Estou a ficar caseira e não é pouco. Mal chego a casa, desembaraço-me logo de qualquer roupa que tenha vestida e enfio-me dentro do pijama. Tem sido assim desde o início das aulas. Até parece que tudo o que não comece por "pi" e acabe em "jama" me dói na pele. Não sei se tal situação será normal, mas, lá que me sinto confortável, sinto!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
parece que voltei!
Tenho deixado o estaminé um pouco ao abandono, mas cá estou de volta para vos azucrinar um pouco mais a cabeça nos últimos minutos do fim-de-semana. É que, durante este últimos dois dias, tenho estado no encontro de animadores da Fórum Estudante, na Pousada da Juventude de Almada, só vim dormir a casa por breves horinhas de Sábado para Domingo e, desde que regressei ao belo do meu lar, doce lar, tenho estado a dormir ou a estudar.
Deste modo, eu até vos podia contar tudo sobre as últimas quarenta e oito horas, só que... não existem palavras suficientes - muito menos paciência da minha parte a esta hora da noite. Portanto, aqui ficam alguns tópicos, para simplificar a coisa:
- Adorei conhecer os restantes 91 animadores que compareceram ao encontro, mais os nossos monitores (uns porreiros!). Mostraram-se colegas excepcionais, parceiros super disponíveis e divertidos, com muito sentido de humor! É engraçado como, apesar de já nos termos falado no nosso grupo do Facebook, a dinâmica da nossa relação é totalmente diferente ao vivo - para melhor! Parabéns a nós e à equipa "mãe" da Fórum Estudante!;
- Um agradecimento especial aos mais malucos e dados a maluquices, passo a expressão. Deram outro sentido à minha própria maluquice. Vocês são uns fixolas, pá!
- Até os mais tímidos eram uns bacanóides! I send you love!
- MARGEM SUL STATE OF MIND! - Fertagus rula!
- Obrigada à Optimus pelo smartphone. Não é que seja dos aparelhos de que mais goste no mundo, mas uma pessoa tem de reconhecer que receber um gadget destes gratuitamente (à parte o nosso acordo de consultadoria e publicidade enquanto animadores) sabe sempre bem ao espírito;
- Joana Freitas, NUNCA MAIS ME OBRIGUES A ESCREVER TEXTOS EM BLOQUINHOS LAMECHAS, PORQUE, TAL COMO HOJE, EU VOU RECUSAR! No entanto, aqui fica a minha mensagem de apreço pelo teu carinho e simplicidade. E, já agora, obrigada por, mesmo sem me conheceres, já leres o meu blogue anteriormente. Beijinhos para Mirandela! (Tudo isto coum sotáque duo Puorto.)
- Amostras:
sábado, 20 de outubro de 2012
algo está errado
A minha avó deu em ver "16 & Pregnant" e "Teen Mom", enquanto o meu pai acha piada ao Psy e à sua dança do cavalo. Daqui a nada, dizem-me que fui concebida numa noite em que a MTV teve o sinal desligado, não? (Por acaso, nessa época remota que foram os anos 90, os meus pais não tinham televisão por cabo.)
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Beatriz ♥ Chris
Já vos tinha dito que o "Cordeiro - O Evangelho Segundo Biff" era genial e, agora que vou a mais de metade, continuo a adorá-lo. Portanto, hoje comprei mais três do Christopher Moore (apenas 3,50€ cada um, excepto o "Minha Besta", que foi 3€) que ainda estavam em desconto. Assim, do Chris-amor, só me falta "O Anjo Mais Estúpido". O homem tem piada...
Mas, como tenho exame de Inglês para o mês que vem (CAE), também comprei "The Spanish Ambassador's Suitcase", que ganhou a luta pela minha curiosidade contra o novo romance da J. K. Rowling, "The Casual Vacancy" (foi um confronto muito renhido!).
E, por fim, também para treinar o Inglês, simultaneamente satisfazendo a minha curiosidade acerca das teorias de Freud sobre o inconsciente, "Forgetting Things", um livrinho muito fininho encontrado cá por casa, acaba de entrar para a minha lista "to read".
Sinceramente, não sei onde vou arranjar tempo suficiente para tanta leitura...
'tugas na estrada!
Se há alguma característica dos portugas de que nos devemos, certamente, orgulhar (ou não) é o dom nato que temos para formar filas de quilómetros e quilómetros no meio da auto-estrada, porque… há um acidente qualquer.
Na verdade, nem sequer é preciso ser um acidente. Hoje, passei na A2 no sentido Norte-Sul, entre Almada e Corroios, e por lá começava a parar o trânsito. Diz a minha avó “pronto, já estão a ver o acidente!”. Só que, ao contrário do que ela – e eu – pensava, não era acidente, coisa nenhuma. Talvez lhe possamos chamar um “incidente”, com algum jeitinho. Tratava-se somente de um carro que se encontrava à beira da estrada, incólume, aparentando uma mera avaria ligeira ou uma falta de bateria ocasional. No entanto, apesar da pouca importância que a situação tinha, aos olhos de alguém que pensasse objectivamente, o trânsito quase estagnara por quinhentos metros. E não, o condutor do carro nem sequer era muito giro e já lá estava outro rapaz a ajudá-lo (por acaso, esse até tinha um ar interessante!), pelo que não havia motivo para preocupações nem paragens.
Mas, como é certo e sabido, o bom portuga adora espectáculo, desde que este não seja de qualidade, e quanto mais vulgar for, melhor! Ver dois carros estacionados à beira da estrada e dois homens com colete fluorescente?! Eles alinham! Imaginem lá se fosse uma moça novinha em trajes menores em cima do capot! Estes ‘tugas, ‘pá…
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
já é Inverno na Fertagus
Não sei quem foi o cretino que não se lembrou de desligar o ar condicionado a 10ºC nos comboios da Fertagus, mas devo expressar-lhe já o meu desagrado. É que hoje não esteve frio nem nada! E do que o pessoal estava mesmo a precisar era de um esfriamento, porque, afinal de contas, estamos todos desejosos de obter uma desculpa plausível para faltar ao trabalho ou às aulas! Obrigada aí, chefe! Recorde-me se me esquecer da sua prenda de Natal! (Já que, agora, ando numa de agradecer ao mundo inteiro, por tudo e por nada, a torto e a direito.)
já que estamos numa de humor...
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
uof, uof (cão molhado outra vez)
Fiz imensas coisas durante todo o dia mas, quando a Cara de Panqueca me pergunta como foi, a única resposta que lhe consigo dar com a energia que (ainda) sobra é "chuvoso".
como um cão molhado
Hoje, choveu a potes. Ou a cântaros. Ou a barris.
Choveu tanto que cheguei a casa a cheirar a cão molhado, com o cabelo a sofrer a miséria da humidade, ondulado tornado encaracolado, franja escorrida, corpo esfriado a precisar de ir à máquina de secar a 160ºC e um sono de tartaruga. Pensei estar a chocar alguma. Afinal, acho que não, felizmente.
Mas ninguém que goste da chuva como eu gosto merece levar com toda a sua fúria em cima! Já me chega o frio de enregelar fornos, obrigadinha!
terça-feira, 16 de outubro de 2012
perguntas, perguntas...
mais uma daquelas publicações em que não tenho nada sobre o que escrever
Tenho vivido imensos daqueles dias em que nada acontece, excepto estudar-se. Estudo, estudo, estudo. Estou na escola, estudo. Vou para casa, estudo (também durmo, escrevo e leio, muito de vez em quando, mas acho que não é a esse ponto que quero chegar). O meu contacto com o mundo exterior à escola está reduzido à minha família e a três amigos, dois dos quais também estudam e o outro trabalha, pelo que a minha vida social não interessa nem à minha avó, por muito que ela queira, na maioria do tempo, estar a par de tudo. É que não há mesmo mais nada que vá além da escola, da cama, do sofá, da secretária e deste blogue. Já nem procrastino - shame on me! Mas o que me preocupa ainda mais - ná, por acaso, não me preocupa assim tanto - é o facto de eu até gostar desta vida simples e recatada, armada em anti-socialóide. É descomplicada, consigo concentrar-me devidamente na bolsa de estudo que preciso de ganhar e pronto, a coisa está feita. Apenas lamento a falta de inspiração para a escrita.
Descoberta ocasional (*montes de risos*):
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Marquemos a diferença! - #Blog Action Day
Vivemos num mundo enorme e, à partida, representamos algo quase invisível nele. Há quem acabe por se subestimar a si mesmo e ao próximo no meio desse mar de gente, cidades e culturas, mas também há quem saiba dar valor a cada recurso humano existente. E é principalmente desse tipo de pessoas sobre quem desejo escrever desta vez.
A nossa sociedade encontra-se em constante mudança. Nem sempre foi bem assim, é certo, pois as tecnologias vieram aproximar-nos uns dos outros, facilitando a comunicação à distância, logo, a constante adesão e difusão de ideias com os mais diferentes conteúdos
Tenho um blogue – este – porque gosto de transmitir a minha mensagem, seja ela qual for, sobre o que for. Gosto de saber que, ao fim do dia, existe alguém a concordar ou a discordar de mim mas que, apesar de tudo, e o mais importante, tomou conhecimento da minha opinião. Em muito pequena escala, penso que poderei chamar a este processo “tentar fazer a diferença”. Em primeiro lugar, é aqui que exponho os meus valores e opiniões; em segundo, estou certa de que estarei a incentivar outros, indirectamente, a exporem os seus também, nem que seja intimamente – o que já não é nada mau! Possuir opinião sobre algo é extremamente importante! Todos nós temos uma voz e todos nós devemos usá-la, nem que seja uma vez na vida! Até enquanto escrevo estas palavras tenho o objectivo de colocar este assunto em reflexão para quem as lerá, mais tarde…!
Não digo que seja preciso ter um blogue público para que tentemos fazer a diferença. Longe disso! Existem imensas maneiras de deixar a nossa marca no mundo, sem nos limitarmos a ser mais um indivíduo de tantos outros biliões com as mesmas características. Eu própria não encaro a Internet como o único meio para atingir tal fim, apesar de se tratar de um instrumento imprescindível na divulgação de informação na actualidade, assim como para tornar a nossa voz audível.
Fazer a diferença pode começar pela iniciativa própria. Devemos perguntar-nos o que podemos nós alcançar com as nossas capacidades? Sem vontade, nada se concretiza, pelo que devemos analisar-nos criticamente. Por vezes, mais valem actos pequenos e de bom coração do que grandes demonstrações sem significado. E o dinheiro?! Ele também é importante, sem dúvida, mas não vejo por que razão não haveremos de cumprir os nossos objectivos sem ele, se temos realmente vontade e uma voz que sabemos usar, que nos guia e que nos permite interagir com o mundo. Podemos fazer voluntariado, tentar auxiliar alguém em momentos menos felizes, lutar por uma causa digna de ser colocada em relevância, entre tantas outras acções que, simples ou não, demonstram a nossa vontade.
E um bom método para começar a tentar marcar a diferença é, como já referi, pensar em pequena escala.
Eu, por exemplo, prefiro tomar mais atenção, em primeiro ligar, à comunidade em que me insiro. Sou uma cidadã portuguesa, jovem e estudante, pelo que me concentro maioritariamente no panorama de Portugal, na actual conjuntura económica e política (e na crise, presente não só nesses domínios, como também, por consequência, em toda a realidade nacional, seja na Educação, na Saúde, na Justiça, …) e no que o futuro no meu país me poderá reservar ou recusar. Se sou directamente influenciada pela minha comunidade, tomarei mais atenção, evidentemente, ao que se passa dentro dela.
Porém, como é igualmente óbvio, não me deixo de preocupar com o exterior, dado que é ele que influencia, em grande parte, a realidade em que vivo. Procuro manter-me informada sobre uma data de temas sobre os quais convém qualquer cidadão minimamente consciente estar informado. Não deixo de tomar atenção às situações de guerra entre povos e as suas motivações; não deixo de me sentir sensibilizada com a falta de condições de vida (fome, trabalho precário e analfabetização são apenas algumas) nos países subdesenvolvidos, que tanto são explorados por nós, os países desenvolvidos; não deixo de me sentir escandalizada com os crescentes problemas ambientais, ignorados pela sociedade consumista e capitalista onde eu própria me insiro; não deixo de me sentir insultada pelas desigualdades que persistem em certas sociedades, porque todos os Homens merecem o mínimo de respeito, sejam de que género, religião ou raça forem.
Mas, repito – por agora, a minha área de possível influência no mundo cinge-se apenas à minha comunidade, ou seja, Portugal e, no máximo, a Europa. E pode ser que, um dia, eu consiga que a minha voz e a minha vontade cheguem para batalhar não só pelo que me é mais próximo, como também por todo o mundo, um pedacinho de cada vez!
Já nem digo todos, mas se uma parte de nós - cidadãos do mundo com capacidade e vontade para deixar uma marca indelével em toda a imensa comunidade que nos rodeia – se juntar, em nome de uma realidade mais favorável e sustentável, em nome de uma sociedade que não se esqueça de ninguém, mesmo que a sua voz seja, porventura, mais fraca ou inaudível no meio da multidão, julgo que poderemos transformar o Planeta Terra num local ainda mais desejado e amado do que ele já é.
Através da minha voz, continuo a almejar fazer a diferença.
Beatriz Canas Mendes, Portugal
October 15th, 2012
Blog Action Day #powerofwe

sobre o Blog Action Day - 15 de Outubro
Como já deverão ter reparado, coloquei um selo sobre algo chamado Blog Action Day na coluna da direita. Muitos de vocês ter-se-ão perguntado do que se tratava e eu passo a explicar: o Blog Action Day é uma iniciativa internacional cujo objectivo é o de que bloggers de todo o mundo escrevam, todos os anos, sobre um determinado tema de interesse internacional ou até mundial, criando um ambiente de discussão. Este ano, o primeiro em que participo, o tema é "Power of We", ou seja, "O Nosso Poder" (numa tradução o mais aproximada possível) e a próxima publicação, agendada para as 20h45, será a minha contribuição para este grandioso evento. Espero conseguir expor o meu ponto de vista e mostrar algum power of me!
Marquemos a diferença! - #Blog Action Day
Vivemos num mundo enorme e, à partida, representamos algo quase invisível nele. Há quem acabe por se subestimar a si mesmo e ao próximo no meio desse mar de gente, cidades e culturas, mas também há quem saiba dar valor a cada recurso humano existente. E é principalmente desse tipo de pessoas sobre quem desejo escrever desta vez.
A nossa sociedade encontra-se em constante mudança. Nem sempre foi bem assim, é certo, pois as tecnologias vieram aproximar-nos uns dos outros, facilitando a comunicação à distância, logo, a constante adesão e difusão de ideias com os mais diferentes conteúdos
Tenho um blogue – este – porque gosto de transmitir a minha mensagem, seja ela qual for, sobre o que for. Gosto de saber que, ao fim do dia, existe alguém a concordar ou a discordar de mim mas que, apesar de tudo, e o mais importante, tomou conhecimento da minha opinião. Em muito pequena escala, penso que poderei chamar a este processo “tentar fazer a diferença”. Em primeiro lugar, é aqui que exponho os meus valores e opiniões; em segundo, estou certa de que estarei a incentivar outros, indirectamente, a exporem os seus também, nem que seja intimamente – o que já não é nada mau! Possuir opinião sobre algo é extremamente importante! Todos nós temos uma voz e todos nós devemos usá-la, nem que seja uma vez na vida! Até enquanto escrevo estas palavras tenho o objectivo de colocar este assunto em reflexão para quem as lerá, mais tarde…!
Não digo que seja preciso ter um blogue público para que tentemos fazer a diferença. Longe disso! Existem imensas maneiras de deixar a nossa marca no mundo, sem nos limitarmos a ser mais um indivíduo de tantos outros biliões com as mesmas características. Eu própria não encaro a Internet como o único meio para atingir tal fim, apesar de se tratar de um instrumento imprescindível na divulgação de informação na actualidade, assim como para tornar a nossa voz audível.
Fazer a diferença pode começar pela iniciativa própria. Devemos perguntar-nos o que podemos nós alcançar com as nossas capacidades? Sem vontade, nada se concretiza, pelo que devemos analisar-nos criticamente. Por vezes, mais valem actos pequenos e de bom coração do que grandes demonstrações sem significado. E o dinheiro?! Ele também é importante, sem dúvida, mas não vejo por que razão não haveremos de cumprir os nossos objectivos sem ele, se temos realmente vontade e uma voz que sabemos usar, que nos guia e que nos permite interagir com o mundo. Podemos fazer voluntariado, tentar auxiliar alguém em momentos menos felizes, lutar por uma causa digna de ser colocada em relevância, entre tantas outras acções que, simples ou não, demonstram a nossa vontade.
E um bom método para começar a tentar marcar a diferença é, como já referi, pensar em pequena escala.
Eu, por exemplo, prefiro tomar mais atenção, em primeiro ligar, à comunidade em que me insiro. Sou uma cidadã portuguesa, jovem e estudante, pelo que me concentro maioritariamente no panorama de Portugal, na actual conjuntura económica e política (e na crise, presente não só nesses domínios, como também, por consequência, em toda a realidade nacional, seja na Educação, na Saúde, na Justiça, …) e no que o futuro no meu país me poderá reservar ou recusar. Se sou directamente influenciada pela minha comunidade, tomarei mais atenção, evidentemente, ao que se passa dentro dela.
Porém, como é igualmente óbvio, não me deixo de preocupar com o exterior, dado que é ele que influencia, em grande parte, a realidade em que vivo. Procuro manter-me informada sobre uma data de temas sobre os quais convém qualquer cidadão minimamente consciente estar informado. Não deixo de tomar atenção às situações de guerra entre povos e as suas motivações; não deixo de me sentir sensibilizada com a falta de condições de vida (fome, trabalho precário e analfabetização são apenas algumas) nos países subdesenvolvidos, que tanto são explorados por nós, os países desenvolvidos; não deixo de me sentir escandalizada com os crescentes problemas ambientais, ignorados pela sociedade consumista e capitalista onde eu própria me insiro; não deixo de me sentir insultada pelas desigualdades que persistem em certas sociedades, porque todos os Homens merecem o mínimo de respeito, sejam de que género, religião ou raça forem.
Mas, repito – por agora, a minha área de possível influência no mundo cinge-se apenas à minha comunidade, ou seja, Portugal e, no máximo, a Europa. E pode ser que, um dia, eu consiga que a minha voz e a minha vontade cheguem para batalhar não só pelo que me é mais próximo, como também por todo o mundo, um pedacinho de cada vez!
Já nem digo todos, mas se uma parte de nós - cidadãos do mundo com capacidade e vontade para deixar uma marca indelével em toda a imensa comunidade que nos rodeia – se juntar, em nome de uma realidade mais favorável e sustentável, em nome de uma sociedade que não se esqueça de ninguém, mesmo que a sua voz seja, porventura, mais fraca ou inaudível no meio da multidão, julgo que poderemos transformar o Planeta Terra num local ainda mais desejado e amado do que ele já é.
Através da minha voz, continuo a almejar fazer a diferença.
Beatriz Canas Mendes, Portugal
October 15th, 2012
Blog Action Day #powerofwe

domingo, 14 de outubro de 2012
dos outros #10
" Ao passarmos por uma entrada oval, obscurecida por uma cortina de contas, Baltazar murmurou:
- As raparigas dormem aqui.
- Raparigas? - disse eu.
- Raparigas? - disse Jesua.
- Sim, raparigas, meus simplórios - disse Baltazar. - Seres humanos muito parecidos convosco, embora mais espertas e bem-cheirosas. "
Christopher Moore, "Cordeiro - o Evangelho segundo Biff, o amigo de infância de Jesus Cristo"
Céline-who?
diz que sou uma espécie de ecologista
Não sou vegetariana, mas também não visto peles. Por vezes, esqueço-me das luzes ligadas e passo mais tempo do que devia no computador. Ainda assim, sou cuidadosa com as torneiras, tomo banhos rápidos e não desperdiço a água que fica no copo por não me apetecer beber mais. Tento andar o máximo possível de transportes públicos. Moro numa vivenda construída de raiz pela minha família mas, apesar de termos abatido muitos pinheiros do terreno para que tal fosse possível, deixámos alguns deles e plantámos imensas flores, árvores de fruto e arbustos, mais ou menos rasteiros. Avistamos permanentemente pássaros e insectos de várias espécies.
Reconheço que não sou o exemplo mais completo de alguém que protege a Natureza com garras e dentes, mas não deixo de me sentir escandalizada com certos abusos. Um desses abusos é a desflorestação cada vez mais intensa de florestas inteiras, nomeadamente as que albergam fauna e flora das mais diversificadas do mundo. Enquanto escrevo estas palavras, lembro-me de imediato da Amazónia e imagino que vocês invoquem, igualmente, uma imagem semelhante - é inevitável. Mas a Amazónia não é a única floresta do mundo e não nos devemos esquecer que não é só com ela que nos devemos preocupar. Existem tantos outros territórios que merecem ser protegidos...!
Hoje, falo-vos das vastas e densas florestas de S. Tomé e Príncipe. As suas ilhas são reconhecidas pela fantástica biodiversidade nelas presente e, mais dia, menos dia, alguém há-de tentar destruir tais cenários idílicos. Na verdade, o perigo já espreita e é cada vez mais eminente. Agora, são as perigosas monoculturas; amanhã, alguém há-de ter a ideia das prospecções em busca do ouro negro - o petróleo. A pouco e pouco, como quem não quer a coisa, estão a ser deitadas abaixo inúmeras florestas.
Foi neste contexto que o meu colega Mário Lopes - um grande aspirante a jornalista! - escreveu o artigo "São Tomé e Príncipe: desflorestação ameaça biodiversidade", fruto de muito trabalho de investigação e escrito como poucos (jovens) conseguem. É um pouco extenso, mas vale a pena ser lido com teimosa atenção. Enquanto cidadãos conscienciosos, devemos tomar atenção ao que se passa no mundo.
bfehjvevbhvbg, não desafiem a minha ira!
Quando ouvirem nas notícias que um rapaz de vinte anos foi assassinado à joelhada ou à bofetada na Margem Sul, denunciem-me. Fui eu que matei um amigo que acha que um bom exemplo de piada antes de ir dormir é comunicar-me que irá ser pai, mantendo a mentira a pés juntos durante praticamente cinco minutos. Se ele me queria matar de preocupação, quase conseguiu. A sorte dele é que estávamos a conversar pela Internet!
sábado, 13 de outubro de 2012
há piercings e piercings
Não gosto de piercings no nariz. Pronto, já disse. Alguns de vós não concordarão comigo - desculpem, porque, a mim, faz-me impressão. Acho que fica inestético na maioria das pessoas. Parece que têm ali uma verruga ou um macaquinho gigante! Chamem-me mente retrógada, mas só o seria se não apreciasse piercings de todo, o que não é verdade. Além dos do nariz, só não aprecio os piercings atravessados horizontalmente por baixo do umbigo, no fundo das costas ou nos lábios, pois, do meu ponto de vista, não têm nexo nenhum e, no caso dos últimos, desgastam os dentes e magoam as gengivas.
No entanto, os da língua são totalmente aceitáveis e gosto bastante deles na cartilagem perto do ouvido ou até na orelha (desde que não sejam em quantidade desmedida, como algumas pessoas fazem - dois ou três bastam, e só de um lado!), no umbigo ou na sobrancelha. Até nem acho que fiquem mal em rapazes! O segredo, como em tudo, é não abusar.

E aqui está um excelente exemplo do que é perder a noção do exagero.
o poder da publicidade
Investigar a mitologia grega?! Isso é para bebés! Vamos mas é maquilhar a Selena Gómez! (Óbvio que não...)
leitura de fim-de-semana

Comprei este livro ontem e é simplesmente genial. Prometo opiniões mais sólidas para breve.






