domingo, 23 de dezembro de 2012

Raios te partam, aparelho... raios te partam!

Tenho vontade de o arrancar à força toda, de me livrar da constante sensação de consciência sobre o meu maxilar superior! Apesar de já ter enfiado um Brufen para a goela, continuo com as mesmas dores e... sei lá, isto dói e acabou-se. Tenho o discernimento toldado, de modo que me vejo incapaz de completar o resto do raciocínio.

Christmas Playlist







sábado, 22 de dezembro de 2012

Habemus cremalheira!

Após anos de luta argumentativa, tentando convencer a subsidiária família a mandar-me ao serralheiro da boca, foi hoje, no santo dia 22 de Dezembro de 2012, que finalmente me puseram uma cremalheira. Diga-se, um aparelho! Aquela coisa que nos colam aos dentes durante quase dois anos com a finalidade de lhes dar uma orientação de jeito... Como a minha avó diz, um pára-choques! Estão a ver?! Ai não, que não estão!
E assim se passaram doze belas horas desde o mencionado acontecimento. A minha guerra com as batatas fritas foi menos turbulenta do que a imaginara, ao passo que o peixinho, as batatas e a couve já não me deram tréguas ao jantar (o que poderá ser, por outro lado, meramente psicológico). As dores...? As dores que se lixem! Bem... tirando a parte em que me custa comer chocolate ou qualquer outra guloseima que implique mastigar com alguma força; o que me aborrece mais é a comida enfiar-se toda entre os arames! Ca porcaria!

Eu também via os desenhos animados do "Sorriso Metálico", problem?!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Se o mundo acabasse hoje... #2

... eu já teria 75% das compras de Natal feitas. Quanto desperdício!

Se o mundo acabasse hoje...

Supostamente, é hoje que acaba o mundo, segundo a profecia dos Maias (e não, não foi o Eça de Queirós quem a escreveu).
De qualquer maneira, se o mundo acabasse hoje, eu morreria feliz - muuuito feliz. Nem encontro razões pelas quais deveria morrer triste. (Ainda!) não sou rica, mas também não sou tão pobre que me sinta constantemente atormentada por isso - isto é, monetariamente, porque, de espírito, tenho para dar e vender, modéstia à parte.
Se o mundo acabar hoje, paciência... É pena eu não ter chegado a ter umas maminhas maiores, mas também não me queixo grande coisa. Sei falar duas línguas estrangeiras, mantive sempre resultados escolares acima de medianos, comi muito chocolate e gomas ao longo da minha vida, pintei as unhas de várias cores berrantes, aprendi a fazer ponto-cruz e crochet, fiz chichi à beira da estrada a meio de longas viagens de carro, tentei fazer bolos a partir de receitas da Internet (correu mal) e, pronto, entrando pelo campo mais sentimental, já estive obcecada por alguém, já me "desobcequei", já me apaixonei, já recebi e dei muitos beijinhos e abraços, a minha vida familiar e sentimental satisfaz-me e, entretanto, consegui fazer umas quantas amizades bacanas. O que mais poderia ter desejado para um tão curto espaço de tempo como aproximadamente 1,7 décadas?!
Portanto, se o mundo acabar, espero, ao menos, que os extraterrestres se divirtam (ou se roam de inveja dos humanos) ao ler este testemunho escrito por um ser terráqueo nas vésperas da sua extinção.

Rick's stuff #3

De vez em quando, faz bem ouvir qualquer coisa alternativa e deixar as popzadas e as rockalhadas de parte. Diga-se de passagem que é sempre boa ideia ter um namorado com uma vasta cultura musical que nos faça inovar os nossos gostos quando os ouvidos pedem mais variedade.
Ultimamente, tenho andado a viciar em The Tallest Man on Earth.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

"O Hobbit"

Não gosto nem nunca gostei de filmes demasiado compridos. Para mim, duas horas de duração já é muito e, se as excederem, começam a perder o interesse. Talvez eu me aborreça facilmente!
Hoje, fui ver "O Hobbit" e sei que não serei a primeira a mostrar-se bastante desapontada. Já tinha lido algumas críticas e opiniões de amigos que o apontavam. É um filme com cerca de duas horas e meia (ou mais!) e as cenas são demasiado longas para o meu gosto. Parece que os diálogos nunca mais acabam e a dinâmica perde-se um bocado... ou um bocadão. A partir do início, comecei logo a perceber que isso iria acontecer e que - PIOR - a história não acabaria neste filme. A aventura que se nos apresentava dava pano para mangas. "Voltem para o ano!", gritou o final em aberto. Pois... Mais tarde, pensarei no assunto. 7 valores em 10 (e estou a ser mais benevolente que o meu namorado, que deu 6).

Lembrei-me

Já vos disse que estou de férias desde segunda-feira?
Acho que não vou pegar no trabalho de casa de História A antes das últimas 24h que antecedem a sua entrega. Pessoa de férias que é pessoa de férias, quando não está alapada no sofá, na cama ou à frente do computador a fazer cenas que não vão mudar o mundo nem influenciar o seu futuro, vai sair de manhã e só volta ao fim da tarde. É que nem pensem no contrário!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Eu só queria umas palhetas fixes!

Ontem, fui comprar palhetas para a guitarra. Aproveitei ter a última aula deste ano na Alliance Française para passar pela loja de música que fica na mesma rua e onde só entrara uma vez, para saber o preço das guitarras acústicas. Estava sempre vazia.
Quando fui atendida, perguntei por palhetas. O senhor do outro lado do balcão respondeu "temos milhares". "Olha que bom", pensei eu, enquanto ele apontava para dentro do gabinete particular, como quem quer dizer "estão arrumadas ali dentro". Então, pedi especificamente palhetas de guitarra. Lá me foram mostradas umas quantas, a maioria com a espessura de 0,75mm e, tentando ser simpática, observei "era destas que eu andava à procura!". Contudo, ainda gostaria de ver umas palhetas mais grossas, visto que as de 1mm eram poucas e tinham desenhos estranhos. Acerca desses estampados, o vendedor afirmava "só não ter com a cara do Passos Coelho". "Nem eu quereria uma dessas" retorqui, "tocar guitarra dá-me prazer e espero que assim continue!" "Olhe, tem aqui uma que é contra a SIDA." Ora bolas, mas será que ele não entendia que eu só procurava algo divertido, a combinar com a música?!
À pressa, escolhi três palhetas, já farta daquela charada, e desembolsei da carteira. "São 2,55€", e eu nem conseguia fazer as contas de cabeça (0,85€x3=???), para confirmar, tal era o imbróglio em que o homem ma pusera. Desculpei-me com o facto de estar de férias e, pronto, eu confiaria que 0,85€x3=2,55€, dado não conseguir efectuar uma operação mental tão simples quanto aquela. A verdade é que nunca me dei muito bem com números...
No entanto, ao contar o dinheiro que tinha na carteira, concluí que não havia suficiente para pagar; reduzi as palhetas a duas. "É 1,70€." Está bem. Escusado seria regressar à tentativa de cálculo anterior, se já nem os trocos eu via à frente!
Arre! Enfiei as palhetas na carteira e fugi dali, jurando para nunca mais! O homem era burro (ou casmurro) no que toca à música (trocadilho involuntário de terceira categoria), mas eu é que ainda ficara mal, graças à desgraça da minha Matemática!
Pelo menos, vá lá que não vá, as palhetas até são de boa qualidade e têm uns desenhos engraçados...!

A minha primeira prenda de Natal deste ano

Ah! Roam-se! Já recebi a minha primeira prenda de Natal. Eu sei, ainda estamos a dia 19, mas a Cara de Panqueca (a.k.a. a minha melhor amiga, a.k.a. Inês) também não me impediu de a abrir. Afinal, ela estava ainda mais curiosa acerca da minha reacção do que eu por saber que raio estava por baixo daqueles dois embrulhos. E pronto, foi isto:


... um bloco grande, com uma chinoca na capa (como eu!) e uma caneta toda sofisticada! Fiquei completamente deliciada, rendida a uma prenda que já me fazia imeeeeeesa falta (está bem, alguma) e que me manterá entretida até à última página. A ideia é tentar escrever, pelo menos, algumas linhas por dia, sem ser no computador. Talvez seja desta que me afasto um bocado dele e retomo o hábito de escrever à mão! Comecei logo, mal cheguei a casa!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Rewind Youtube Style 2012

THUMBS UP!

Pai, facebooquiano assumido

Pai, pai, pai. Aquela pessoa que eu já evitei adicionar no Facebook à força toda; aquela pessoa que eu temi que me visse o meu perfil e pensasse que os meus amigos são completamente levados da breca; aquela pessoa que nunca se deu muito bem com as tecnologias... Agora, no Facebook! E, por sinal, muito entusiasmado por já fazer parte da rede social do momento!
Em apenas duas noites, já adicionou mais fotos e álbuns do que eu em três anos. Em menos de uma hora, conseguiu que uns quantos colegas meus fizessem "like" numa foto em que me identificou e em que, por acaso, eu estava de calções. Atenção: colegas rapazes, não raparigas (apesar de, mais tarde, também o terem feito)! - todos de uma vez só, num intervalo de trinta segundos. E o meu pai nem se importou, muito pelo contrário.... Parecia uma criança deliciada com o seu novo brinquedo. Estava a ser "um pai fixe", a dar-se com o pessoal adolescente e a falar pelo chat com a família e os amigos... a falar comigo, porque isto não seria tudo oficializado sem uma conversa virtual, unicamente separada por uma parede!
  • Beatriz (no smartphone): Vai para a cama, seu Facebook addicted!
  • Pai: Vai tu para a cama tb. Bjs.
E pronto, já tenho um pai facebooquiano! (Mas vou ter de fazer alguma coisa quanto ao crescente interesse dele em ficar no computador até às duas da manhã, ou ficarei eu sem conseguir vir à Internet, ao MEU Facebook, ao MEU blogue!)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Manifesto da vida - excelente!


(Ignorem os últimos segundos, em que descobrirão que se tratava de um spot publicitário.)

Verborreia virtual

Eu sei que não devo ser a única pessoa do mundo a sofrer desta doença, mas lá que ela deve ser rara, lá isso deve ser. A verborreia virtual consiste em verborreia (diarreia de palavras)... só que escrita em conversas virtuais. Imaginem que estão a falar com alguém que escreve, em média, três linhas até vos passar a batata quente, enquanto vocês gastam três minutos a escrever um texto corrido de cinco parágrafos (o que até poderá tratar-se de um exagero, mas serve para a demonstração). E, depois, como é que se sentem?! Uns anormais d'uns freaks, ah pois é! Como se não bastasse, eu ainda sofro de um tipo de verborreia virtual agravado: a verborreia virtual involuntária, causada por falta de tema, que resulta no efeito exactamente inverso - uma espécie de conversa fiada, sem nexo e sem seguir uma linha concreta de raciocínio, por vezes acompanhada de emoticons e reticências, para não parecer tão mal.

Agora, quem sofre do mesmo bicho, que se verborreie aqui à vontade se lhe apetecer, pois não pagará mais por isso...!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Publicidade pela qual não serei remunerada

Ah e tal, o Natal está quase aí e nenhum de vocês está para gastar muito dinheiro em prendas. Melhor: nenhum de vocês ainda se atreveu sequer a ir comprar o que quer que fosse, com medo do dinheiro que terá de largar. Pois bem, aqui estou eu para alimentar o espírito natalício consumista! Ou, dependendo das perspectivas, para o aliviar!
Ontem, fui à procura de potenciais presentes para a família e tive, não sei se a sorte, se o azar, de encontrar os que acabei por comprar para as minhas amigas. Parei na H&M; já tinha visto a maioria das lojas do centro comercial e não se encontrava nada cuja qualidade fosse proporcional ao preço, excepto os bombons "I Love Milka", que custavam um euro e qualquer coisa (mas eu nunca ofereceria a ninguém uma caixa com tão poucos chocolates, pois o receptor da prenda correria sempre o risco de ficar sem parte dela à pala da minha gulodice). A H&M tem uma grande variedade de produtos de beleza, perfumes e bolsas para rapariga desde 2,89€ que valem realmente o que custam. Mesmo os de 3,89€ não são nada maus. São presentes bonitos, cheirosos e, pelo que me pareceu, de qualidade. Como não estamos em época de gastar ao desbarato em prendas, o importante é mostrarmos que não nos esquecemos de quem se lembra sempre de nós, por muito que nos doa na carteira (na nossa ou, ainda pior, na dos nossos pais!).
Para o desapontamento de alguns, não vou poder mostrar o que comprei, uma vez que as amigas a quem oferecerei as tais prendas lêem o blogue. No entanto, se a minha não-requisitada opinião vos interessar, o que encontrei de melhor na H&M foram as bolsas de renda (2,89€), os frascos de perfume pequenos que vêm dentro de umas latinhas práticas para se terem dentro da mala (também a 2,89€) e as bisnagas douradas e pretas de loção corporal (3,89€).


A mim, ainda me falta comprar a prenda para a minha melhor amiga. Sem serem cosméticos, perfumes, peluches ou molduras, e partindo de um orçamento muito limitado, têm sugestões?

Mais um questionário, se não se importarem...

Como ando numa de saber mais sobre os leitores do blogue e a sua opinião sobre ele, tenho pensado em criar, de vez em quando, uns quantos questionários. Por um lado, não sei se hei-de achar que isso é muito egocêntrico da minha parte; por outro, quero lá saber, porque, se eu tenho um blogue pessoal, não se espera outra coisa de mim senão eu ser alguém que se tem em alguma conta. De qualquer modo, e visto que é sempre legítimo uma pessoa querer saber se o que publica não passa de uma grandessíssima chafurdice, o "teste de qualidade" ao Procrastinar Também é Viver já se encontra disponível na barra lateral para quem não se importar de lhe responder.
Obrigada! *smile*

"Margarita Rebel Little Chicken"


Finalmente, encontrei a entrevista à pseudo-Margarida Rebelo Pinto que passou no Estado de Graça da semana passada. Cliquem nesta hiperligação e coloquem o vídeo nos 14:55. Não se vão arrepender... Humor português: simples e forte. Façam-me o favor de rir!

Sem ideias para novas publicações, because... you know...



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sábado, 15 de dezembro de 2012

Marquemos a diferença! - #Blog Action Day

   Vivemos num mundo enorme e, à partida, representamos algo quase invisível nele. Há quem acabe por se subestimar a si mesmo e ao próximo no meio desse mar de gente, cidades e culturas, mas também há quem saiba dar valor a cada recurso humano existente. E é principalmente desse tipo de pessoas sobre quem desejo escrever desta vez.

 

   A nossa sociedade encontra-se em constante mudança. Nem sempre foi bem assim, é certo, pois as tecnologias vieram aproximar-nos uns dos outros, facilitando a comunicação à distância, logo, a constante adesão e difusão de ideias com os mais diferentes conteúdos

   Tenho um blogue – este – porque gosto de transmitir a minha mensagem, seja ela qual for, sobre o que for. Gosto de saber que, ao fim do dia, existe alguém a concordar ou a discordar de mim mas que, apesar de tudo, e o mais importante, tomou conhecimento da minha opinião. Em muito pequena escala, penso que poderei chamar a este processo “tentar fazer a diferença”. Em primeiro lugar, é aqui que exponho os meus valores e opiniões; em segundo, estou certa de que estarei a incentivar outros, indirectamente, a exporem os seus também, nem que seja intimamente – o que já não é nada mau! Possuir opinião sobre algo é extremamente importante! Todos nós temos uma voz e todos nós devemos usá-la, nem que seja uma vez na vida! Até enquanto escrevo estas palavras tenho o objectivo de colocar este assunto em reflexão para quem as lerá, mais tarde…!

   Não digo que seja preciso ter um blogue público para que tentemos fazer a diferença. Longe disso! Existem imensas maneiras de deixar a nossa marca no mundo, sem nos limitarmos a ser mais um indivíduo de tantos outros biliões com as mesmas características. Eu própria não encaro a Internet como o único meio para atingir tal fim, apesar de se tratar de um instrumento imprescindível na divulgação de informação na actualidade, assim como para tornar a nossa voz audível.

   Fazer a diferença pode começar pela iniciativa própria. Devemos perguntar-nos o que podemos nós alcançar com as nossas capacidades? Sem vontade, nada se concretiza, pelo que devemos analisar-nos criticamente. Por vezes, mais valem actos pequenos e de bom coração do que grandes demonstrações sem significado. E o dinheiro?! Ele também é importante, sem dúvida, mas não vejo por que razão não haveremos de cumprir os nossos objectivos sem ele, se temos realmente vontade e uma voz que sabemos usar, que nos guia e que nos permite interagir com o mundo. Podemos fazer voluntariado, tentar auxiliar alguém em momentos menos felizes, lutar por uma causa digna de ser colocada em relevância, entre tantas outras acções que, simples ou não, demonstram a nossa vontade.

 

   E um bom método para começar a tentar marcar a diferença é, como já referi, pensar em pequena escala.

   Eu, por exemplo, prefiro tomar mais atenção, em primeiro ligar, à comunidade em que me insiro. Sou uma cidadã portuguesa, jovem e estudante, pelo que me concentro maioritariamente no panorama de Portugal, na actual conjuntura económica e política (e na crise, presente não só nesses domínios, como também, por consequência, em toda a realidade nacional, seja na Educação, na Saúde, na Justiça, …) e no que o futuro no meu país me poderá reservar ou recusar. Se sou directamente influenciada pela minha comunidade, tomarei mais atenção, evidentemente, ao que se passa dentro dela.

   Porém, como é igualmente óbvio, não me deixo de preocupar com o exterior, dado que é ele que influencia, em grande parte, a realidade em que vivo. Procuro manter-me informada sobre uma data de temas sobre os quais convém qualquer cidadão minimamente consciente estar informado. Não deixo de tomar atenção às situações de guerra entre povos e as suas motivações; não deixo de me sentir sensibilizada com a falta de condições de vida (fome, trabalho precário e analfabetização são apenas algumas) nos países subdesenvolvidos, que tanto são explorados por nós, os países desenvolvidos; não deixo de me sentir escandalizada com os crescentes problemas ambientais, ignorados pela sociedade consumista e capitalista onde eu própria me insiro; não deixo de me sentir insultada pelas desigualdades que persistem em certas sociedades, porque todos os Homens merecem o mínimo de respeito, sejam de que género, religião ou raça forem.

   Mas, repito – por agora, a minha área de possível influência no mundo cinge-se apenas à minha comunidade, ou seja, Portugal e, no máximo, a Europa. E pode ser que, um dia, eu consiga que a minha voz e a minha vontade cheguem para batalhar não só pelo que me é mais próximo, como também por todo o mundo, um pedacinho de cada vez!

   Já nem digo todos, mas se uma parte de nós - cidadãos do mundo com capacidade e vontade para deixar uma marca indelével em toda a imensa comunidade que nos rodeia – se juntar, em nome de uma realidade mais favorável e sustentável, em nome de uma sociedade que não se esqueça de ninguém, mesmo que a sua voz seja, porventura, mais fraca ou inaudível no meio da multidão, julgo que poderemos transformar o Planeta Terra num local ainda mais desejado e amado do que ele já é.

   Através da minha voz, continuo a almejar fazer a diferença.

Beatriz Canas Mendes, Portugal

October 15th, 2012

Blog Action Day #powerofwe

TRANSLATE HERE

 

 

 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Dezembro

Frio. Muuuuito frio.
E Natal também!

Taylor... is that you?!


Quem conhece o trabalho da Taylor Swift deve estar tão atrapalhado quanto eu, se também viu o novo videoclipe da música "I Knew You Were Trouble". Não sei quanto a vocês, mas eu não gostei. No mínimo, fiquei apreensiva. Acho que o único aspecto que me agradou foi o novo visual dela, com o cabelo mais curto e roupa descontraída. De resto, nada fez sentido. A começar naquele monólogo inicial, um prólogo bem ao estilo Twilight, tal como a Bella costuma fazer no início de cada narrativa/filme, e a acabar no enredo da história "contada", não antes de passar pelo rapazinho todo rockeiro e rebelde, cheio de tatuagens foleiras, não me pareceu que tivesse saído algo muito coeso. Talvez eu esteja demasiado habituada ao estilo clássico e romântico dos videoclipes da Taylor Swift, talvez este tenha saído mesmo mal. Desta vez, não engoli. Desculpem lá qualquer coisinha...

Adivinhem quem ainda não se levantou da cadeira desde há bocado.

Eu.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Sei que estou à beira do colapso quando...

... leio um pseudo-pensamento profundo no Facebook que pergunta "nunca vos aconteceu mandarem uma mensagem para uma pessoa por engano, só por estarem a pensar nela?" e respondo, imediata e mentalmente, "Freud chamaria a isso um acto falhado".
Oh, Pshychology, my dear beloved...!

Pura procrastinação

Aaaah, que moleza que eu tenho. Até a preguiça de ir para a cama me assalta. A sério... A minha patologia é real! Se conhecerem algum psicólogo, perguntem-lhe! Se vocês forem psicólogos, comprovem-no agora mesmo! Há quem sofra de um grau de desmotivação tão profundo que nem se sinta capaz de ir dormir, simplesmente porque não, porque se está aqui tão bem sentado à secretária, a escrever no computador sobre a sua própria incapacidade de levantar o próprio rabo da cadeira e percorrer os cinco metros que o separam da cama...

Sou uma pessoa muito doente, uma autêntica jovem velha.
Felizmente, amanhã é o último dia de aulas de 2012.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Parem lá com essas merdinhas facebooquianas do "12-12-12", com o spam da aplicação "Your picture for today is..." e as já (infelizmente) familiares frases pseudo-filosóficas, também conhecidas por pensamentos e ensinamentos extremamente profundos sobre o amor e a vida, que não interessam nem à Margarida Rebelo Pinto. Sempre agradecida.