Não sei muito sobre os Paper Lions, mas foi amor ao primeiro acorde com esta música, quando a ouvi hoje à tarde. Para minha alegria - e a de quem lhes der uma oportunidade - têm uma EP disponível para download gratuito no seu site (e disponibilizo a aplicação já aqui). Música como a que criam é que devia passar na MTV e noutros canais. Dêem lá a reforma ao Gangnam Style e ao Justin Bolacha...!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Epigénese = potencial genético + influência do meio envolvente
A minha avó...?
She's such a drama queen!
Estou a ficar como ela.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
15
Eis um novo desafio a que me proponho! Da enorme quantidade de filmes em DVD que tinha cá por casa, escolhi os 15 que mais me agradaram pela sinopse e pu-los de parte, para os ir vendo durante as próximas semanas. Menos procrastinação, mais cultura cinematográfica!
1 - "Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar": já estou a ler o livro e só verei o filme depois de o acabar.
2 - "Matrix": já o devo ter visto, mas não me lembro muito bem da história.
3 - "Matriz Reloaded": idém.
4 - "Matriz Revolutions": aspas, aspas.
5 - "Bom Dia, Tristeza": há uns meses atrás, comecei a ler o livro em Francês, ou seja, na sua versão original. Infelizmente, na altura andava em tempo de testes e acabei por devolvê-lo na biblioteca. Talvez o filme me dê motivação para o voltar a trazer para casa.
6 - "A Última Legião": um pouco de História, um pouco de ficção e aventura. Promete!
7 - "Parnassus, o homem que queria enganar o Diabo": o último filme do Heath Ledger, com outros actores de que não desgosto (Jonny Depp, Jude Law, Christopher Plummer, ...). Cheira-me a fantasia e a intriga.
8 - "Homem de Ferro": inspirado num herói da Marvel?! Tenho de ver!
9 - "Homem de Ferro 2": ... e, quem vê um, vê dois.
10 - "Drácula 2001": quando os vampiros ainda não brilhavam e eram os maus da fita.
11 - "X-Men": in the mood for Marvel.
12 - "X-Men 2": já agora...
13 - "Slipstream": com o Anthony Hopkins a assumir o papel de protagonista, deve valer a pena. Além disso, o enredo parece-me fantástico (um escritor cujas personagens que cria começam a tomar vida).
14 - "O Ilusionista": na contracapa, bastou-me ler duas palavras para me render - realidade e magia.
15 - "Cyrano": amor, confusões no amor, história de outra época, de nacionalidade francesa, com o Gerard Dépardieu... Porque não?
E, como não poderia deixar de ser, hei-de escrever uma pequena crítica sobre cada um deles. Portanto, esperem só um bocadinho, que hoje ainda sou capaz de ver o "Matrix" (afinal, os professores de Filosofia recomendam-no, sempre que se referem às teorias cartesianas, e amanhã tenho teste sobre essa matéria!).
Epifania!
Falando em pizzas e preservativos, tive uma ideia brilhante para um novo produto. Tal como as batatas fritas vêm com tatuagens, os Bollycaos com tazos, os ovos Kinder com um brinquedo para montar e o Happy Meal com uma ranhosice plástica qualquer Made in China, podiam arranjar um menú especial de pizza entregue ao domicílio, cujo brinde poderia ser, adivinhem lá... PRESERVATIVOS! (Digam lá que não teria sucesso...!)
sábado, 2 de fevereiro de 2013
PRESERVATIVOS (e pronto, captei a vossa atenção)
Aposto que a situação "do you have a condom? (and not having it)" aconteceu a um dos publicitários da Durex. É o único modo pelo qual vejo que alguém se lembre de criar uma rede de distribuição de preservativos ao domicílio. Só falta virem embebidos em lubrificante com sabor a pizza ou a comida chinesa.
Procrastinar é...
... ter de estudar Filosofia (URGENTE: teste na segunda-feira) e não ter vontade, pelo que opto, enquanto ela não chega, por actualizar o meu CV. Sou tão anormal que adio uma tarefa desagradável com outra não menos desprezível.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Cultura 'tuga - lição nº1
Não subestimar o poder da dinastia Malhoa no mundo da música 'tuga* (ou lá o que eles pensam que fazem). Se não tiverem cuidado, ainda acabam como eu: perdendo 40 segundos da vossa vida a testarem os limites da foleirice nacional.
* Atenção: "música 'tuga" é diferente de "música portuguesa", designando realidades quase opostas.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
"We used to be friends"
Esta publicação é, featuring The Dandy Warhols, sobre e para (principalmente "para") os amigos que eu tive e que já não tenho. A determinada altura, foram realmente meus amigos (penso eu, do pico da minha ingenuidade), mais ou menos superficialmente, mas as circunstâncias guiaram-nos até às actuais, em que se dispensam lamechices e outros aditivos ou conservantes, tal como na comida. Acabou, acabou. 'Bora recorrer ao sarcasmo para enfrentar o assunto.
A música acima colocada - estrategicamente - faz-me lembrar bastante deles. Ou de vocês, caso vos sirva o boné. Algures no tempo, já fomos muito compinchas e uns para os outros, não foi? É que eu já nem certezas tenho - corrijam-me se estiver enganada. Éramos amiguinhos, confidenciávamos até a cor das nossas cuecas e partilhávamos experiências muito mais profundas do que simples fodas (sim, eu escrevi fodas, mas só para parecer sofisticada; pai, eu estou inocente!). O que nos unia era absolutamente inquebrável, pelo menos, até ao dia em que...
De vez em quando, penso nesses amigos - vocês, ou tu, se calhar - e lembro-me imediatamente do refrão "a long time ago, we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". Até o cantarolo. Está presente um certo tom de ironia que me satisfaz o ego. Eh pá, ainda existe quem escreva cenas destas e as inclua numa música que, por acaso, fazia parte do genérico da Veronica Mars. Trivialidades. Se atentarmos no resto da letra, é mais do mesmo. Fofo!
Deixo-vos, deste modo, a sós com os TDW, dedicando-vos esta sua adorável musiquinha, sem mais assunto. Foi só porque "a long time ago we used to be friends but I haven't thought of you lately at all". E hoje pensei.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Quando a rotina é interrompida (à parte os motivos)
É estranho não ter ido às aulas ontem nem hoje. É estranho acordar num quarto que não é o meu, numa casa que não é aquela em que vivo, noutro ponto do país, a quatrocentos quilómetros da rotina e das pessoas que a fazem. Nem bom, nem mau: estranho. Esquisito. Não estar na escola; ter um cão convencido de que é uma criança humana, mais pequeno do que um recém-nascido, a saltitar-me em cima da cama; não estar perto do meu namorado para o abraçar como se o quisesse desfazer em pedacinhos e rir-me com o que faz e diz; não estar com os meus colegas na parvolhice, empregando expressões inglesas a cada três portuguesas; não ensaiar com a banda; não comer o meu Nestum de bolacha maria ao pequeno-almoço; não estar preocupada com as horas num dia de semana de Janeiro.
Na casa da minha prima
Internet sem fios.
Televisões em todos os quartos (até no de arrumações).
Muitas bolachas e outras gulodices no armário da cozinha. Pão fatiado sem côdea também.
Uma das duas "alas" do apartamento só para mim.
Parte "controladora" da família alojada no outro lado da rua, na casa da minha tia.
Estores que bloqueiam completamente a luz e fazem parecer sempre noite, tal como eu gosto.
Estores que bloqueiam completamente a luz e fazem parecer sempre noite, tal como eu gosto.
(Só derradeiras tentações para quem precisa realmente de estudar, como podem verificar.)
E depois existem ambientadores programados para borrifar de dez em dez minutos que me assustam de morte durante a noite, quando vou à casa-de-banho.
E, ainda para melhorar, também me apercebi de que os vizinhos do lado acordam antes das nove e têm um bebé chorão que penso que cá não estava em Julho, pela altura da minha última visita.
Pronto, está bem, eu vou pôr o estudo em dia. Ou ler. Ou escrever no blogue, acompanhada de um pacote de Chipmix acabado de resgatar lá do armário. Vocês entendem-me...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
The Perks of Being a Wallflower: oficialmente rendida

Ultimamente, tenho tentado diversificar as minhas preferências (em especial, no que toca a literatura), incluindo o tipo de filmes que vejo. É que, sem diversidade, sem alterar a rotina, uma pessoa acaba, eventualmente, por ficar desinspirada. Até resisti bastante tempo até ver The Perks of Being a Wallflower... Já tinha lido tanta opinião sobre o filme/livro, que pensei que seria mais do mesmo, mais um exemplo claro da cultura de massas.
Então, ontem, rendi-me. Encontrei o filme na Internet e... toca a vê-lo, ainda ligeiramente céptica. Surpresa das surpresas: era tudo menos um resultado da generalizada mentalidade pop. Apesar de protagonizado por actores conhecidos do grande público, realizado e escrito, romance de base e argumento, pela mesma pessoa (Stephen Chbosky), o enredo era, no mínimo, curioso; achei a banda sonora brilhante e o pacote no geral pareceu-me bestial. Não tenho visto muitos filmes de qualidade superior recentemente, é certo, mas este foi, sem qualquer dúvida, o melhor que vi desde há algum tempo para cá. Inspirador. Comovente, sem ser demasiado foleiro. Nem muito nem pouco previsível. E mais não revelo!
São capazes de gostar deste hino à diferença e ao crescimento. Aconselho-vos a darem-lhe uma oportunidade, tal como eu fiz. (Por exemplo... agora. Ou, em todo o caso, quando tiverem disponibilidade para o verem de uma ponta à outra, sem interrupções. Não se vão arrepender.)
domingo, 27 de janeiro de 2013
Ehn... it's alright
Kika, 15 anos, do Porto. Estão a fazer um grande alarido por ter sido descoberta pelo mesmo produtor da Lady GaGa e da Jennifer Lopez, mas, se querem saber (não querem?, ok), não vejo/ouço que seja alguma coisa de outro mundo. Tem um timbre interessante, está bem. Porém, transmite pouca emoção. É um bocadinho pão sem sal e eu não vou muito à bola com personalidades insípidas. Felizmente para a rapariga, ainda é nova e tem muito que aprender. Digo eu.
Pronto, atirem-me lá pedrinhas. Que insensível que sou!
(E ainda estou para saber de quem é que a moça é filha ou afilhada!)
(E ainda estou para saber de quem é que a moça é filha ou afilhada!)
sábado, 26 de janeiro de 2013
Rick's stuff #6
The Versatile Blogger Award
Bem, bem... parece que as correntes voltaram às terras procrastinadoras!
Desta vez, trata-se de um selo, The Versatile Blogger Award, para que fui indicada pela Quadrada, que nomeou o meu blogue para continuar a marcar outros quinze e apontar sete factos sobre a minha mui ilustre figura.

Então, aqui vai disto!
- Sou blogódependente e julgo não existir reabilitação para este bicho. Aguentem-se!
- O primeiro livro que li com mais de cinquenta páginas foi o Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, por volta dos nove anos.
- Sou fã de Harry Potter desde o momento em que o comecei a ler.
- Sou meia-asiática.
- Quando eu tinha três anos, a Britney Spears lançou o seu primeiro álbum, a minha mãe tinha-o e o meu passatempo preferido foi, até deixar de viver com ela, dançar e cantar HIT ME BABY, ONE MORE TIME!!! em frente ao espelho.
- Já quis ser actriz e/ou cantora.
- O número máximo de likes numa foto de perfil minha (no Facebook) é 37.
Como sou difícil de agradar, não conheço 15 blogues que mereçam a distinção. Portanto, eis a lista dos meus seis favoritos, escritos por pessoas que não têm nenhum livro publicado (não ordenados por preferência):
- Caderno de Pensamentos (o blogue da Quadrada, herself)
- A Última Bolacha
- Não Revelo as Minhas Fontes
- Produto Oficial Não Licenciado
- Quadripolaridades
- Entre Parêntesis
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Mission accomplished! (a publicação em que poderei empregar expressões inglesas ao desbarato sem ninguém se lembrar do "downsizing do lifestyle" da MRP)
Já recebi os resultados do exame do Cambridge Advanced English!
Depois de um blind date com uma examinadora inglesa com idade para ser minha avó, cujas características pareciam naturalmente decorrentes da sua nacionalidade (tanto psicológicas como físicas), com um examinador igualmente inglês que me contabilizava a performance em absoluto silêncio e um examinando advogado com quem me emparelharam para o exercício oral (hum... this one sounded awful), 40 anos, a atirar para o chubby, but indeed polite as lawyers must be, consegui um Speaking aquém das capacidades que me pertencem quando não são 11 da manhã e me encontro perante tais figuras.
Tive um Use of English e um Listening abaixo da borderline e tal situação deixa-me claramente desapontada. Felizmente, essas competências do exame são, à semelhança do Reading, corrigidas por sistemas informáticos, pelo que ninguém sofreu com a trapalhada por mim respondida.
Mas, disparando na escala e superando as minhas mais altas expectativas, obtive um EXCEPTIONAL Writing do qual me orgulho imenso (*baba*), que foi assim a coisa mais deliciosa que me poderiam ter atribuído (a mim ou a qualquer examinando, claro está), afastando-me da mente os outros resultados menos positivos.
Balanço final: foram os 175€ (do meu bolso, fruto do meu trabalhinho na escrita, e de mais ninguém, *baba outra vez*) mais worth it desde sabe-se lá quando. Mission accomplished.
Agora que tenho este canudo, vamos lá tentar arranjar maneiras de o pôr a trabalhar em prol dos meus interesses. (Como quem diz, se conhecerem alguém que precise de explicações de Inglês, falem-lhe de mim.)
Rick's stuff #5
Na aula de Geografia.
A criatura ri-se sem motivo aparente.
Eu: Partilha lá a piada.
Ele: 'Bora imaginar que a stôra está a falar de genitália. Ouve só o que ela diz.
Ouço o que ela diz.
Professora: ... porque estão sempre a subjugar-se um ao outro.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Os jovens 'tugas e a sua "cultividade"
Eu sei, eu sei que nem toda a gente tem a mesma cultura geral. A minha é péssima em filmes e em música "moderna", por exemplo. O pior é que só me apercebi disso quando conheci alguém cujos conhecimentos nessas áreas são bastante acima da média (adivinhem quem). Perguntem-me o que quiserem sobre literatura ou história. Com alguma sorte, hei-de saber qualquer coisa acerca de música clássica (lá que gosto de ouvir, lá isso gosto), arte ou política actual. Acabo por não ser completamente tapadinha no que toca a assuntos culturais, não sei tudo, mas também não deixo de saber o suficiente para não fazer figuras tristes. Sei o que sei.
No entanto, parece-me que ainda existem por aí muitos bichos do mato que nem os dedos dos pés devem conseguir contar. Representam apenas uma parte do mundo (alegadamente) instruído, vá lá que não vá, mas são o que baste para me deixar um tanto ou quanto aborrecida - não por mim, mas pela humanidade em geral. É que nem sequer existem, actualmente, muitos obstáculos ao conhecimento: existem livros sobre tudo e mais alguma coisa (a começar pelos guias de instruções do Ikea e a acabar nos manuais de preparação para os exames, passando pelo Código Civil e pela Bíblia itself), quase toda a gente tem acesso à Internet, à rádio ou a um jornal e, milagre dos céus, existem mais televisões do que humanos no planeta Terra! (Na verdade, acabei de inventar este último aspecto, mas espero que tenham entendido a ideia.)
Deste modo, ironicamente, achei o artigo "A ignorância dos nossos universitários", publicado no site da revista Sábado, a paródia total. (Agradeço à amiga que mo enviou e que sugeriu de imediato que eu escrevesse sobre o assunto.) Não devia, mas achei. Antes rir do que chorar, não é verdade? E o mais triste é que não me admirei de cada vez que algum dos inquiridos falhou a resposta certa e largou uma qualquer barbaridade mais bárbara do que os próprios bárbaros, caso estes o tenham realmente sido. Então no vídeo, observando a expressão de cada um deles, tive a certeza de que, afinal, a espécie poderá não ter evoluído tanto quanto me fazem crer.
Uma das razões pela qual este artigo não me surpreendeu foi por "já saber o que a casa gasta". Estou numa turma de Línguas e Humanidades (12º ano) e tenho a certeza de que aproximadamente 40% dos meus colegas não 'tá nem aí. E os que lêem o meu blogue não poderão discordar, acho eu, do alto do meu pedestal blogosférico.
Então, eis o TOP 5 das maiores falhas dos ditos estudantes universitários (e que belos universitários, caramba!):
1 - O Leonardo DiCaprio pintou a Mona Lisa. Deve tê-lo feito nos intervalos das filmagens do Titanic.
2 - O John Lennon foi contratado pela Disney para fazer as suas bandas sonoras. Na volta, ainda foi ele que escreveu as do High School Musical!
3 - Água...? Água é PH. Só espero que seja neutro.
4 - "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" foi escrito por um dos apóstolos.
5 - A capital de Itália é, visivelmente, Veneza, talvez porque o Casanova é de lá. A de Portugal deve ser Massamá, nem que seja porque é onde vive o Passos Coelho.
I rest my case.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
A importância de se chamar Ricardo (Rick's stuff #4)
Não sei se será realmente verdade, mas quem se chama Ricardo deve estar predestinado à divulgação do humor, praticamente como um messias da boa disposição. Pelo menos, consigo retirar essa conclusão pelos dois Ricardos que melhor conheço: o meu namorado e o Ricardo Araújo Pereira. Também há o Ricardo Martins Pereira (aka O Arrumadinho), mas esse não é para aqui chamado, até porque nunca o achei lá muito divertido - muito pelo contrário - e a uma analista do meu calibre só lhe interessam os resultados mais favoráveis à sua tese. Continuemos.
Então, dizia eu, que estes dois Ricardos são de partir a rir. Pronto, ainda não tinha dito nada disso, mas digo agora. São duas das criaturas mais engraçadas que já nasceram neste mundo e que acabam por estar quase destinados a tornar a vida das outras pessoas mais alegre. São atrofiadores natos, têm veia crítica.
Com isto, o que eu queria concluir é que só mantenho uma relação com o "meu" Ricardo porque, caso ele siga os passos do seu homónimo, há-de fazer muito dinheiro, enquanto mete três quartos da humanidade a rir. Ou seja, esta é uma promessa de longevidade: riqueza e risos em quantidade proporcional. Não que eu ache que o RAP seja assim tão rico. Só acho que o meu namorado tem mais piada que ele, logo fará mais dinheiro, o que poderá financiar a minha vida de escritora falhada.
(Para os menos atentos, eu estava a brincar quando disse que apenas namorava com a criatura supra-mencionada pela oportunidade futura de enriquecimento que poderá representar. Estava mesmo a brincar. A sério. Eu só gosto do rapaz porque ele sabe barrar chocolate nas panquecas e manteiga no pão sem os furar, ou seja, tudo o que uma miúda poderá desejar no seu loved one, caso ela própria seja incapaz de o fazer. Não duvidem do meu sentimento!)
domingo, 20 de janeiro de 2013
Era uma vez, na Capital Europeia da Juventude
Em 2012, a cidade de Braga foi eleita a Capital Europeia da Juventude. Os mais novos foram motivo de celebração, eventos aqui, ali e acolá, milhões gastos em prol de uma grande causa.
Em 2013, acabou-se a festa. Sim, sim, porque, por um ano, toda a gente acha muita piada, mas, ao segundo, a coisa já enjoa. Pelo menos, foi o que a PSP achou.
Anteontem, sexta-feira, os alunos da Escola Secundária Alberto Sampaio, em Braga, decidiram fechá-la a cadeado logo de manhã para protestar pacificamente contra a sua agregação num mega-agrupamento, um exemplo entre 67 por todo o país. Até aqui, nada de extraordinário, fora do comum. A respectiva associação de estudantes organizara tudo, mas de modo a que, quem quisesse, pudesse entrar na escola para ter ou dar aulas. Feliz ou infelizmente, ninguém se opôs à situação. Menos a PSP. Tinham de chegar os senhores agentes e... UPS, borrifaram os alunos, até os de sétimo, com gás pimenta. Decerto foi só um pequeno acidente. A PSP não seria capaz de chegar a tal ponto, pois não? ... Pois não?
ERRADO. Primeiro, celebram-se os jovens, milagres dos céus, motivação do país; depois, fuzilam-se essas desprezíveis criaturas, quem é que as mandou nascer em tanta quantidade???!

Caros compatriotas, apresento-vos o novo órgão de censura do Governo de Passos Coelho: PSP, Polícia de Sensura Pública - "Sensura" com "S", porque já não existem professores suficientes no activo para ensinar a nova geração a escrever correctamente.
As 8 escolhas de Beatriz
Ouvi falar do "Escolhe ou Morres" no PONL e decidi que seria a procrastinação matinal perfeita. Eis os resultados de algumas das questões colocadas:
Mal por mal, lê-se o nacional!
Bitch please, esta não foi, decerto, uma pergunta minimamente difícil...!
É incrível como, em pleno século XXI, ainda existem preconceitos sexuais. Pelos vistos, continua a haver quem prefira passar por drogado do que por homossexual. Para mim, segundo os meus valores morais, isto é um insulto à humanidade.
Afinal, já somos todos mais ou menos pobres. Só falta a parte de sermos sensuais.
A pergunta mais TROLOLOL da lista.
Sendo eu uma idealista nata, preferia mesmo ter amor e um palácio. Agora ódio é que dispenso!
A questão não envolvia nada relacionado com a publicação desse vídeo, certo? Então, pronto.
Na verdade, isto já me aconteceu, para aí aos oito anos. Depois de uma descarga de gás um bocado para o descontrolada, passei o dia na escola com um depósito de cocó nas cuecas. Ah, e lembro-me que tinha uma mini-saia vestida, sem collants, salvo-erro. É, para mim, um mistério, como ninguém chegou a descobrir.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Tom Riddle é baleado
Se tiver sido assistido num hospital de Portugal, de certeza que já está morto. Não do tiro, que provavelmente lhe acertou no apêndice, mas sim de uma infecção por causa de uma batéria que só se consegue encontrar numa qualquer unidade de serviços de urgência nacionais, com um nome extremamente esquisito e que, provavelmente, poderia ser curada com Brufen.
Dos outros #19
" A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. [...] o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada. "
Ricardo Araújo Pereira, crónica "A banca nacionalizou o governo", Novas Crónicas da Boca do Inferno
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Ressaca dentária
Beatriz vai ao dentista colocar novos elásticos no aparelho. A seguir, Beatriz vai ao supermercado. Beatriz compra chocolate. Beatriz come-o. Beatriz trinca-o e mastiga-o, nhaque, nhaque, nhaque. Beatriz arrepende-se, porque Beatriz não esperava que lhe ficassem a doer tanto os dentes.
Os curiosos visitantes que para aqui andam
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