sábado, 22 de setembro de 2012

i love haters

Estou a presenciar uma chuva de haters no meu canal de Youtube. São dois ou três e, de repente, lembraram-se de espalhar o seu ódio nos meus vídeos. Sei-o porque foi trabalho em série: toca a fazer thumbs down em tudo quanto é sítio, no menor tempo possível! Tudo... só escapou o cover da música da Mia Rose - o que constitui um grande mistério.

 

Penso que a situação tenha sido despoletada pela última novidade (se for assim tão má, avisem-me!).

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

saber pensar em reconhecer convencimentos não partilhados

   Eu sei que tu sabes que eu sei que, muitas vezes, antes de dormir, penso em ti. Tu sabes que eu sei que tu sabes que muito mudou desde que eu deixei de saber que tu não sabias o quanto gostava de ti e te respeitava, porque eu talvez me tenha esquecido de te fazer saber que eu sabia que tu eras para guardar. Porém, eles – os outros -, que nem sequer tinham a ver com o assunto, pensavam que eu sabia que eles sabiam a razão por nunca terem ido muito com a minha cara. Mas eu não sabia. E, agora, já sei. Desde que tu deixaste de saber que eu sabia que eras para guardar, dado que eu não sabia que não sabias que eu sabia que sempre tive duas personalidades, comecei a perceber imenso do que desconhecia.
   Então, quando abri os olhos – e alarguei horizontes – passei a pensar se eles não pensariam que tu não estavas a pensar lucidamente por ainda me guardares. Pensei no que tu pensarias do que os outros pensariam de mim e se também não começarias a pensar como eles, que achavam que eu pensava pouco nos seus pensamentos.
   No entanto, ainda precisei de algum tempo para reconhecer que tu já não me reconhecias por, antes, ainda não me ter reconhecido a mim própria. Eu sou assim, reconheço, uma faca de dois gumes, reconhecida por eles me reconhecerem como aquela que só se reconhece a ser reconhecida. Foi irreconhecimento!
   E eu convencida de que te tinha convencido a convenceres-me a ser uma pessoa menos convencida...! Assim, eles ainda ficaram mais convencidos de que eu estava convencida de que eles estavam convencidos de serem pedras no caminho! Pois que fique claro que estou somente convencida de que tu estavas convencida de que eu não estava convencida do valor de quem me acha convencida de que eles é que são os convencidos! Não senhora, e quero convencer-te de que de nada disso me convenço!
   Depois de partilhar esta falta de partilhas de palavras que só agora são partilhadas, quero partilhar a lição que aprendi e que, em certa parte, poderá ser confusa mas, esperançosamente, parte de algo que se reparte: a partilha.
   Afinal, talvez só devamos saber pensar em reconhecer convencimentos não partilhados para que, um dia, quem gosta de nós saiba que pensamos no reconhecimento que dá aos nossos convencimentos que, de tão partilhados, acabam por ser esquecidos.

Coreia vs. Portugal

Cada um goza com os seus "ricalhaços" como pode!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

o mundo acaba daqui a três horas (?)

Segundo parece, a NASA declarou que, afinal, o mundo acaba daqui a bocado e não a 21 de Dezembro. O problema é que, depois de ter lido a tal notícia onde consta a dita informação, continuo sem perceber a que fuso horário se referem. Tudo bem, "o estrondo vai acontecer às 02h45m desta madrugada". Boa.

Mas o site é brasileiro.

Mas a NASA é que deu a informação.

Então, em que é que ficamos, fuso horário americano ou brasileiro? E de qual das regiões de um ou de outro país?

 

Após uma pessoa se colocar todas estas questões, desiste. Deve haver uma explicação mais fundamentada para este problema!

Pois há. Não se trata, nada mais, nada menos, que um spoiler estúpido de um site brazuca. Como é que eu sei? Porque é a única fonte de informação na vastíssima Internet que noticia o Derradeiro Acontecimento para esta madrugada; porque, no site da NASA, não existe nenhum comunicado sobre isso. 

 

E, têm razão, eu procurei bem porque, no final de contas, talvez estivesse um bocado preocupada. Chamem-me medricas.

para ouvir: 10 músicas para chorarmos e termos peninha de nós próprios

Aurea na Fórum Estudante

Sim, enganaram-se na redacção a corrigir o artigo que lhes enviei e escreveram "Áurea", com acento, ao longo de todo o texto. Mas, à parte esse pequeno lapso, o resultado não foi mau. Aqui fica mais um artigo da minha autoria no site da revista Fórum Estudante.

querida Cher Lloyd,

PÁRA DE CANTAR A TUA MÚSICA NO MEU OUVIDO, SFF!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

que medo!

Durante estes últimos dias, tenho vindo a sentir-me extremamente emocional - e não, não estou com o período. Não sei se é do tempo que anda esquisito, se é da nostalgia prematura por daqui a uns meses acabar o secundário, se é da actual conjuntura social no país que, por sua vez, acaba por afectar a minha família, se é porque, no campo sentimental, as coisas vão instáveis. Só sei que ando com a neura, com uma tendência assustadora para as músicas lamechonas e os estúpidos dos lamentos - logo eu, que sou toda positiva e que não conheço tal estado de espírito desde o tempo em que as vacas voavam! Só falta suplicar às pessoas que me rodeiam para terem peninha de mim, que sou uma coitadinha. Mas que raio me deu?! Coisa boa não foi... É urgente que o bicho me passe. Credo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

"thát british ácçant"

Gostar desta miúda, primeiro, estranha-se; depois, entranha-se. Ainda estou é para perceber porque existem duas versões do videoclipe. Contudo, continuo a gostar mais da versão que tem o miúdo a rappar.

já me sinto uma sex bomb e tudo*

Fui alvo de piropos por parte de um grupo de alunos do quinto ou sexto ano, logo no primeiro dia de aulas. Não hei eu de me sentir já especial, uma autêntica celebridade, com tamanha atenção...! Uma pessoa fica imediatamente maravilhada! Ah, rica escolinha, que saudades que tive.

 

*Para os menos atentos, todo o conteúdo desta publicação foi escrito com bastante ironia. Vejam lá, não me levem a mal, que eu (ainda) não sou pedófila.

domingo, 16 de setembro de 2012

quando o povo grita

   Muitas são as pessoas que andam a criticar estas últimas manifestações de ontem, 15 de Setembro de 2012, todas elas apresentando o seu ponto de vista e os respectivos argumentos que entendo como extremamente válidos. Contudo, devo confessar que sou mais do que a favor destas manifestações, depois de pesado o que é conveniente e inconveniente.

   Como cheguei a referir, ontem estive em Setúbal desde manhã cedo até ao final da tarde, pelo que tive a oportunidade de assistir à formação e ao decorrer da manifestação que deu a volta à Avenida Luísa Todi, terminando na Praça do Bocage, em frente da Câmara Municipal, onde a multidão permaneceu durante mais de uma hora, continuando os cânticos e manifestos. Claro que, em termos de dimensão, não chegou nem aos tornozelos das de Lisboa e do Porto, o que não invalidou que se sentisse a força de todas aquelas pessoas que reivindicavam aquilo a que têm direito.

   No que toca a estas manifestações, sou realmente a favor que seja organizadas e  levadas a cabo. Independentemente de haver certas pessoas que vão para lá flanar, outras tantas, a maior parte, leva a situação muito a sério. Além disso, qual é o problema de algumas pessoas serem apanhadas a sorrir, enquanto marcham? São horas e horas a percorrer as ruas e, como é evidente, vai crescendo um sentimento de camaradagem e de (ilusória?) esperança entre a população que une forças e faz por impressionar.

   Infelizmente, eu e o meu pai estivemos ocupados na feira de antiguidades de Setúbal (a venda de livros não é o nosso sustento, mas é algo que, de duas em duas semanas, vai ajudando a pagar certas despesas que não conseguiríamos aguentar de outro modo) mas, se tivéssemos tido disponibilidade, ter-nos-íamos juntado à multidão e gritado com todas as nossas forças! Temos motivos para isso! Sim, foi o “povo” que votou nestes crápulas que dizem “andar a fazer o melhor que podem”… No entanto, não foi a minha família que o fez, nem as famílias de muitas dessas pessoas que, ontem, se fizeram ouvir. E, mesmo que tivéssemos parte da culpa no cartório, jamais o senhor ministro, durante as eleições, referiu que tomaria as medidas drásticas que está a tomar, enquanto vai contratando mais uns quantos guarda-costas e seguranças, tudo financiado pelo bolso do contribuinte, antes que alguém tenha a coragem de o atacar fisicamente. Talvez imensa gente tenha sido ingénua ao ponto de acrescentar mais uns pontinhos à vitória dos nossos líderes, é verdade. Todavia, temos de enfrentar a verdade: na altura, ou se votava em branco ou se fazia um-dó-li-tá, que os candidatos eram todos da mesma laia. Não me venham dizer que, com mais umas eleições, ainda gastaríamos mais dinheiro, porque o país, antes de elas acontecerem, teria era de aguentar com uma revolução de todo o tamanho, em que o sistema político e social fosse todo renomeado e reformado. Isto não se resolve com umas meras eleiçõezinhas da treta… Para metermos no governo uma qualquer figura como o António José Seguro, que em muito me parece semelhante ao Passos Coelho (chamem-lhe mania da perseguição, sexto sentido, o que preferirem), entre outros camaradas do género, mais vale estarmos quietinhos. O povo não anda a manifestar-se para que o resultado seja nulo, não senhor!

   Podem achar-me demasiado nova para ser dona de uma opinião que valha a pena ser ouvida, mas é assim que me sinto quando a universidade, para mim, poderá tratar-se de uma mera miragem, quando o meu pai diz que tem de pensar depressa em emigrar, que isto só tem tendência a piorar, quando me lembro que a minha avó tem quase setenta e um anos e toda a reforma que tem serve para nos ajudar a sobreviver um dia de cada vez, quando a minha tia (com quem também vivemos) e o meu pai são indivíduos altamente qualificados, que estudaram - e estudam! - durante anos a fio e continuam a ganhar uma miséria de um salário que nem provém de uma actividade ligada à sua formação académica – e sorte a deles, a de terem emprego!

   Eu, por meu turno, vou escrevendo, e cada prémio literário amealhado, cada cêntimo que me é dado por eles, entra de imediato numa conta poupança que se destina a financiar parte dos meus estudos universitários – que, mais uma vez, nem sei se conseguirei sustentar, dado que as bolsas de estudo e de mérito foram quase todas cortadas.

   É muito triste saber que, ainda há pouco tempo, eu tinha os próximos anos planeados e que, como quem não quer a coisa, essas expectativas se encontram cada vez mais baixas, bem baixas. Hoje, aumentam os preços de X e Y; amanhã, criam mais uma nova taxa absurda; daqui a uns dias, voltam a baixar os salários e as reformas. Em suma, começaremos a desejar não ter nascido, se o panorama persistir.

   Já agora, quais são as minhas expectativas para o futuro? Nenhumas, pois mais vale nem as ter, não é verdade? Sei que quero continuar a estudar durante muitos anos, ser profissionalmente bem-sucedida, casar, ter filhos, sentir-me realizada – enfim, seguir o curso natural da vida que um jovem idealiza em pensamento. Porém, de que serve o meu querer ou o dos restantes portugueses? Não serve de nada.

   Portanto, penso que sim, que devemos continuar a manifestar o nosso desagrado, nem que seja para nos sentirmos melhor ao fim do dia, sabendo que tentámos, ainda que em vão. Devemos permanecer unidos! Estou solidária para todos os que abandonam o país, as suas famílias e tudo o que conhecem, sem bilhete de regresso, sem qualquer esperança que os faça ficar por cá. Deixo aqui a minha mensagem de apelo a todos os que se sentem ultrajados pelos seus próprios governantes, que tanto prometem, nada fazem e, como se não bastasse, continuam a humilhar quem depositou a sua confiança neles.

outros horizontes

Obrigada ao Miguel João Ferreira, que escreveu uma crónica... sobre uma crónica minha - "Os Intelectualóides". O Miguel, outro grande aventureiro da escrita, apresenta um ponto de vista diferente do meu, acrescentando ao assunto o seu toque pessoal, afirmando que "procrastinar é intelectualóide". Não tenho a certeza de que o seja necessariamente, mas sinto-me verdadeiramente lisonjeada por este seu novo texto se basear em algo que eu própria escrevi. Leiam-no e deixem a vossa opinião. Aqui está ele, no blogue Opinião Crónica.

o meu rico blogue tem uma fama "daquelas" - o que realmente acontece

Whenever I try to study

Obrigada, pessoa simpática que me mostrou mais uma imagem bastante ilustrativa sobre o que se passa na vida da autora deste mesmo blogue.

sábado, 15 de setembro de 2012

now, I'm a sleepy kid

Estou a morrer de soninho, mas é dia de ir para a feira de Setúbal arrasar com o meu encanto... vendendo livros. Minha rica caminha, que saudades que já tenho tuas! E ainda agora me levantei...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

sem assunto

Quando uma pessoa não sabe o que escrever, ou inventa ou mente. Não interessa a qual delas recorro no presente momento, se apenas a uma ou a ambas, mas conto-vos que, hoje, apanhei uma chuvada de criar bolor, fiquei ensopada dentro das minhas roupas de lã, fiz as pazes com a minha consciência ao doar mil euros a uma instituição de solidariedade em pleno centro comercial (dado que os meus pecados são inumeráveis) e decidi, por fim, cortar o cabelo à tigela, porque os anos 20 deviam ser eternos. Foi um dia em cheio que só podia acabar com uma festa nocturna como as da Rebecca Black. Só me faltou mesmo a Katy Perry.

 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

HABEMUS HORÁRIO!

And I'm accidentaly in love.

saudades, saudades, saudades

   Bichos na barriga que, lá dentro, as borboletas destoam. Permanentes insónias que se arrastam em dias dormentes, porque as horas passam e foram só cinco minutos, afinal, que brincadeira é esta? São livros que se lêem com metade do prazer, músicas que nos dizem tudo sem lhes pedirmos nada e pessoas que nos falam mas que nós não ouvimos. Da impaciência, a comichão irracional. Esfregamos as unhas na pele, como se melhorasse, arranhando-nos porque sim, não há mais que fazer neste mundo sem cor. Ligamos a televisão, anestesiados pelo correr dos canais, séries que nunca vimos antes, programas que desprezamos, apresentadores maquilhados que se enganam a ler o ponto. Olhamos para o relógio e o ponteiro nem se moveu. Desarrumamos com o intuito de arrumar, olhamos pela janela para contemplar qualquer coisa que não chegamos a conhecer, procuramos o que descoberto está - por vezes, descobrimos o que procuramos.

   Já está na hora?

   Sim.

   Vale sempre a pena esperar.

que mal que se estava ontem na praia

mimai a criancinha!

Quase não o reconhecia, dado que o aspecto do procrastinar já é outro, mas fiquei deliciada ao saber que voltei aos destaques. Neste momento, não há criança mais feliz do que eu! Obrigada!

 

EDIÇÃO DAS 15H07 DO MESMO DIA:

Miniatura actualizada, linda que só ela.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

mais da mesma gabarolice

Ganhei uma menção honrosa no concurso de criatividade Grande C, categoria de Escrita Criativa, sub-categoria de Poesia!!! (Na vida real, uma exclamação destas valeria um colapso dos pulmões por falta de ar ou qualquer coisa do género, já que, de medicinas, percebo apenas o suficiente para entender a Anatomia de Grey - digamos, NADA.) Portanto, pelo que a ocasião "obriga", decidi mostrar-vos um dos poemas que compõe a colectânea com que ganhei o prémio. Aqui fica:

 

PAIXÃO PRIMAVERIL

Não sei se te amo ou se sei amar,
pois de ti guardo ténues lembranças do que fomos.
Eu era feliz em teus braços (e as fotografias o dizem, o repetem, o lamentam...)
Belos tempos, idos e voltados e enterrados,
mas a beleza éramos nós, não negues.
O meu vestido era verde, a pele ainda fresca do banho,
debaixo dos teus dedos de homem, coração mole de menino...
Que lindo!
Reconhece a felicidade que te dei, pois dei
se em vão ou não, não sei, pouco sei.
Foi curto mas eterno, que dizes tu?
A tua voz ficou presa às paredes, em eco falando,
e o teu aroma suave e juvenil ainda gorjeia, ditando
o que, de ti, jamais esquecerei.

o melhor pôr-do-sol das minhas férias

Praia da Fonte da Telha, 12 de Setembro de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

inspiração? sim, sem dúvida!

   Hoje, pela primeira vez na vida, sinto que marquei alguém. Sinto-me verdadeiramente realizada.

   No âmbito da Semana da Leitura do colégio que frequentei, desde a pré-primária até ao nono ano, a minha antiga professora de Língua Portuguesa convidou-me para ir falar aos alunos de sexto ano dela sobre a minha experiência enquanto leitora, mas também como escritora. É certo que a minha "carreira" na área se resume, modestamente, a uns quantos prémios literários, a este blogue, à minha participação na revista Fórum Estudante e, sem dúvida, a muita determinação e sonhos para o futuro.
   No entanto, tenho a satisfação de confirmar que, hoje, consegui entusiasmar alguns potenciais artistas da escrita. Tentei representar, durante curtas horas, um exemplo que eles poderiam considerar seguir ou, pelo menos, alguém em quem se revissem. Eu própria me revi nalguns deles. Em certos casos, notei na insegurança, na ânsia de se afirmarem, mas sem o conseguirem por receio do que os colegas poderiam dizer... Noutros, identifiquei exactamente o que me fazia recuar ou ter medo. Ainda assim, agora que os observo a partir do exterior, reconheço que todas estas inibições fazem parte do nosso percurso, do nosso crescimento e da nossa entrada na adolescência. Cada um destes miúdos - se é que os posso chamar de miúdos, visto nem serem muito mais novos que eu - precisa apenas de se conhecer e encontrar algo que o defina.
   Quando eu tinha a mesma idade (onze, doze anos...) não percebia onde me poderia incluir. No grupo dos fixes? No dos renegados? Então, escrevia sobre isso. Aos poucos, fizeram-me ver que essa era a peça que me faltava encaixar no puzzle que eu ainda não entendia completamente. Construí, então, uma personagem para mim, em torno dessa característica. Eu era capaz de fazer algo melhor do que a maioria - escrever. Resumidamente, integrei-me e aprendi a aceitar-me. Todos nós somos diferentes e não nos devemos deixar rotular.
   Em grande parte, agradeço à pessoa que me incentivou desde o início e que, praticamente sete anos depois, continua a acreditar em mim - a professora Antónia. Se, um dia, já fui sua aluna, já outros o foram e muitos mais ainda o serão; no final, seremos todos uns sortudos por ter tido alguém tão dedicado a ensinar-nos, não só a matéria do livro, como também importantes valores morais, como a amizade, a cooperação e a disponibilidade para com os outros. E, por isso, agradeço igualmente o seu generoso convite e a manhã bem passada na sua companhia e dos seus queridos - uns, mais indisciplinados que outros - alunos. 
   Já agora, professora, peço desculpa por algum menos apreciável erro de gramática ou pontuação neste pequeno texto, caso o venha a ler. É bem provável que, a certa altura, tenha sentido uma enorme (e inconsciente) vontade de corrigir qualquer coisinha.
   Esta manhã, havia quem me perguntasse onde procurava inspiração para escrever. A minha resposta é a seguinte : a momentos como estes que partilharam comigo.
   Um enorme OBRIGADA pela experiência de hoje. Foi especial.