Amanhã de manhã, por volta das 10 horas, estarei no Colégio Atlântico (que frequentei durante nove anos) para uma intervenção mais-ou-menos-pessoal-e-motivacional (bem... há-de ser algo do género!) para os alunos do 2º e 3º ciclo, no âmbito da semana "Cultura em Movimento".
terça-feira, 12 de março de 2013
O que eu ouvia (além de High School Musical) aos 11 anos
Eis o hino à perversão musical, ao terrível ruído urbano, aos players, às "garinas" fáceis, à sociedade decadente e, em geral, à anarquia. Não me digam que não eram viciados nesta música ou que nunca a ouviram, porque eu sei que é mentira. Com 11 anos, até podia não entender as indirectas sexuais e a dinâmica das referidas "relações humanas", mas sabia a letra de cor e salteado. Mais velhos ou mais novos, não se acanhem, pois estivemos todos no mesmo barco! :D
segunda-feira, 11 de março de 2013
Prato do dia: Belieber com tatuagem
"Tenho a certeza de que não me vou arrepender disto [...] o meu amor por ele vai sempre crescer!"
Eu não costumo ser tão rude para outras raparigas em plena Internet, mas a miúda aos 2:16, apesar de precisar URGENTEMENTE de um namorado, nenhum Ser - humano ou não, do sexo feminino ou masculino, ou mesmo hermafrodita - lhe vai alguma vez pegar. Não com aquelas tatuagens e aquela obsessão toda a transbordarem-lhe pelos poros (literalmente!).
Só espero que nenhuma força divina ou diabólica me castigue por este meu menos simpático pensamento e não me venha a reservar, num futuro a longo prazo, uma filha como ela.
domingo, 10 de março de 2013
Lógica das novas tecnologias
Elas: Existe uma nova versão do Messenger disponível. Pretende proceder à sua instalação?
Eu: Sim.
Elas: Aguarde um momento enquanto o sistema procede à instalação.
Eu: (aguardo)
Elas: O sistema está a proceder a um melhoramento do seu Skype. Aguarde.
Eu: (então e o Messenger???)
Elas: Bem-vindo ao Skype.
Eu: (clico no antigo atalho do Messenger)
Elas: O item 'msnmsgr.exe' a que este atalho se refere foi alterado ou movido, por isso este atalho deixará de funcionar correctamente. Pretende eliminar este atalho?
Eu: (Filhos da mãe, acabaram mesmo com o MSN...! -.-)
O Bieber baldou-se
O QUÊ?!
O Justin Bieber cancelou um dos dois concertos que viria dar a Portugal?! Repitam lá isso outra vez...
A sério?!
Mas tipo... A SÉRIO??????
C'mon, ele é apenas mais uma estrela adolescente com o rei na barriga. Qual é a surpresa? Até parece que caiu um santo do altar...
Mentalizem-se: não vale a pena adorarem um ídolo musical como se adora um deus, muito menos se ele alega ter 19 anos quando até eu tenho mais barba (diria melhor buço) do que o garoto.
Os artistas só querem saber do dinheirinho deles, das casinhas deles, das famílias deles (quando calha) e da sua imagem pública. Eles estão-se pouco cagando - perdoem-me a expressão - para vocês, que lhes compram os álbuns em versão alargada mal eles são lançados, fazem fila para os seus concertos durante três dias ao frio e à chuva se for preciso, elaboram cartazes com declarações de amor em inglês duvidoso para agitarem no ar durante toda a noite e lhes deixam intermináveis mensagens e comentários no Facebook e no Youtube. Ainda por cima, num país tão "periférico" como Portugal (como é que vocês acham que os americanos nos vêem, ham?), já não é a primeira vez que somos desprezados por suas altezas, os fofuxos da indústria musical.
Os artistas só querem saber do dinheirinho deles, das casinhas deles, das famílias deles (quando calha) e da sua imagem pública. Eles estão-se pouco cagando - perdoem-me a expressão - para vocês, que lhes compram os álbuns em versão alargada mal eles são lançados, fazem fila para os seus concertos durante três dias ao frio e à chuva se for preciso, elaboram cartazes com declarações de amor em inglês duvidoso para agitarem no ar durante toda a noite e lhes deixam intermináveis mensagens e comentários no Facebook e no Youtube. Ainda por cima, num país tão "periférico" como Portugal (como é que vocês acham que os americanos nos vêem, ham?), já não é a primeira vez que somos desprezados por suas altezas, os fofuxos da indústria musical.
Portanto, toca a crescer e a gostar de música pela música, porque tem qualidade e merece ser valorizada, não porque vos é vendida a imagem de rapazes adolescentes cheios de maquilhagem e vestidos com swag. Verdadeiro estilo detêm os homens reais que, um dia, vos sustentarem o estômago e a gula, e a esses já vocês são capazes de vir a torcer o nariz.

sábado, 9 de março de 2013
Momentos de revelação
Acho que todos nós temos momentos de revelação mais fortes do que o "normal", signifiquem eles o que significarem. São instantes que, tal como vêm, também vão, mas de que, de certa forma, não nos esquecemos durante algum tempo.
No outro dia, quando estava a fazer um trabalho de grupo com o meu namorado e mais dois amigos, vivi um pequeno minuto, se é que o chegou a ser, que me trouxe um grande esclarecimento. Apesar de não ter consistido em nada que eu já não soubesse que sentia, pôs-me a pensar "profundamente", como se se me iluminassem, de repente, as ideias.
Olhei para o Ricardo. Somente. Estava do outro lado da mesa, rindo-se a propósito de um jogo que tenho no telemóvel. Nada de novo - afinal, ele está quase sempre a rir-se. E, nesses míseros segundos, ocorreu-me o seguinte: "como é possível gostar-se tanto de uma pessoa, como eu gosto dele, e querer-lhe tanto bem, como eu lhe quero? Como é possível sentir tanta coisa ao mesmo tempo, de uma maneira tão reconfortante? Como é possível todos os dias parecerem melhores do que o anterior?".
Talvez tenha ficado mais assoberbada por tal pensamento, dado ser, relativamente, uma novidade. Sempre fui muito acarinhada pela minha família e pelos meus amigos, mas, desta vez, é diferente. É algo mais adulto e tão infantil em simultâneo... Tão positivo!
De qualquer modo, momentos como estes levam-nos a valorizar ainda mais o que temos e a aproveitá-lo. É assim que vejo os meus.
O meu blogue faz o Harlem Shake
Uma vez que já não tenho trabalhos, nem testes, nem quase nada que me obrigue a dar um objectivo à minha vida durante as próximas três semanas, BAZINGA (cliquem). Procrastinação.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Conversas de boca cheia
Falando sobre a morte do Hugo Chávez durante o almoço de ontem...
Eu: Amor, não sabes quem era ele?! A sério?!
Ricardo: Hum, não.
Eu: Daaaah, era o presidente do Chile!
Gabi: ... da Venezuela!!! -.-
quinta-feira, 7 de março de 2013
7h45 da manhã: estudar
Existem certos momentos da nossa vida em que nos apercebemos que só podemos estar loucos por colocarmos a escola à frente da cama... e que a nossa qualidade de vida nunca foi tão medíocre.
terça-feira, 5 de março de 2013
Pai, estás perdoado!
Livros novos?! Para mim?! De ti??! Não têm pó que me cause alergia, foram impressos no mês passado?
Não vou meter o nariz fora de casa nas férias da Páscoa. Tenho demasiados livros para (acabar de) ler!!!
O meu pai e o Facebook
Anda uma pessoa a ensinar o seu querido pai, cheia de dedicação, carinho e boas intenções, a mexer nestas coisas das Internets, vendo-o tão empolgado, entusiasmado, doido que só ele, e eis que a "criança" perde o interesse pelo brinquedo:
Well... NO FREAKING SHIZZLE! Agora é que descobriste a pólvora, que é como quem diz, descobriste que é melhor estar cara a cara com alguém e ligar-lhe e dar-lhe beijinhos ou "algo mais", do que ficar em frente de um aparelho que emite ruídos esquisitos e projecta quase dezasseis polgadas de luz que fal mal aos olhos?! Bem... julgo que, deste momento em diante, ficámos todos muuuuuuuuito mais esclarecidos, n'est-ce pas?
Pai. Desde 1962 a deixar a sua marca no mundo! :D
****
Espero realmente que a nossa prima lhe ensine a jogar ao Farm Ville, ou ao Bubble Witch Saga, nem que seja ao Football Manager! Não sabia que as crises de meia-idade também se alastravam ao Facebook, que, coitadinho, jamais fez mal a uma mosca...
****
PAI, EM CASO DE TERES LIDO ESTA PUBLICAÇÃO:
- Respira;
- Isso não foi uma crise - era apenas o sono a falar;
- A sério: tu sabes que, lá no fundo, continuas a gostar do Facebook;
- Esta publicação tem a única finalidade de entreter meia dúzia de criaturas púberes (e outras que não tanto), pelo que (quase) nada do que foi escrito deverá ser levado à letra;
- As minhas leitoras mandam-te beijinhos e, os leitores, apertos de mão rijos, mesmo à homem!
domingo, 3 de março de 2013
Como as pessoas da minha escola me olham quando as encontro na feira a comprarem roupa
" É da Berxka, é da Pullibér, é da Naiki e da Adidas, calcinha e camisolinha da moda, tudo de marcãããã, é só 2 aéreós lá na da Ti' Elviráááããã!"
Oh pá!
Eu já desactivei a puta da validação humana (indianos a molestem, grrr) dos comentários! Desta vez, qual é a vossa desculpa para quase nunca se manifestarem no meu antro sagrado do tudo-adiar?
Assinado: Só Quero Uma Desculpa Para Não Ir Fazer O Trabalho de Filosofia (a sério que a batalha contra esta disciplina nunca mais acaba...)
sábado, 2 de março de 2013
Problemáticas pessoais
- Sinto-me mal, depressiva, desmotivada.
- Então? É por causa da tua relação com "X"?
Geralmente, temos a tendência de pensar que a principal razão dos problemas das outras pessoas é a sua vida amorosa. Bem, até se compreende. Afinal, é a origem da maioria dos desgostos a que por aí assistimos, não admirando que, assim que nos queixamos de uma dor de barriga que seja, a questão ao problema se direccione para esses lados.
Se, há dois anos, eu me lamentasse sobre a mais ínfima enxaqueca ou ansiedade, a probabilidade de estarem relacionadas com a minha (estúpida) vida amorosa era de 80%. Sem novidade. (Dêem-me um desconto, que eu estava numa idade ainda mais parva do que esta...) Mas, pelos vistos (e finalmente!), passei a defender outro tipo de relações, preferencialmente as de carácter mais saudável e menos obcessivo (ufa). E, agora, até me dá um triquipaque se utilizarem o meu namorado e/ou a nossa relação como bodes expiatórios, por muito ligeira que seja a insinuação. Sim, também tenho de me acalmar, porque "quem está de fora nunca sabe o que cá vai dentro"...
No entanto, num momento em que já consigo discernir entre o que está certo e o que está errado - ou, pelo menos, estou a trabalhar nisso - , não consigo pensar nalguma coisa que pudesse constar mais abaixo na lista do que me causa desconforto, nervos, tristezas ou outra espécie de comichão do que a minha vida amorosa. Oxalá toda a gente tivesse uma igual à minha! (Não me querendo gabar, epá, estou mesmo muuuuuuita satisfeita e head over heels, sou mimada q.b. e, acima de tudo, isto não é só lamechice e "farrobodó", é uma cena ao mais alto nível! Não me querendo gabar...)
Agora, com os pés assentes na terra, orgulho-me de conseguir dizer, com toda a convicção, "gosto muito do meu amorzinho, mas calma lá, que existe vida além dele!". Somos indivíduos diferentes, com expectativas e ambições distintas, não partilhamos nenhum órgão vital (that would be weird), não temos os mesmos hobbies, não vivemos na mesma casa e, portanto, toca a agir como tal. Namorados, namorados... vida pessoal à parte! Porque o nosso maior compromisso, vital, é connosco mesmos.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Não sou a única
Eu queixo-me das minhas pancadas, tenho ataques de pânico e creio ser uma nova espécie de aberração. E, depois, a Carolina publica isto.
Praga virtual
Não sei como aconteceu, não sabia sequer que isto era possível e, agora, não sei o que fazer.
Se acederem ao blogue a partir do endereço antigo (mas calma, não cliquem, não cliquem!), nos Blogs do Sapo, vão ter, muito provavelmente, a rica surpresa de vos aparecer um aviso de que foi infectado com supostos "programas maliciosos" e, ainda que não vos apareça, tentem não o visitar, não vá o diabo (ou a pirataria e os vírus) tecê-las.
Portanto, agradecia se algum de vós, inteligentes e caridosas almas procrastinadoras, me conseguisse explicar como se foi dar isto e/ou se me conseguisse livrar do bicho.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O ponto de saturação - o pós-ebulição
Há alturas em que só me apetece atirar para a cama e apenas sair de lá quando o cheiro a suor for insuportável. A sério. O meu problema é que tenho a infeliz mania de que consigo fazer malabarismo com todas as actividades em que participo. Não tenho a noção dos limites no que toca à disponibilidade e caio constantemente no erro de pensar que sou capaz de chegar a tudo e a todos. Ora é a escola, ora é a Forum Estudante, ora são projectos paralelos, ora são as disciplinas extra-curriculares, ora é a banda, ora é o blogue...
E, depois, acabo como hoje - passadinha dos miolos até mais não. Só me apetecia mandar tudo às hortaliças e enfiar-me num buraco a dormir (mas um buraco confortável, de preferência). Quando me dá a travadinha, pareço um bebé chorão com cocó na fralda. A seguir, descanso durante umas horas, enfio-me dentro dos lençóis e dos cobertores e, por fim, acordo ligeiramente atabalhoada. Eventualmente, acaba por me passar.
Contudo, acho que, desta vez, tenho de estabelecer prioridades. Acontece-me o mesmo quando começo a ler demasiados livros em simultâneo: vou acumulando-os na mesa de cabeceira, até me esquecer de alguns. Ou seja, com tanta coisa para fazer, já não "acabo" nada nem lhe retiro proveito. Em primeiro lugar, preciso de me decidir pelo que é imperativo não abandonar e pelo que tem de ser largado em prol da minha sanidade mental. Não pretendo acabar o secundário com um esgotamento nervoso.
Já deixei de escrever no blogue todo o santo dia. Esse foi o início. O que se segue é deixar de passar tanto tempo na Internet, algo que já me tinha comprometido a concretizar, por muito difícil que me pareça. Em suma, tenho de deixar de procrastinar (tanto) e começar a ocupar-me com melhores actividades, para também poder ler, para escrever e para descansar e dormir na dose que mais me convier.
Não sei se estou armada em drama queen ou se a pancada foi realmente forte. O certo é que, hoje, já via tudo turvo e mal conseguia manter-me consciente.
Felizmente (yeeey!), agora já estou melhor. Só não estou é pronta para outra, se não se importam!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Diversificação literária
Apesar de nunca ter gostado muito de ler outras variantes de português que não a do nosso país (como, aliás, já referi), aventurei-me num dos dois livros de contos do Mia Couto que tenho. E não é que até estou a gostar? Mais tarde, dou outros detalhes...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Repitam depois de mim - NÃO
Não, eu não vou opinar acerca das indumentárias dos Óscares. Não, eu não vou reclamar porque o filme X é que merecia ganhar a categoria A ou B e o que ganhou foi o Z. Não, eu não estive a noite inteira colada ao canal E! Entertainment a papar tudo o que era especial da passadeira vermelha. Não, eu nem gosto disso.
Não, não me matem. Por favor. Afinal, este é o blogue do contra, pelo que só se comenta o não comentar.
Noite de Óscares
Mural do Facebook como que entupido com comentários Pipoquianos e Arrumadinhos sobre os trapinhos de suas excelências, as estrelas de cinema.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
E o povo é que paga
A "segurança" de alguns dos membros do governo português - Passos Coelho em destaque, pois claro - e do Cavaco Silva foi reforçada com mais elementos efectivos. Despede-se a função pública e fazem-se cortes na defesa do país, mas há sempre dinheiro para zelar pelas tripas e pelos miolos dos fofos, só porque suas excelências têm medo das cada vez mais frequentes manifestações de descontentamento através da música "Grândola, vila morena" e das reacções que poderá despertar. Já sempre ouvi a minha avó dizer que quem tem cu, tem medo!

Pancadas que se nos dão durante essa coisa da adolescência
Como costuma acontecer à maioria das pessoas numa certa altura da adolescência, também eu sofri uma pancada de fanastismo por umas certas "estrelas da música". No meu caso, foi pelos Jonas Brothers. Na altura, tinha 13 anos, eles estavam a tornar-se cada vez mais conhecidos e, coitadinha de mim, até enchi uma parede inteira do meu quarto, quase de cima abaixo, com posters deles. Quantas revistas Super Pop e Bravo comprei, para os conseguir arranjar! Ouvia Jonas Brothers quando me levantava, quando estava na escola, quando voltava para casa, enquanto lia, enquanto escrevia, enquanto estudava, enquanto adormecia. Só não os ouvia enquanto comia porque a minha família já vomitava Jonas Brothers pelos ouvidos. Enfim... que pancadas que nós temos!
Mas, apesar de toda essa púbere maluqueira, sempre achei que eles tinham algum talento. Todos eles cantavam e tocavam vários instrumentos, além de comporem e produzirem as suas próprias músicas. Talvez ainda continue a achar! Evidentemente, eles mesmos eram, na altura, bastante novos, e isso reflectia-se no que criavam. Ainda assim, tinham piada e andei embevecida pelos meninos durante quase dois anos, tal como a minha melhor amiga (o Joe para mim, o Nick para ela e o Kevin ficava sem ninguém porque tinha ar de totó e era demasiado velho para nós, trololol).
Agora, se me perguntarem se me arrependo de ter passado horas e horas a pensar neles e a conjecturar como haveria de arranjar dinheiro para um possível concerto que pudessem vir dar a Lisboa (nunca vieram, só o Joe, mas eu nem disso soube), tendo tudo sido, aparentemente, nada mais, nada menos do que uma perda de tempo, eu mando-vos dar uma volta. Voltar a ouvir, de vez em quando, o que foi a banda sonora de uma certa época (ainda mais irresponsável e aluada) da minha curta existência, é como reviver o tempo em que andava no colégio e os meus colegas não gostavam de mim, tinha mais acne do que cara, papava todas as séries do Disney Channel (o que eu gostava de Hannah Montana!), aprendia Inglês decorando as letras de músicas lamechas e em que descobri que gostava de escrever. Como se a minha idade justificasse tamanha nostalgia...! Mas, afinal, não serei a única, pois não? (Por favor, não me venham é dizer que têm dezoito anos e sentem o mesmo pelo Bieber! Há idades e idades...)
E, mesmo depois de ter ultrapassado essa fase, continuo a ter outras. Só já não nutro nenhuma crush por músicos ou actores...
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Rick, the playboy
Toca um telemóvel na aula.
Lisete: Fogo, Ricardo! Desliga o telemóvel! Ah ah ah!
Eu: Deixa lá estar o rapaz, que deve ser a amante dele.
Solly: Mas eu não lhe liguei...
11 perguntas

Recebi, mais uma vez, o Liebster Award (yeeey, fico contente por ser nomeada tantas vezes para este tipo de desafios), mas, como já o completei noutras vezes, fico-me apenas pelas novas perguntas que me colocaram.
Estas são da Maria. Obrigada!
1. Um escritor(a) que aprecies muito.
Gosto muito do José Luís Peixoto, em particular das suas crónicas pessoais.
2. Fala-me de uma personagem à tua escolha.
Não me recordo, de momento, de nenhuma personagem de que gostasse de falar.
Talvez me permitam referir a genial heteronímia de Fernando Pessoa, sendo os seus próprios poemas ortónimos brilhantes. Dizem que o homem era assado do miolo, mas não há mérito que não se lhe possa dar! Pode ter criado mais de 70 alter-egos distintos, pode ter estado demasiado à frente no seu tempo... Não deixarei de o admirar.
3. És a favor ou contra o aborto? Porquê?
Sou a favor, pois é uma alternativa muito mais humana ao posterior abandono das crianças ou, podendo até chegar a ser pior - aos maus-tratos ou à negligência.
4. Praticas algum desporto?
Pratico o "sentar o rabo na cadeira e procrastinar ao computador".
5. Acreditas em Deus? Porquê?
Acredito numa entidade superior e, sim, posso-lhe chamar Deus, mas não me identifico exclusivamente com os princípios de uma só religião. Acho que, no fundo, ainda não conheço nenhuma bem o suficiente para me considerar parte dela. Sinteticamente, acredito num Deus universal.
6. Um livro que marcou a tua infância.
Lembro-me de ler muito as bandas desenhadas da Disney, de alguns dos heróis da Marvel, da Mafalda... Ainda assim, acho que nenhum livro me marcou realmente até ter começado a ler Harry Potter. Shame on me...
7. Porquê um blog?
'Cause I'm an attention whore.
8. Preferes os livros ou ficas pelos filmes?
Prefiro os livros, não denegrindo os bons filmes que já vi até hoje.
9. Como é que ganhaste a tua última nódoa negra?
É capaz de ter sido a saltar no plinto, em Educação Física. Ou a tentar.
10. Séries que andas a seguir.
Savage U, a série (ou será reality show?) com que mais me identifiquei nos últimos tempos! Não é apenas mais um cliché da MTV, com swag fags e horny bitches à mistura. É fixe e educativo. Bazinga!
11. Um local fictício que gostarias que existisse.
Uma casa com apenas uma cozinha, um quarto, uma casa-de-banho e um jardim bonito, onde houvesse sol durante o dia e céu aberto para se ver as estrelas de noite. Alguma mobília e um computador, montes de folhas de papel e uma ou duas canetas de marca recarregadas. Inspiração à tona. E alguns amigos e família poderiam visitar-me de vez em quando - mas sem exagerar!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O que acontece quando o Chocapic do supermercado tem uma "receita nova, agora com mais cacau", mas passa a saber aos cereais da marca branca
Eu descubro outros que, sendo tão bons, quase não chegam à taça (que é como quem diz "isto come-se que nem bolachinhas").
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