem esperar que fiquem juntos para todo o sempre. 

Eu não faço a mínima ideia do que significa "amor verdadeiro", mas há pessoas que ainda sabem menos do que eu.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Once upon a time...

Há uns anos, este vídeo estava classificado no Youtube como sendo apenas indicado para maiores de 18. Mas isso foi antes de aparecerem as Pussycat Dolls e a Lady GaGa!
Nos tempos que correm, Britney Spears em biquíni, sendo apalpada por um tipo musculado em calções e com uma tatuagem foleira na omoplata é coisa pouca.

domingo, 18 de novembro de 2012

uma gaja que no geral não gosta de gajas

[1:44] "Na maioria das vezes, o que acontece com estas raparigas é terem mais garganta do que tomates."

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Breaking Dawn - part II

Aposto que, tal como eu - que já cheguei a gostar mais da saga do que gosto actualmente - muitos de vocês vão correr a participar neste passatempo da Fórum Estudante, cujo prémio é (*rufos*) bilhetes duplos para a antestreia da segunda parte do filme "Amanhecer", da saga "Crespúsculo", em Lisboa e no Porto! A cada 40 respostas correctas à questão colocada (quem é a actriz que interpreta a personagem Renesmée?), a Fórum premeia os leitores. Não se esqueçam que têm de estar inscritos no site para participarem. Aqui fica a ligação. Boa sorte!

 

(E quem é amiga, quem é? Sou euuuuuuu, não sou?! Não, por acaso é a Fórum Estudante, xisdê.)

 

domingo, 4 de novembro de 2012

é de iniciativa que este país precisa!

A combinar com o actual estado do país, com esta conjuntura caótica, encontramo-nos na época mais pessimista desde que nasci - e isso já é mais que uma década e meia! Falta ânimo ao pessoal, e com muita razão, os jovens pensam logo em emigrar antes sequer de acabarem os seus cursos, alguns até vão estudar para fora se tiverem dinheiro para tal, são mais o desempregados que as mães, não há condições de trabalho para os que o têm, está-se mesmo a ver que não vai haver reformas para ninguém nos próximos milhentos anos, não há esperança, etc, etc, etc, vocês vivem no mesmo país que eu e sabem como é.

Ainda assim, o que é de louvar aos céus, existem pessoas que são capazes de levantar a cabeça e ter INICIATIVA - já que os responsáveis por esta grande borrada nacional/internacional/MUNDIAL não a têm. Um desses exemplos de gente que vai à luta chama-se Sofia Mesquita e arranjou uma maneira surpreendentemente criativa para procurar trabalho. Achei brilhante! Ora dêem uma vista de olhos:

 

sábado, 3 de novembro de 2012

dos outros #12

"Where there is desire, there is gonna be a flame. Where there is a flame, someone's about to get burnt. But just because it burns, doesn't mean you're gonna die. You gotta get up and try..." [Try, Pink, 2012]

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

o dito candidato a êxito musical sobre que escrevi ontem


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<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><strong>LETRA:</strong></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><strong>"</strong>Se o país aguenta mais austeridade...?</div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;">Ai aguenta, aguenta... (bis)<strong>"</strong></div>