domingo, 17 de julho de 2011

Mais outras duas que me fazem chorar.

Duas músicas que me fazem chorar.

. i . don't . know . [dúvida existencial]

É possível sentirmo-nos completamente aparvalhados, sorrirmos para o nosso reflexo no espelho quando nem nos penteámos, saltar que nem doidos, dançarmos ao ritmo e sem ser ao ritmo da música, não conseguirmos adormecer e nunca pararmos de sorrir sem estarmos obrigatoriamente, digamos... APAIXONADOS?!

 

E será normal sentir medo, não sei bem de quê, que seja cedo demais para tal acontecer, depois de determinados acontecimentos passados, medo de arriscar, medo de sermos apanhados por estas sensações várias, infantilidades de gente crescida?

 

... i don't know, but i like it, baby ...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

- sweet 16 - OU - a minha melhor amiga faz anos -

Eu sei que ela vai ter um ano fantástico.

 

CORRECÇÃO: nós vamos ter um ano fantástico.

 

REFLEXÃO: começamos a contar um novo ano a partir do dia do nosso aniversário ou a partir de 1 de Janeiro?

 

CONCLUSÃO: none. This is f*cking stupid.

 

 

Parabéns, Inêsinha. {#emotions_dlg.rainbow} Obrigada por tudo e, como tal, continuarei a fazer o impossível para minimizar as tuas azias.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu sou do tempo em que ver o Harry Potter e a Pedra Filosofal metia medo.

  Passada essa fase, seguiu-se a do autêntico fascínio pela saga, uma obcessão que me levou a colar, desesperadamente, posters e mais posters do Daniel Radcliffe (quando ele ainda tinha cara de puto...porque era um puto), tal como da Emma Watson (o meu ícone da moda, o meu role model em atitude) e do Rupert Grint, entre outros alusivos aos filmes nas paredes do meu quarto.

  Seis anos depois, o bichinho continua cá dentro e anseia por ir ver o capítulo final MAL ELE ESTREIE! Ou não tenha eu lido todos os livros umas boas cinco vezes cada um e tenha aprendido Inglês com o filme "Harry Potter e o Cálice de Fogo"...

  As pessoas crescem, mas nunca mudam definitivamente nem descartam completamente os antigos interesses.

 

 

 

sexta-feira, 8 de julho de 2011

« i found time can heal most anything and you just might found who you're supposed to be »

  E eu irei para a faculdade tirar uma licenciatura, estudarei no estrangeiro, viajarei pelo mundo, tornar-me-ei uma óptima jornalista ou editora, serei a autora de uma boa quantidade de livros (uns melhores que outros, talvez), continuarei a cantar e a tocar por pura diversão, arranjarei o homem perfeitamente imperfeito, com quem constituirei a família dos meus sonhos...

 

 

... e, o resto, logo se vê!

 

  Se fosse tão fácil concretizar esta utopia quanto é escrevê-la, a vida perderia a piada.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it » #4

  Oh fofinho, eu sei que tens saudades minhas, mas, sinceramente, eu não tenho saudades tuas... Talvez tenha saudades dos momentos e da pessoa que mostravas ser - há uns tempos. Vou guardar essas recordações com muito carinho, amor, cuidado, blábláblá (...) e fingir que existe um corte temporal entre a altura em que tudo corria (relativamente) bem e o presente. Vou apoiar-te nos teus sonhos, como sempre prometi, mas à margem. Mesmo quando pensares que já me esqueci de ti, estarei a observar-te. Não quero cair no erro de te sobrevalorizar para depois voltar a desiludir-me, não achas?

 

  Espero que também te lembres de mim, de vez em quando... Nem que seja em memória do que signifiquei para ti.

 

 

domingo, 3 de julho de 2011

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it » #3

Beatriz: "Tenho medo de não conseguir (enfrentar os obstáculos)."

Margarida: "Se quiseres, consegues!"

 

A sério?! Porque não disseste isto antes?? Incrivelmente, nunca tinha chegado a tal conclusão...

 

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it » #2

  ELE deve estar a GOZAR COMIGO! Estará a brincar com a vida? Fofinho, ou me apagas completamente da tua vida ou não apagas. Ires-te afastando de mim às prestações não é funcional, penso eu. No entanto, se o consideras uma opção lógica, FORÇA! Depois, não me venhas outra vez pegar por um pé e fazer-me cair, porque não hás-de conseguir nada - ESPERO EU, pela minha sanidade mental.
  Nunca pensei conseguir dizer isto, mas odeio-o. ODEIO-TE! Posso ainda amar-te, pensar em ti, ... Mas também passei a odiar-te. Temos pena. Afinal, não és assim tão perfeito quanto eu idealizava. Que parvo...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

« you know that i'm a crazy b*tch ; i do what i want when i feel like it »

  Ainda não entendi porque fazes de mim parva. Achas, sinceramente, que mereço que me enroles com histórias e mais histórias, numa bola de neve que me prende cada vez mais a ti? Acho que nunca te fiz um mal tão grande que o justifique, até pelo contrário. Passo a vida a tentar agradar-te. Serás assim tão difícil de satisfazer? Nunca estás contente, nunca sou boa o suficiente para ti.
  Ora, bolas... Que problema, não é? No fim, a culpa é sempre minha ou, pelo menos, dás a ideia de pensar assim. Não consegues pôr o orgulho de lado por mim, que estou sempre do teu lado - até demais - e faço tudo para não te desiludir?
  Na verdade, já lá vai o tempo em que me atingias e me fazias sofrer com as tuas ditas crises existenciais. Porém, isso já foi há tanto tempo que já nem te deves lembrar. Foi na altura em que corríamos riscos um pelo outro, não apenas eu por ti, o que parece ser habitual nos últimos tempos.
  E, se já não significo nada na tua vida, porque não o dizes logo? Talvez seja porque, apesar de tudo, essa mentira é demasiado grave para ser dita, estarei certa? Tenho a certeza que, lá no fundo, só não admites por causa da porcaria desse orgulho, que a cada dia me repugna mais.
  Eu tenho a certeza que sabes ou tens a mínima noção do quanto me mudaste. Primeiro, por umas razões ; mais tarde, por outras. Deixei de ser a menina que se deixava controlar para passar a ser a miúda intragável que já não consegues influenciar como antes. Já não sou manipulável, por muito que te ame e por muito que pense em ti e por muito que te queira por perto e por muito que sonhe que, um dia, voltaremos ao ponto onde começámos. Apesar de te desejar o melhor e que sejas feliz, não o serás rebaixando-me e brincando com os meus sentimentos.
  Deixa-me que te diga - não te surpreendas quando, um dia, deixar de te responder, deixar de te ligar e seguir desenfreadamente. Não te admires quando ouvires da minha boca que o lugar que há algum tempo ocupaste já não se encontra à tua disposição.
  EUNÃO me encontro à TUA disposição. Por enquanto, ainda podes considerá-lo mentira, mas não julgues que será assim por tempo indefinido. Tudo tem limites e eu tenho objectivos e prioridades, os quais podem não incluir-te a longo prazo.
  Tenho imensa pena por termos chegado onde chegámos, mas, se ficámos por aqui, não foi por minha causa. É possível existirem dois culpados numa situação que só um criou - tu. Desculpa, mas não sei por mais quanto tempo aguentarei observar-te a afastares-me.



16 & smile

É preciso acordar todos os dias com o pensamento "eu tenho muita sorte em ser saudável, acarinhada, amada, em já ter encontrado as minhas verdadeiras vocações e ter estabelecido tantos objectivos, em sentir-me incompletamente completa, em estar rodeada de pessoas fantásticas e encontrar-me numa situação propícia à concretização de tantos sonhos!".
Posso dizer que, aos 16 anos, apesar de me terem acontecido anteriormente imensas coisas adversas à minha felicidade, consegui tornar-me uma boa pessoa e tomar decisões de que nunca me arrependerei, tenham sido elas boas ou más.

Começando da "melhor" forma...

Aí está a prova de como ainda tenho muito que aprender na vida... Nomeadamente, na música.